sexta-feira, 4 de abril de 2014

Diretor da da Fundação CASA ferido em rebelião está internado com fraturas

Infratores usaram facas e pedaços de ferro e madeira durante o motim, que durou quase três horas

Diretor foi internado em estado muito grave, depois de uma rebelião na Fundação CASA, Ele foi violentamente agredido pelos adolescentes infratores, que enrolaram em um tecido e tentaram colocar fogo no corpo dele

O diretor da Fundação Casa do Itaim Paulista (encosta Norte), , Ozório Rodrigues da Silva Filho, está internado com fratura em uma das mãos e alguns ferimentos pelo corpo após ser agredido durante uma rebelião na unidade, na tarde de quinta-feira.



 Ele está internado no Hospital Vitória, na Zona Leste,mas a família não autorizou a divulgação de boletim médico sobre o seu estado de saúde. Segundo a Fundação Casa, o diretor sofreu fratura em uma das mãos e os médicos avaliam se será necessária uma cirurgia.

O motim começou dentro da sala de informática, depois que um dos internos arremessou um computador contra um funcionário. Ao todo, sete funcionários ficaram reféns. Segundo a polícia, o motivo teria sido uma tentativa de fuga frustrada. O diretor da unidade foi o primeiro a ser feito refém. Osório Rodrigues da Silva Filho foi agredido com socos, pontapés e golpes de madeira, como conta o delegado Mateus Cintra de Andrade.

— Após eles se rebelarem, o diretor tentou intervir para acalmar os ânimos, acalmar a rebelião. Nesse momento, ele foi feito refém. Os outros funcionários vendo essa conduta, tentaram ajudar o diretor e também foram feitos reféns.

 O diretor e outros três funcionários foram agredidos.

 O diretor foi agredido com pedaços de pau, foi envolto em alguns tecidos, chegaram a tentar colocar fogo no diretor. Os outros funcionários, vendo essa conduta, passaram a tentar ajudar o diretor e igualmente foram feitos reféns .Os outros três funcionários foram agredidos na cabeça com pedaços de madeira . Um deles teve ferimentos na testa e atrás da orelha, com forte sangramento.

Os internos que participaram da rebelião prestaram depoimento na delegacia durante a madrugada. A polícia disse que 12 vão responder por tentativa de homicídio, lesão corporal e dano contra o patrimônio.
Dos 12 internos que serão indiciados, dez já completaram 18 anos e estão na Fundação Casa porque começaram a cumprir pena quando ainda eram menores.

FONTE da matéria : O Globo, R7





Infelizmente companheiros a situação do diretor Ozório do encosta norte, esta gravemente ferido, com traumatismo craniano, dois bracos quebrados. Passou por cirurgia, e esta em UTI. Colocamos esse trabalhador nas maos de Deus, e que tenha breve recuperação.
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extraido do facebook

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Rebelião Fundação Casa em Itaim Paulista

Adolescentes da Fundação Casa do Itaim Paulista fazem rebelião e mantém funcionários reféns

Ação aconteceu após uma tentativa de fuga frustrada; cinco pessoas estão em poder dos jovens

Ainda
conforme a assessoria, o centro tem capacidade para acolher 60 infratores, mas
tem atualmente 55, operando abaixo da capacidade

Depois de uma tentativa frustrada de fuga da unidade Encosta Norte, no Itaim Paulista, internos da Fundação Casa fizeram sete funcionários reféns. Segundo informações da Fundação Casa, dois funcionários já foram liberados, mas cinco permanecem reféns dos internos desde as 16h30 de hoje (3).

A Fundação Casa informou que, no momento, representantes da corregedoria e da superintendência de segurança da fundação estão no local tentando negociar com os internos. A unidade Encosta Norte tem capacidade para 60 internos e é ocupada atualmente por 55 jovens e adolescentes.

fonte: noticia
http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2014-04/internos-da-fundacao-casa-em-sp-fazem-funcionarios-refens
fotos
http://noticias.r7.com/sao-paulo/fotos/adolescentes-da-fundacao-casa-do-itaim-paulista-fazem-rebeliao-e-mantem-funcionarios-refens-03042014#!/foto/4






Adolescentes da Unidade da Fundação CASA de Encosta Norte em rebelião ameaçaram, torturaram e espancaram 5 trabalhadores, um deles foi liberado e encaminhado ao PS. A situação ainda não controlada. Houve uma fuga, no entanto o adolescente já foi recapturado pela polícia.

Funcionários da Fundação Casa pedem melhorias

Funcionários da Fundação Casa, antiga FEBEM, fizeram um protesto hoje em São Paulo. Eles pedem melhorias nas condições de trabalho e mais segurança. A categoria promete entrar em greve no dia 10. Em paralelo, denúncias de agressões de funcionários contra jovens são investigadas. Por meio de nota, a Fundação Casa afirmou que não compactua com atos de violência e que já instaurou uma apuração interna. Segundo o texto, assim que for notificada pela justiça, a entidade tomará as devidas providências. Repórter: Sabrina Pires

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Funcionários da Fundação Casa protestam em SP

Grupo segue até o Tribunal Regional de Trabalho; categoria pede reajuste salarial



Funcionários se reuniram na frente do Masp nesta manhã Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo

Cerca de 1000 funcionários da Fundação Casa realizam um protesto na região central de São Paulo na manhã desta quarta-feira (2). Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) o grupo começou o ato em frente ao Masp (Museu de Arte de São Paulo). A Polícia Militar informou que os manifestantes começaram o deslocamento por volta das 10h35 com carro de som. A categoria pede reajuste no piso salarial.

Em nota, os trabalhadores informaram que o ato é uma forma de sensibilizar o governo sobre os problemas enfrentados pela categoria. De acordo com o comunicado, o destino do protesto é o Tribunal Regional do Trabalho com finalização em frente a Secretaria de Justiça.

Greve

Em assembleia realizada no último sábado (29), funcionários da Fundação Casa decidiram entrar em greve a partir do dia 10 de abril.  De acordo com nota divulgada pelo Sitraemfa (Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência e Educação à Criança, ao Adolescente e a Família do Estado de São Paulo), trabalhadores de todo o Estado vão aderir ao movimento.


Uma proposta de reajuste de 3,97% oferecida pela instituição não foi aceita pelos funcionários. Entre as principais reivindicações dos trabalhadores estão um reajuste real de 53,63% no piso salarial, reposição de perdas, isonomia do Plano de Cargos e Salários e segurança nos locais de trabalho.


R7-logo
http://noticias.r7.com/sao-paulo/funcionarios-da-fundacao-casa-protestam-em-sp-02042014    

Ato critica a falta de apoio à Fundação Casa

Em estado de greve, os trabalhadores que atuam na Fundação Casa promovem nesta quarta-feira uma manifestação em frente ao Masp (Museu de Arte de São Paulo), na Avenida Paulista.

Os servidores pretendem chamar a atenção para a campanha salarial da categoria e para os problemas estruturais que existem na instituição.

“O protesto serve até para que o governo veja nossas reivindicações. Nós enviamos nossa proposta para o governador Geraldo Alckmin. Hoje nós temos pessoas que ganham apenas um salário mínimo e meio. Nós estamos fazendo o papel do estado, que é ressocializar estes adolescentes. Então, nada mais justo do que termos  um salário condizente”, reclama Aline Salvador, secretária de políticas sociais do Sitraemfa (Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência e Educação à Criança, ao Adolescente e a Família do Estado de São Paulo).

Ela lembra que a questão não é apenas a remuneração dos servidores. “Às vezes, em algumas unidades o colaborador não tem sequer um local para almoçar. O estado não dá estrutura para que exerçamos nosso trabalho”, completa.

Até o momento, as negociações não avançaram e a greve teve data estipulada para iniciar no dia 10 de abril, depois que a administração pública ofereceu um aumento de 3,97% aos trabalhadores. “Eu considero um insulto para os servidores este valor. O problema não é a Fundação (Casa), o problema é o governo estadual, que trata o trabalhador como se fosse lixo e só faz coisas para a elite”, afirma Aldo Damião, presidente do Sitraemfa.

Fundação Casa/ A instituição afirma que continuará negociando com os trabalhadores e fará o possível para resolver a situação antes da data que está prevista para a greve. “A proposta  apresentada pelo governo de São Paulo  é de aumento de 3,97% mais 2,20% de revalorização salarial. Um total de 6,17%. O acréscimo também se estende aos benefícios dos servidores. A fundação lembra que a execução das medidas socioeducativas de sua responsabilidade é de prestação de serviços 24 horas por dia, de forma que os jovens e familiares não podem ser prejudicados pela decisão sindical”, afirmou.
 
http://www.diariosp.com.br/mobile/noticia/detalhe/66335/Ato+critica+a+falta+de+apoio+a+Fundacao+Casa

Trabalhadores da Fundação Casa ameaçam entrar em greve a partir do dia 10

Servidores pedem 53,63% de reajuste e denunciam descaso do governo estadual com recuperação de jovens. Entidade oferece 3,97% para salários e benefícios e 2,2% por valorização
 
 
Sitraemfa
passeata_fundacao_casa (1).JPG
Trabalhadores da fundação realizaram hoje passeata pelo centro da capital informando sobre problemas

São Paulo – Trabalhadores da Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente (CASA) ameaçam entrar em greve, por tempo indeterminado, a partir da próxima quinta-feira (10). Na sexta (4), às 10h, ocorre uma negociação entre os representantes da Secretaria de Planejamento e do sindicato da categoria com a presidente da instituição, Berenice Maria Giannella.

Na manhã de hoje (2), agentes socioeducativos, enfermeiros, psicólogos, pedagogos, professores, entre outros servidores que atuam na Fundação Casa, saíram em passeata do vão livre do Masp, na avenida Paulista, até a Secretaria da Justiça, no Pátio do Colégio, centro, para denunciar à população as más condições de trabalho e o descaso do Governo do Estado com a recuperação de jovens internos em unidades superlotadas.

Passados 50 dias da entrega da pauta de reivindicações (3 de março), a diretoria da entidade ofereceu reajuste de 3,97% para reposição da inflação, valendo do Índice de Preços ao Consumidor medido pela Fipe, e 2,2% a título de valorização. Os servidores pedem 53,63%. O índice é composto pelos percentuais de 5% para aumento real, 7,2% para reposição da inflação no período, 8,43% para recomposição de perdas acumuladas entre 2002 a 2013, segundo estudo realizado pelo Dieese, 3% para pagamento a título de produtividade e 30% para compensar o reajuste no plano de saúde.

“A proposta é uma provocação para a categoria. Sem contar que a troca do nosso plano de saúde (da Intermédica para Amil) prejudicou muitos trabalhadores, pois há muitos locais do interior que não atendem o novo. Estamos pagando caro por uma assistência médica que não podemos usar”, disse o presidente do sindicato, Aldo Damião Antonio.

A Fundação Casa é vinculada à Secretaria de Estado da Justiça e da Defesa da Cidadania, com a missão de aplicar medidas socioeducativas de acordo com as diretrizes e normas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e no Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase). Para os trabalhadores a fundação “é um modelo carcerário onde as medidas socioeducativas não estão ressocializando”, afirma Antonio.

Segundo assessoria de imprensa da Fundação Casa (que estava presente na manifestação dos servidores desta manhã) a instituição “lembra que a execução das medidas socioeducativas de sua responsabilidade (atendimento inicial, internação provisória, internação, semiliberdade) é de prestação de serviços continuada (24 horas), de forma que os jovens não podem ser prejudicados por decisão sindical”, em caso de greve.

Com data-base em 1º de março, os trabalhadores pedem em caráter de urgência melhores condições de trabalho e mais contratações. Segundo informações do Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência e Educação à Criança e Adolescente (Sintraemfa), atualmente existem cerca de 13 mil trabalhadores, divididos nas 178 unidades da fundação, em todo o Estado de São Paulo. Segundo a entidade, seria necessário 40% a mais de trabalhadores para que fosse garantido o mínimo de segurança.

“Cada funcionário é responsável por cerca de 10 adolescentes, mas tem unidades com 120 internos e cinco trabalhadores, ou com 90 menores e dois agentes. Como é que você vai controlar um tumulto em um lugar assim?”, pergunta o agente de pátio, função responsável pela segurança nas unidades, que preferiu não se identificar, com medo de sofrer represálias.

O assédio moral também é uma prática existente em todas as unidades, o que também leva a afastamento por doenças psicológicas ou psiquiátricas. “Ou nós compactuamos com os diretores ou com aqueles que praticam os maus tratos, e aí fica muito difícil ver o cumprimento das medidas sócio educativas, porque a Fundação Casa é um 'clube de amigos'. Isso é muito sério, há um grave problema de gestão ali e quando denunciamos os maus tratos somos perseguidos, sofremos assédio moral, não recebemos promoções, e por aí vai”, afirma uma servidora que trabalha como agente educacional eque também não quis se identificar.

“Aqui é lugar para a gente recuperar gente. Queremos devolver à sociedade um adolescente, em conflito com a lei, recuperado. Queremos condições de trabalho para isso para que um dia essa fundação funcione para isso”, conclui Antonio.

http://www.redebrasilatual.com.br/trabalho/2014/04/trabalhadores-da-fundacao-casa-ameacam-entrar-em-greve-a-partir-do-dia-10-8124.html

Alckmin encaminha projeto para privatizar Saúde e Educação

O projeto de lei prevê a terceirização imediata de serviços públicos no estado, como a Fundação Casa

 

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, quer “transformar o estado numa grande organização social”, adverte o deputado Adriano Diogo (PT). O tucano enviou o PLC 62/203 a Assembleia Legislativa em regime de urgência constitucional.
O projeto de lei prevê a terceirização imediata de serviços públicos no estado, como a Fundação Casa, o Investe São Paulo e as unidades de conservação ambiental, além dos serviços das Secretarias estaduais de Saúde, Portador de Necessidades Especiais, Cultura e Esporte.
“Com o PLC 62/2013, o governo paulista busca salvar o essencial para o projeto político do PSDB, que é a lei 846/2008, das Organizações Sociais, atacada que foi na Justiça”, alerta o deputado estadual Carlos Neder (PT). “De quebra, aproveitar a atual correlação de forças para ampliar a privatização do Estado e das políticas públicas em São Paulo, com os dividendos já sabidos”.
Alckmin escolheu a deputada Maria Lúcia Amary para guiar o projeto. Não foi por acaso. A tucana é responsável pela relatoria do projeto Dupla Porta, que obrigava hospitais públicos destinarem até 25% dos seus serviços para usuários de planos de saúde e particulares. Ou seja, pacientes da rede pública, usuários do SUS, ficariam ainda mais limitados ao acesso aos hospitais. Em 2012, contudo, a pressão sobre o projeto era tamanha que o Judiciário do estado ingressou com Ação Civil Pública contra a medida, a pedido de entidades e movimentos da área de saúde. A proposta foi vetada.
“Esse projeto aumenta a terceirização, ampliando a privatização das áreas de saúde, cultura, esporte, atendimento ou promoção dos direitos das pessoas com deficiência, de crianças e adolescentes, conservação do meio ambiente”, denuncia Adriano Diogo. “Alckmin vai entregar todas essas atividades do Estado a organizações sociais, sem o menor critério”.
O caso fica ainda mais misterioso. “Como um projeto tão amplo, que envolve cinco secretarias de Estado, foi a plenário sem audiências públicas com essas secretarias?”, acrescenta Diogo.
Para reduzir a ação de opositores, Alckmin concedeu um prazo de 48 horas para manifestações dos relatores, que foi terminantemente cumprido.
Na sua proposta de terceirização, o governador ainda proibiu a participação de membros da comunidade nos conselhos da entidade e destitui a obrigatoriedade do conselho de administração e diretoria.
Com a minoria na Assembleia, o deputado Neder é realista: “a probabilidade de revertemos a situação praticamente não existe”, disse ele em entrevista ao portal Viomundo. Seu remédio para impedir a privatização dos serviços públicos é a manifestação popular. “A imprensa e as redes sociais podem cumprir papel determinante na busca de novas alternativas”.

http://brasildiario.com/noticias/politica-e-economia/alckmin-encaminha-projeto-para-privatizar-saude-e-educacao/

 

Funcionários da Fundação Casa protestam em SP

 Na manhã desta quarta-feira (2) funcionários da Fundação Casa fazem protesto começando pela Av. Paulista, passando pelo tribunal regional do trabalho  até a Secretária de justiça. 


O protesto começou as 10:30 em frente ao Masp na av. Paulista (Museu de Arte de São Paulo) e seguiu em direção a Consolação.

  A categoria pede reajuste no piso salarial e melhoria nas condições de trabalho. 

saida na Av. Paulista em frente ao  do Masp
Em nota, os trabalhadores informaram que o ato é uma forma de sensibilizar o governo sobre os problemas enfrentados pela categoria. De acordo com o comunicado, o destino do protesto é o Tribunal Regional do Trabalho com finalização em frente a Secretaria de Justiça.  

O protesto chegou a fechar uma faixa da avenida Paulista no sentido Consolação, entre 10 e 11h, e duas faixas da rua da Consolação no sentido centro entre 11h e 12h.


O sindicato informou que mil manifestantes estavam no protesto; a polícia disse que foram cerca de 100.
  Pelo menos umas 600 pessoas estava lá sim com certeza












Em Frente ao patio do Colégio e Secretaria de Justiça
Secretaria de Justiça do Estado de SP

Terminou por volta das 14h ufa !! pelo menos 3 horas de caminhada e muito protesto

Greve
Em assembleia realizada no último sábado (29), funcionários da Fundação Casa decidiram entrar em greve a partir do dia 10 de abril.  De acordo com nota divulgada pelo Sitraemfa (Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência e Educação à Criança, ao Adolescente e a Família do Estado de São Paulo)

Uma proposta de reajuste de 3,97% oferecida pela instituição não foi aceita pelos funcionários. Entre as principais reivindicações dos trabalhadores estão um reajuste real de 53,63% no piso salarial, reposição de perdas, isonomia do Plano de Cargos e Salários e segurança nos locais de trabalho.  

Funcionários da Fundação Casa fazem ato no centro da capital

Por Daniel Lomonaco
SÃO PAULO, SP, 2 de abril (Folhapress) - Terminou por volta das 14h um protesto realizado pelo Sitraemfa, sindicato que representa trabalhadores das unidades da Fundação Casa --antiga Febem--, a qual aplica medidas socioeducativas em adolescentes que cometem crimes.
A manifestação tinha o objetivo de pressionar o governo de São Paulo a aceitar as reivindicações da categoria, entre elas o aumento de 53,63% nos salários e a contratação de mais funcionários. Segundo o sindicato, o piso salarial de um agente da Fundação é de R$ 1.200,00 e o aumento oferecido pelo governo foi de 3,97%.
O ato se concentrou no Masp, na avenida Paulista, por volta das 10h de hoje e seguiu pela rua da Consolação até próximo ao Pateo do Collegio, onde se localiza a Secretaria de Justiça do Estado de SP. O sindicato informou que mil manifestantes estavam no protesto; a polícia disse que foram cerca de 100.
A categoria informou que já está em estado de greve e que, no próximo dia 9, será realizada nova assembleia para ratificar a paralisação já marcada para o dia 10. O sindicato afirma representar mais de 5 mil dos 12 mil funcionários da Fundação Casa.
"Atualmente existe uma média de 2 a 3 agentes para cada 60 adolescentes internos. A falta de segurança e o stress no trabalho são muito grandes e uma de nossas reivindicações é a abertura imediata de concurso para agentes no Estado", afirma João Faustino, secretário de Comunicação do Sitraemfa.
Outro lado
A assessoria da Fundação Casa diz que o piso inicial do agente socioeducativo é de R$ 1.748,49 e, após um período experimental de 90 dias, sobe para R$ 1.923,32.
Sobre o aumento oferecido pelo governo, foi informado que na última sexta-feira, o governo do Estado ofereceu um aumento de 3,97% referentes às perdas da inflação, mais 2,20% de revalorização salarial, num total de 6,25% de aumento.
Rebatendo a informação de que tem poucos funcionários, a Fundação Casa afirma que os centros socioeducativos trabalham, no mínimo, com 36 profissionais da área de segurança (coordenadores de equipe e agentes socioeducativos) divididos em quatro turnos.
Segundo a assessoria, uma nova rodada de negociações entre sindicato, Fundação Casa e Secretaria de Planejamento deve acontecer na próxima sexa-feira.
Trânsito
O protesto chegou a fechar uma faixa da avenida Paulista no sentido Consolação, entre 10 e 11h, e duas faixas da rua da Consolação no sentido centro entre 11h e 12h.


http://www.bemparana.com.br/noticia/314756/funcionarios-da-fundacao-casa-fazem-ato-no-centro-da-capital



   

terça-feira, 1 de abril de 2014

Contra condições de trabalho, funcionários da Fundação Casa promovem passeata

Os profissionais da Fundação Casa realizam nesta Quarta-feira, às 10 horas, em São Paulo, uma passeata em protesto contra as condições de trabalho e a defasagem no salário da categoria. 

No último Sabado, mais de mil funcionários do interior, capital e litoral decretaram greve geral a partir do dia 10 de abril.


FOTO MERAMENTE ILUSTRATIVA EXTRAIDA DO GOOGLE 

O objetivo da manifestação é chamar a atenção do governo para que uma nova proposta seja apresentada à categoria. Os trabalhadores reivindicam aumento real de 53,63%, reposição de perdas, isonomia do Plano de Cargos e Salários e, principalmente, segurança nos locais de trabalho.

A passeata terá concentração em frente ao Masp. De lá, os profissionais prometem caminhar até o  Tribunal Regional do Trabalho e a Secretaria de Justiça

http://www.atribuna.com.br/cidades/contra-condi%C3%A7%C3%B5es-de-trabalho-funcion%C3%A1rios-da-funda%C3%A7%C3%A3o-casa-promovem-passeata-1.373778