sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Dez interno Fogem fundação casa fazenda do Carmo

Dez internos fogem de unidade da Fundação Casa na Zona Leste de SP


Três funcionários da instituição ficaram feridos durante o motim e foram encaminhados para um hospital da região; ninguém foi recapturado até agora

Dez adolescentes fugiram nesta sexta-feira da unidade Fazenda do Carmo da Fundação Casa, na Zona Leste de São Paulo. Segundo a instituição, os internos agrediram funcionários da entidade e pularam o muro do local. Ninguém foi recapturado até agora.

Na tentativa de impedir a fuga, três servidores da casa de internação foram agredidos pelos adolescentes. Eles tiveram ferimentos leves, foram encaminhados para um hospital da região e passam bem. A unidade, que tem capacidade para 65 internos, mantinha 63 menores em suas instalações.

Segundo nota divulgada pela assessoria da Fundação Casa, uma sindicância será aberta para investigar as circunstâncias da fuga. O Judiciário e os familiares dos internos serão informados sobre a ocorrência.

Fuga - No dia 12 de agosto, 59 menores fugiram da unidade da Fundação Casa do bairro do Itaquera, na Zona Leste da capital. Foi a maior fuga de internos do ano no estado de São Paulo. A última havia sido registrada no dia de 30 de julho, quando 32 adolescentes escaparam da unidade de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo.

A fuga começou quando 29 funcionários da instituição foram tomados como reféns, entre eles estava o diretor da unidade. Em seguida, os adolescentes pularam o muro do centro de internação e escaparam – apenas dezessete foram recapturados.

No mesmo dia, ocorreu uma rebelião em outra unidade da Fundação Casa, na Vila Leopoldina, na Zona Oeste de São Paulo. Doze servidores da casa foram feitos reféns e colchões foram queimados no saguão do edifício. Não houve fuga na unidade.


http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/dez-internos-fogem-de-unidade-da-fundacao-casa

Adolescentes fogem da Funase do Cabo - PE

Cinco adolescentes fugiram, na madrugada desta quinta-feira, da unidade da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) no Cabo de Santo Agostinho, Litoral Sul de Pernambuco. Dois deles já foram recapturados.

Este é o segundo caso de fuga registrado na Funase do estado em menos de uma semana. No domingo passado 92 adolescentes escaparam do Centro de Internação Provisória (Cenip) do Bongi, na Zona Oeste do Recife. O local, ligado à Funase, recebe adolescentes de 12 a 18 anos em conflito com a lei.


Fuga na Funase do Cabo de Santo Agostinho (Foto: Isa Maria/TV Globo)
Fuga na Funase do cabo de Santo agostinho
foto: Isa M<aria/Rede Globo
Policiais do Batalhão de Choque fizeram uma revista dentro da unidade. Em nota, a Secretaria da Criança e da Juventude informou que a Polícia continua as buscas e a Corregedoria da Funase abrirá uma sindicância para investigar o caso. Atualmente, o local, que tem capacidade para 166 pessoas, abriga 396 jovens dos 17 aos 21 anos autores de ato infracional.
Ao todo, 58 já foram encontrados.

As buscas continuam e um inquérito administrativo foi aberto para investigar o caso. A maior fuga da unidade aconteceu por volta da 1h30, quando os jovens quebraram os cadeados das alas e pularam o muro da unidade.


Reforma - Na terça-feira passada o governo do estado iniciou a demolição do prédio para dar início à construção de um novo Cenip, que deve ser modelo no estado. O espaço contará com 240 vagas e irá atender adolescentes de 12 aos 18 anos que aguardam a sentença do juiz da Vara da Infância e da Juventude. Os jovens permanecerão no local por, no máximo, 45 dias, período em que passam por julgamento e são liberados ou enviados a outras unidades.

FONTES:
Pernambuco.com

G1

Servidores são acusados de facilitarem fuga no Pomeri

Eles sabiam de existência de buraco em cela e nada fizeram para resolver, diz portaria

A Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) e a Auditoria Geral do Estado (AGE) investigam, por meio de uma sindicância administrativa, a conduta de cinco servidores que teriam facilitado a fuga de três adolescentes do Centro Socioeducativo de Cuiabá, em novembro de 2011. 


Os investigados são a assistente social Cleonirdes Reis de Souza Silva, que à época era Gerente da Internação Masculina, e os agentes orientadores Vicente Publio de Souza, Paulo Roberto Bispo de Freitas, Wherley Batista Rocha e Ivo Martins dos Santos.

Luiz Antônio Possas, secretário de Justiça
e Direitos Humanos
Segundo a portaria, no dia 16 de novembro de 2011, Cleonirdes, Vicente e Paulo ficaram sabendo da existência de um buraco na parede do quarto 3 e na laje pré-moldada do quarto 4, ambos da Ala I, e não providenciaram o conserto, o que teria facilitado a fuga dos adolescentes A.S.L., D.H.R.A. e J.F.S., ocorrida no dia seguinte.

A sindicância vai apurar ainda a denúncia de que Wherley e Ivo, escalados para o plantão na Ala I da internação masculina no dia 17 de novembro, também sabiam da existência dos buracos e não estavam atentos às suas funções, o que teria favorecido a saída dos menores infratores.

A portaria que instaura a sindicância do caso foi publicada no Diário Oficial que circulou dia (19), e é assinada pelo secretários Luiz Antônio Possas de Carvalho e José Alves Pereira Filho, respectivamente, da Sejudh e AGE.

Os trabalhos serão coordenados pela servidora Sandra Aparecida de Oliveira Miranda. O prazo é de 30 dias, podendo ser prorrogado por igual período.

FONTE:
MidiaNews

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Divergência entre noticias de fuga de internos no CENAM de Aracaju

Três jovens fogem durante princípio de rebelião no Cenam em Aracaju

Incidente ocorreu por volta das 6h30 da manhã.
Agentes de medidas socioeducativas conseguiram controlar o tumulto.

Três adolescentes fugiram durante um princípio de rebelião no Centro de Atendimento ao Menor (Cenam), na Zona Oeste de Aracaju (SE), no início da manhã desta quinta-feira (22).
De acordo com a polícia, o incidente ocorreu por volta das 6h30 da manhã.
Os adolescentes que conseguiram escapar pertenciam à mesma ala.
O princípio de tumulto foi rapidamente controlado pelos agentes de medidas socioeducativas. A polícia realiza buscas na região para tentar localizar os menores.

NOTICIA DA GLOBO
http://g1.globo.com/se/sergipe/noticia/2013/08/tres-jovens-fogem-durante-principio-de-rebeliao-no-cenam-em-aracaju.html

Tentativa de fuga no Cenam nessa quinta-feira, 22

Na manhã dessa quinta-feira, 22, houve uma tentativa de fuga no Centro de Atendimento ao Menor (Cenam). De acordo com agentes de medidas socioeducativas da Fundação Renascer cinco internos tentaram fugir. 

(Foto: Arquivo Portal Infonet)
Uma rebelião foi iniciada na unidade e os internos precisaram ser contidos pelos próprios agentes que se preparavam para a troca de plantão. Os agentes contaram ainda que apesar do clima tenso conseguiram impedir que mais uma fuga ocorresse na unidade.

Policias da Tropa de Choque da Polícia Militar que estavam no local confirmaram a  tentativa de fuga no Cenam. Os militares garantiram que nenhum dos internos conseguiu escapar. “Nós não fomos acionados em nenhum momento”, disse um dos policiais que não quis se identificar.

A assessoria de comunicação da Fundação Renascer afirmou que os internos tentaram fugir a partir da Ala 02 do prédio do Cenam. A assessoria explicou que os internos chegaram a sair da ala, mas na hora havia troca de plantão dos agentes de segurança, o que impediu a fuga.

No final de semana houve fuga na Unidade Socioeducativa de Internação Provisória (Usip), onde dois internos conseguiram escapar. As fugas ocorrem durante a greve dos agentes de segurança e de medidas socioeducativas que permanecem mobilizados há cerca de 20 dias.

Por Iracema Santanna e Kátia Susanna

FONTE:
Logotipo Infonet
http://www.infonet.com.br/cidade/ler.asp?id=148296

agente socioeducativo "PROFISSÃO PERIGO"

A Rebelião

Este é um dos acontecimentos limítrofes com o qual o agente é obrigado a lidar: a rebelião. Esta situação provocada, organizada, planejada e executada pelos menores expõe todos os agentes a uma condição de risco extremo de serem feitos reféns, de agressões violentas e de morte.





TRAUMAS
Além destes riscos, os trabalhadores, após terem vivenciado uma rebelião, possivelmente apresentarão, em um primeiro plano, sintomas de estresse pós-traumático e em outros planos poderão sofrer sérias mudanças na sua postura profissional, bem como implicações sobre continuar ou não trabalhando .

Como surge então uma rebelião? Quais fatores ou condições propiciam a sua eclosão? Quais os seus objetivos?

Segundo os próprios agentes, a rebelião, tem diferentes nuances e facetas. É sem dúvida uma situação extrema, quando as formas de controle objetiva e subjetiva já não encontram continência e nem tampouco surtem efeito: O jeito é “virar a casa”, ou seja, tomar o controle, desorganizar, destruir, queimar, extrapolar todas as barreiras, mesmo que o preço seja a própria vida.

Apesar desta desorganização e destruição, em geral elas têm objetivos bem definidos: rebeliões são organizadas para disputa de grupos rivais; para agredir os funcionários (para “zuar o funça”, na linguagem do menino), em geral bem definidos anteriormente em função da relação deste com os meninos e de sua postura no pátio; para dominar a casa ou para fugir.

Os agentes experientes identificam algumas situações e momentos
em que pode emergir uma rebelião.
A “casa desandada” , nas mãos dos meninos com a conivência do diretor “paga pau” "madeirão"
e de agentes sem uma postura firme, pode abrir precedentes para troca de favores, como levar celular, e até drogas para dentro das unidades, favorecer a ausência de rotina e a resistência a esta rotina por parte dos meninos.
Além disso, outros indícios são descritos como: o uso da “touca ninja” o “bater grade”
; o ficar cochichando em grupos; o cantar em grupo para dissimular o ruído da confecção de armas brancas ( Naifas“estiletes, highlander” etc); a retirada dos parafusos das trancas (usados para produção de armas), “além de um espírito de rebelião, uma tensão que é sentida no ar e a gota d’água que faz a coisa desandar”.

No entanto, apesar das providências tomadas e de se chamar o reforço, o “choquinho” nem sempre atende a solicitação de imediato e aí as conseqüências do atraso são as agressões, a destruição, as fugas etc.
E em várias ocasiões, exige-se do agente, em sua atividade de trabalho, o uso da violência para a contenção do menino.

Esta é uma questão séria e complexa, pois este mesmo agente do qual se exige uma postura de contenção, pode ser demitido por justa causa em função desta exigência após 
o final da rebelião.


As rebeliões muitas vezes têm saldo bastante negativo, tanto para meninos como para agentes, sejam por agressões, acidentes de trabalho, óbitos etc.
Pode ocorrer também a culpabilização do funcionário e o afastamento de grande número de agentes de uma mesma unidade motivado por doença pós-rebelião, por demissões por justa causa ou por
demissão espontânea.

Os agentes são tomados por sentimentos e emoções contraditórias quando em situações de tumulto, agressões ou de rebeliões.
Pensando em termos da teoria do estresse, verifica-se claramente o estado de alerta que
é disparado a partir de um estímulo de perigo e as reações de fugir ou de lutar. (*1)

por isso intitulei está postagem  "Profissão Perigo"

No decorrer deste tempo as coisas  não mudaram, a não ser nos numeros (se é que mudou mesmo).


FEBEM um passado não muito distante !

coragem para enfrentar a policia ! e força para não ser capiturado !




40 funcionários Reféns, espancados, 3 em estado grave e um  morto





Brincadeira de criança dentro da FEBEM  (AINDA DIZEM QUE ELE NÃO DISSE NADA)



(*1) texto extraido do livro "Monitor da Febem" editado por Rones Marciel
também publicado no Funça News  17/12/2011
http://funcanews.blogspot.com.br/2011/12/rebeliao.html

Interno da Fundação Casa Piracicaba começa a praticar jiu-jítsu para 'vencer na vida'

Interno da Fundação Casa de busca mudança de vida pelo jiu-jítsu em Piracicaba (Foto: Fernanda Zanetti/G1)
Um jovem de 18 anos, interno na Fundação Casa de Piracicaba (SP), quer mudar sua história por meio do jiu-jítsu. Com liberação prevista para este mês, o rapaz disse ao G1 que tem novos objetivos na vida. “Quero mudar, começar a trabalhar, terminar os estudos e continuar lutando. Quero ser um vencedor”, afirmou.
O adolescente foi apreendido em Campinas (SP) por tráfico de entorpecentes e encaminhado para a unidade de Piracicaba há sete meses. “Cheguei à fundação muito mal, usava drogas e brigava com a minha família. Saí da minha casa em Capivari, me mudei para Campinas e aí fui pego vendendo droga.”
O jovem atribui a mudança de postura a Deus e às pessoas a seu redor. Ele ainda afirmou que chegou quase morto à Casa e que, depois de dois meses no local decidiu mudar de vida.

A luta surgiu como um desejo de seguir os passos da atleta Douglas Gomes Brasil, jovem que também foi interno da Fundação Casa de Piracicaba e hoje é considerado um dos melhores atletas da modalidade no Brasil.
“Eu vi que o Douglas mudou o futuro dele e eu também quero fazer isso. Ele é meu espelho. Sei que nada na vida é fácil, mas sei também que as vezes a gente cai e pode se levantar. E eu quero me levantar. Quero mostrar a diferença para minha família e mostrar que sou um vencedor.”

O jiu-jítsu
Há pouco mais de um mês, o rapaz revelou para o diretor da Fundação Casa, Flagas Rodrigues Lopes, que tinha vontade de lutar. “Eu percebi nos olhos dele que ele queria mudar. Primeiro, ele foi levado a dois eventos para a gente saber como seria o comportamento nesses ambientes. Naquele momento, tivemos certeza de que ele realmente queria mudar.”
Após o pedido, o jovem disse que ficou esperando a reposta do diretor e não sabia se o desejo seria atendido, mas que não perdeu as esperanças. Uma semana depois, o rapaz recebeu a notícia de que poderia fazer um teste em uma academia.
&quot;Quero mudar a minha vida. Quero ser um vencedor&quot;, diz jovem (Foto: Fernanda Zanetti/G1)
Dia do teste
“Eu ia fazer o teste no dia 22 de julho, mas teve aquela chuva na cidade e, infelizmente, a academia foi alagada. Mas o teste foi feito na mesma semana e passei. Fiquei muito feliz. Tenho treinos às segundas, quartas e sextas, mas meu treinador disse que mais para frente quer que eu pratique diariamente.” O diretor da Fundação Casa afirmou que o jovem foi aceito por seu potencial e que o treinador prepara o rapaz também para lutar MMA (sigla em inglês para artes marciais mistas).
A saída
Apesar de a família do rapaz morar em Capivari, ele disse que quer permanecer em Piracicaba para continuar os treinamentos, terminar os estudos e arrumar um emprego. “Todo jovem que está aqui, quer sair. Uns optam por não mudar de vida, mas eu não. Vou ser diferente, vou mudar e ser o orgulho da minha família e do senhor Flagas, que me deu a oportunidade que jamais vou esquecer.”

http://g1.globo.com/sp/piracicaba-regiao/noticia/2013/08/interno-da-fundacao-casa-comeca-praticar-jiu-jitsu-para-vencer-na-vida.html

Carcereiro é agredido por dois menores

O policial civil mais experiente em termos de sistema carcerário na Região do Alto Tietê, Jaércio da Cunha Braga, de 49 anos, foi espancado a pauladas, às 12h45 de ontem (20), nas dependências da Cadeia Pública de Mogi, a qual conta com cerca de 80 detentos. Dois infratores, de 16 e 17 anos, são apontados como autores da tentativa de homicídio contra o policial civil. Eles negaram, porém, que na madrugada de ontem, estivessem envolvidos com mais três adolescentes em uma tentativa de fuga no presídio local.
A ação mobilizou os policiais do presídio e também do Setor de Investigações do Distrito Central. A dupla foi contida e com o menor, de 16 anos, foram encontradas as chaves das celas e da carceragem. Apesar das evidências, os suspeitos negam.
Pedaço de pau teria sido usado para agredir carcereiro (Foto: Laércio Ribeiro/ O Diário de Mogi)No final da tarde, o juiz de Direito Gióia Perini, após acatar avaliação do Ministério Público, decidiu remover o menor, de 16 anos, para uma das unidades da Fundação Casa, na Capital. O comparsa dele, de 17 anos, deve retornar para a Fundação Casa, em Ferraz de Vasconcelos, de onde fugiu recentemente.
No começo da noite, o chefe Braga já havia sido submetido a vários exames na Santa Casa de Mogi, principalmente, na cabeça, altura da nuca, e em um dos joelhos, o qual teria sido estourado a golpes de pau. De madrugada, o grupo já havia agredido o carcereiro de plantão Antônio Bonfim, de 38 anos, durante uma tentativa de evasão.


http://odiariodemogi.inf.br/policia/policia/18007-carcereiro-e-agredido-por-dois-menores-.html

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Após maior fuga já registrada em PE, 58 internos da Funase são recapturados

Quase cem adolescentes quebraram cadeados das alas e pularam o muro da fundação

Após mais de 90 menores escaparam de uma unidade da Funase (Fundação de Atendimento Socioeducativo), em Recife, 58 adolescentes foram recapturados.  Essa foi a maior fuga de detidos já registrada em Pernambuco.

Superlotação é um dos problemas do local
reprodução rede/record
Na madrugada de domingo (19), 92 adolescentes fugiram da fundação. Eles quebraram os cadeados das alas e pularam o muro que dá acesso a rua. As câmeras de segurança gravaram a ação dos menores.

Um agente que trabalha na unidade denunciou à Rede Record a falta segurança do local. Ele disse que o local tem três guaritas, mas não há agentes dentro delas. Ele contou ainda que já aconteceram outras fugas, mas que elas são abafadas para a população.


A superlotação também é um problema no local. A fundação abriga atualmente 254 internos, mas só tem capacidade para 90.

A fuga fez com que o governo do Estado antecipasse a construção de uma nova unidade da Funase. O prédio será erguido no mesmo terreno e deve ficar pronto em 12 meses.  As obras devem começar nesta terça-feira (20) em uma ala desativada da unidade e com isso não haverá necessidade de transferir os internos.

A Secretaria da Criança e do Adolescente abriu sindicância para apurar se houve facilitação dos agentes na fuga dos menores.


FONTE:
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Menores infratores provocam incêndio em unidade socioeducativa

Adolescentes atearam fogo em colchões na unidade de semiliberdade.
Diretor do ISE afirma que é a primeira vez que caso é registrado na unidade.

Adolescentes infratores, entre 15 e 19 anos, incendiaram colchões e roupas no Centro de Apoio à Semiliberdade, Egresso e Família (Casef) do Instituto Socioeducativo (ISE) do Acre nesta terça-feira (20), em Rio Branco. 

casef acre (Foto: Veriana Ribeiro/G1)
Menores queimaram colchões na unidade
(Foto: Veriana Ribeiro/G1)
Os bombeiros foram chamados para apagar o fogo e cinco adolescentes, suspeitos de terem iniciado a ocorrência, foram encaminhados para a delegacia. Representantes da direção da unidade e do sindicato de agentes socioeducativos não souberam informar quais os motivos ou reivindicações que levaram os menores a cometerem esses atos.
De acordo com Betho Calixto, presidente do Sindicato de Agentes Socioeducativos do Acre, o incêndio só trouxe prejuízos materiais, ninguém saiu ferido, mas o clima ficou tenso na unidade. "Após a chegada do Corpo de Bombeiros e de eles terem normalizado a situação, alguns adolescentes ainda ficaram afoitos, colocando algumas situações que poderiam colocar em risco o plantão da unidade", afirmou.
Considerando o ato como vandalismo, Calixto desconhece o motivo para os adolescentes terem iniciado o incêndio, porém, afirma que existe uma vontade dos menores infratores de se impor dentro da unidade. "Às vezes os adolescentes fazem isso sem ter motivo nenhum, mas às vezes é apenas para amedrontar os profissionais dentro do sistema e querer impor um tipo de autoridade que não é dele, porque quem manda são os profissionais, os servidores, e eles tentam reverter esses papéis", afirma.

O presidente do sindicato reclama também do efetivo para as unidades do ISE. "Trabalhamos com cinco socioeducativos para tomar de conta de 30 até 50 adolescentes. Isso é inadmissível, o sistema que regulamenta deixa claro que temos que trabalhar com um profissional para 5 adolescentes. O sistema que foi hoje alvo de vandalismo dispõe de adolescentes de alta periculosidade. Tínhamos que ter um aumento e colocar instrumentos que garantissem a seguranças desses profissionais", afirmou.
Para o diretor de atendimento em meio fechado do ISE, Leonardo Carvalho, não é necessário aumentar o efetivo na unidade de semiliberdade. "Não é preciso, até pelo perfil, são adolescentes que já estão em semiliberdade, não de internação. Ele tem históricos de atos infracionais e são sujeitos a praticarem outros atos. Mas o fato de ter mais socioeducativos não impediria isso. Isso poderia acontecer dentro da escola, são adolescentes", assegurou.
As medidas de semiliberdade é uma transição do menor infrator da internação para o meio aberto, possibilitada a realização de atividades externas em convívio com a sociedade, independentemente de autorização judicial, mas limitando em parte o direito de ir e vir. "Eles não ficam presos lá dentro de cela, eles estão o dia inteiro em atividades na unidade de escola e profissionalizante", explica.
De acordo com Carvalho, atos como esse podem acontecer, mas é a primeira vez que um caso dessa natureza é registrado na unidade de semiliberdade. Ele afirma que o caso será apurado e que os adolescentes podem voltar a ficar internados.  "Nós vamos encaminhar um relatório para o juiz da infância, que acompanha esses menores, para tomar as medidas cabíveis. Vai ter uma audiência e eles podem até voltar para o meio fechado e ficar internados", afirmou.

FONTE: G1

Cidade Alerta imagens Exclusivas de Rebeliões de menores e Agressões a funcionarios

MARCELO REZENDE DIZ:
"Aqueles que estavam espancando tem que ser punidos conforme a lei: mas eu não vejo comissão de Direitos Humanos na casa de nenhum funcionario...MOSTRA AS IMAGENS AI...NINGUÉM VAI LÁ  DEFENDER ESTE HOMEM QUE APANHOU

 "Tem um numero que exemplifica bem qual é a realidade que os funcionários vivem
12.400 em todo o estado de São Paulo, 1.200 estão afastados a maioria por causa de problemas psicológicos, problemas estes que vem das estruturas que eles tem diariamente " (Fernanda buger)

VEJA O VIDEO: