terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Agente penitenciário confessa ter matado a facadas companheiro no Gama

Após cometer crime, ele tentou se matar tomando veneno


O agente penitenciário Alberto Augusto de Teles Guedes, de 37 anos, foi preso na noite da última segunda-feira (7), após matar a facadas o companheiro Edson Teixeira de Carvalho, 37 anos. O crime aconteceu na casa de Guedes no Gama, região administrativa do DF.

esfaqueado
Edson Teixeira de Carvalho, 37 anos, ficou caído no chão do quarto após 
ser esfaqueado pelo companheiro

Segundo a polícia, tudo começou após o casal ter ingerido bebida alcoólica em um bar. Eles foram para casa onde começaram a discutir. Segundo o agressor, o companheiro o ameaçou com uma faca. Ele conseguiu pegar a arma e esfaqueou o companheiro que caiu morto.

Após o crime, o agente penitenciário que trabalhava no Presídio Feminino do Gama, foi visto na garagem pela irmã, que mora no mesmo lote. Ele estava sujo de sangue confirmou que tinha matado o companheiro. Ela pediu ajuda ao marido, que é policial militar e chamou o socorro.


Na delegacia, Alberto Guedes confessou o crime e disse que toma remédios controlados. Ele ainda teria tomado veneno na tentativa de se matar. A polícia encontrou um caderno com cartas de despedidas.

Por ser agente penitenciário, Guedes está preso na carceragem do Departamento da Polícia Civil no Sudoeste. Ele vai responder por homicídio por motivo passional.

http://noticias.r7.com/distrito-federal/noticias/agente-penitenciario-confessa-ter-matado-a-facadas-companheiro-no-gama-20130108.html

Presos crescem mais do que a população livre


O crescimento da população carcerária no país já é proporcionalmente maior ao de pessoas em liberdade. Segundo levantamento do Instituto Avante Brasil, feito com base em dados do Depen (Departamento Penitenciário Nacional), o número de detentos em prisões pelo país aumentou 511% nos últimos 23 anos,  enquanto a população nacional subiu 30% no mesmo período. Hoje, a taxa prisional é de 288,14 presos por cem mil habitantes.

“O Brasil está prendendo demais. Isso é um exagero porque estão mandando para a cadeia muita gente errada, pessoas que não oferecem nenhum perigo”, diz o jurista Luiz Flávio Gomes, presidente do instituto.
Na opinião dele, só deveriam ficar na cadeia autores de crimes violentos. “Não é que somos contra a prisão.  Criminosos perigosos precisam ficar encarcerados, porém não é sensato lotar presídios com pessoas que não oferecem nenhuma ameaça à sociedade”, argumenta.

O jurista classifica a gravidade de crimes em três modalidades: violentos, fraudulentos e imprudentes (de trânsito). Ele defende a prisão domiciliar como punição a quem não comete crime violento. “Para os demais as autoridades fariam o monitoramento por meio de tornozeleiras eletrônicas pagas pelo próprio preso”, sugere.

PROVISÓRIOS/ No estudo feito pelo instituto chama a atenção o aumento expressivo do índice de presos provisórios (os que aguardam julgamento). Em 1990 eles eram 16,2 mil em todo o país, ou seja, 18% de uma população de 90 mil detentos. Já em 2012, até junho, chegaram a 232.244, representando 42% do total de 549.577 presidiários.
“Houve um aumento de 1.334% no número de presos provisórios em 23 anos. E o mais grave de tudo é que muitos deles permaneceram longo tempo na cadeia e quando foram a julgamento acabaram sendo considerados inocentes”, comenta Luiz Flávio. No mesmo período, segundo o estudo, o número de presos condenados subiu “apenas” 330%.
Na opinião do advogado, o  Judiciário também tem a sua parte de contribuição nesse crescimento populacional das cadeias. “Além de aplicarem penas mais altas, os juízes estão dificultando a libertação e negando mais habeas corpus.”
Estado prende mais, mas não constrói cadeias“Polícia, estado e Justiça estão usando as prisões como instrumento de convencimento popular contra a impunidade”, argumenta Luiz Flávio Gomes. Porém,  apesar do excesso de presos, a violência não diminuiu. “São Paulo é um exemplo clássico. O estado, que em números absolutos mantém a maior população carcerária do país  (36% do total), viu a violência eclodir em 2012”, comenta.

O levantamento também revela que o número de vagas abertas no sistema carcerário não acompanhou a evolução da população. Na média dos últimos 23 anos constata-se que há 64% mais presos do que espaço para alojá-los. E a situação agravou-se em 2012, quando a diferença, apenas nos primeiros seis meses, chegou a 78%. Em São Paulo, o deficit  de vagas passou de 78.206 para 88.635. Enquanto a população carcerária do estado (190.818) cresceu 7%, o total de vagas subiu apenas 3%, chegando a 102.183.

extraido do site
http://servidorespent.blogspot.com.br

Idosa é presa por cultivar maconha na laje de casa


Uma idosa de 69 anos foi presa na tarde desta segunda-feira acusada de plantar 43 pés de maconha na laje da sua casa, no bairro Serraria, em Diadema, na Grande São Paulo. A polícia chegou até sua casa após uma denúncia anônima. Segundo os policiais da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE) de Diadema, quando os investigadores chegaram ao local, a mulher e um idoso de 62 anos, que mora na mesma casa, não deixaram os policiais entrar, solicitando a presença da Polícia Militar.

Policiais encontraram 43 pés de maconha na casa da suspeita Foto: Reprodução

Com a chegada da PM, os investigadores puderam revistar a residência e, na laje do imóvel, os policiais civis encontraram diversas plantas, entre elas 43 vasos com pés de maconha. Inicialmente, a mulher disse que achava que a planta era de tomate, depois disse desconhecê-la. A idosa foi presa em flagrante e indiciada por tráfico de entorpecentes.
Por ser deficiente visual e não ter acesso à laje da casa, o aposentado e ex-marido da idosa foi levado à delegacia apenas como testemunha. A suspeita foi encaminhada à carceragem do 7º DP de São Bernardo do Campo.



http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/sp-mulher-e-presa-por-cultivar-maconha-na-laje-de-casa,2af70f723391c310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

Boliviano é preso com cerca de 50 cápsulas de drogas no estômago

Ele estava em um ônibus que seguia de Campo Grande ao Rio de Janeiro. Operação foi feita em Santo Anastácio-SP


Na noite desse domingo (6), a Polícia Rodoviária prendeu em flagrante um boliviano portando drogas no estômago. Ele estava em um ônibus que fazia o itinerário Campo Grande (MS)-Rio de Janeiro (RJ). O veículo foi parado para patrulhamento de rotina na Rodovia Raposo Tavares, no km 597, em Santo Anastácio.
De acordo com o boletim de ocorrência, assim que identificado, o boliviano foi encaminhado para o Posto de Saúde de Santo Anastácio, porém, como o local não possuía aparelho de raio-x, ele foi levado para a Santa Casa de Presidente Venceslau. Ao fazer o exame, foi constatado que o homem estava com cápsulas de drogas no estômago.
Até o momento ele já expeliu 50 cápsulas, porém, segundo informações do próprio indiciado, ele ingeriu cerca de 70 invólucros. A perícia ainda não confirmou, entretanto os policiais informam que o entorpecente aparenta ser cocaína.
Após o término do procedimento, o boliviano será encaminhado para a Cadeia Pública de Presidente Venceslau



http://www.ifronteira.com/noticia-presidenteprudente-44460



Gato é flagrado entrando em presídio com celular


A Superintendência Geral do Sistema Penitenciário (Sgap) de Alagoas divulgou nesta sexta-feira a apreensão de um gato entrando em um presídio de Arapiraca carregando serras, brocas, um aparelho celular, fone de ouvido, cartão de memória, baterias e um carregador.

Segundo o órgão, o material estava preso no animal com fitas adesivas e seria endereçado a detentos do presídio Desembargador Luiz de Oliveira Souza.

A apreensão ocorreu na noite do dia 30 de dezembro, mas só foi divulgada hoje. De acordo com um dos agentes penitenciários que participaram da captura, o gato foi criado escondido por detentos nas dependências do presídio.


Os agentes acreditam que, em um dia de visita, os familiares de um dos detentos tenham levado o animal para casa, onde prepararam a "encomenda". A superintendência informa que a "nova tática dos detentos" surpreendeu os agentes.



Jornal do Brasil




Veja está noticia de maio do ano passado
29/05/12 01:20 - Regional

Pombo leva celular para detentos

Polícia de Pirajuí confirma dois casos, mas JC apurou que a visualização de aves com volumes nas costas é quase diária

Lilian Grasiela


Reprodução
Pirajuí – Em Pirajuí (58 quilômetros de Bauru), os pombos, tradicionais símbolos da paz, estão sendo “recrutados” para uma função nada pacífica. Desde o início deste mês, aves que têm acesso à Penitenciária I (PI) vêm sendo flagradas com uma espécie de “mochila” adaptada nas costas, onde são armazenados aparelhos celulares e drogas. O JC apurou a ocorrência de pelo menos sete casos do tipo. A Polícia Civil confirma instauração de dois inquéritos para investigar eventual crime.
Em um dos casos, o pombo chocou-se contra o vidro da janela de uma das celas do pavilhão três – provavelmente por não suportar o peso de sua bagagem – e acabou morrendo. Na “mochila” que ele trazia no dorso, foram encontrados um aparelho celular com bateria e chip. Em outro caso, funcionários da unidade capturaram a ave viva, próxima ao alambrado da PI, com um celular e bateria nas costas. Além de telefones, os pombos também estariam levando droga para o interior do prédio.
Ainda não se sabe quem seria o responsável por enviar os produtos ilícitos aos presos da PI e nem quem seria o destinatário. Também não há confirmação oficial sobre a existência de suposto “centro de treinamento” na cidade, criado por criminosos para “ensinar” a nova “tarefa” às aves. Existe a suspeita de que uma chácara próxima à unidade esteja servindo de base para o ato criminoso já que, dificilmente, os pombos conseguiriam percorrer longas distâncias com tamanho peso nas costas.
Especulações parte, o fato é que os pombos têm acesso livre à PI, onde encontram comida e ambiente propício para fazer o seu ninho. Além disso, a não ser pelos casos descobertos recentemente, dificilmente despertariam a desconfiança de agentes, já quer fazem parte do universo da unidade prisional. A localização da PI, na área rural, em meio a diversas propriedades, também dificulta a identificação de eventuais responsáveis pelo crime.
A primeira ocorrência do tipo teria sido registrada no início de maio. Já o segundo caso oficial ocorreu há aproximadamente uma semana. O JC apurou, contudo, que a visualização de pombos voando com dificuldade nas imediações da PI chega a ser quase diária. Em algumas situações, funcionários de plantão tentaram atrair as aves para verificar o que elas transportavam nas costas, mas sem sucesso.
A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) mas, até o fechamento desta edição, apesar dos vários telefonemas e e-mails, não havia recebido retorno.
Investigação
Procurado pela reportagem, o delegado titular de Pirajuí, César Ricardo do Nascimento, confirmou que foram instaurados dois inquéritos para apurar eventual crime. De acordo com ele, a pessoa de fora que promove, por meio do uso de pombos, a entrada de telefones celulares em presídios, infringe o artigo 349-A do Código Penal e, se identificada, pode ser condenada a pena que varia de três meses a um ano de prisão.
“A  Polícia Civil, quanto aos celulares, inicia a investigação por meio da análise da agenda do aparelho de telefone, ligações efetuadas e recebidas, mensagens efetuadas e recebidas”, explica. “Nós também solicitamos ao Poder Judiciário a quebra de sigilo dos dados cadastrais do titular da linha. Assim, procuramos identificar eventual parentesco ou ligação do titular da linha com os presos. Quando a apreensão é somente do aparelho, sem chip, a investigação se torna mais difícil”.
Em relação ao envio de droga através dos pombos, o delegado conta que o autor responde pelo crime de tráfico, conforme o artigo 33 do Código Penal, com pena de cinco a 15 anos de prisão, aumentada de um sexto a dois terços por ocorrer dentro de estabelecimento prisional, além do pagamento de multa. Se o detento revender a droga na penitenciária, ele responderá pelo mesmo crime. No caso de receber o produto para consumo próprio, ficará configurado apenas o porte de entorpecente.
Punição administrativa
Além da apuração criminal, de acordo com a Lei de Execução Penal, o preso que for flagrado com aparelho celular ou droga dentro de unidade prisional comete falta disciplinar grave. As sanções administrativas, nesses casos, variam de advertência verbal a repreensão, suspensão ou restrição de direitos, isolamento na própria cela ou em local adequado, e até inclusão no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), que deve ser cumprido em presídios de segurança máxima.
A aplicação das penalidades deve ser precedida de processo administrativo interno, conduzido pela Direção da Penitenciária, no qual é assegurado ao detento o direito de defesa. Com exceção da inclusão do preso no Regime Disciplinar Diferenciado, que é de competência do juiz, a determinação sobre a aplicação ou não das demais sanções ficará a critério da direção da unidade prisional.

Outros casos

Em junho de 2008, agentes de uma Penitenciária em Marília flagraram uma mulher que visitava um preso com dois pombos escondidos dentro de uma caixa. As aves tinham sacos amarrados nas penas que serviam para o transporte de drogas e peças de celular até a unidade.
Em março de 2009, dois pombos-correio carregando partes desmontadas de um aparelho celular e um carregador de bateria foram apreendidos por agentes de uma Penitenciária de Sorocaba. Os equipamentos estavam dentro de bolsas improvisadas com preservativos, amarradas às pernas das aves. 


http://www.jcnet.com.br/Regional/2012/05/pombo-leva-celular-para-detentos.html

Governo de São Paulo proíbe polícia de socorrer vítimas de crimes


A partir desta terça-feira (8) todos os policiais de São Paulo que atenderem ocorrências com vítimas graves não poderão socorrê-las. Elas terão de ser resgatadas pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) ou pela equipe de emergência médica local.

Entende-se como graves os casos de homicídio, tentativa de homicídio, latrocínio (resistência seguida de morte), lesão corporal grave e sequestro que resultou em morte. Nesse rol de crimes estão inclusos os que tiveram a participação direta de policiais.

A decisão do secretário da Segurança Pública Fernando Grella Vieira está em uma resolução que será publicada no "Diário Oficial".

A Folha apurou que o objetivo da mudança no procedimento operacional é, entre outros, evitar que a cena do crime seja alterada por policiais e garantir que o atendimento às vítimas seja feito por profissionais habilitados, como médicos e socorristas.

"Mais importante do que socorrer rapidamente é socorrer com qualidade. Nos acidentes de trânsito o policial não pode socorrer. Nos casos de homicídio deve ser assim também", afirmou o coronel da reserva da PM José Vicente da Silva Filho, que discutiu o tema com o secretário.

Para o sociólogo José dos Reis Santos Filho, a medida é positiva ao preservar o local do crime, o que interfere na apuração futura dos fatos.

A preocupação dele, no entanto, é com os casos em que uma simples atuação do policial pode salvar uma vida.

"Em um caso de urgência, sabendo que o socorro vai tardar, o policial tem condições de fazer um torniquete, ele vai ficar parado, assistindo a pessoa morrer?", questionou.

NOMENCLATURA

A resolução altera outros dois procedimentos. Um é o da nomenclatura no boletim de ocorrência dos crimes envolvendo confronto com policiais. O termo "resistência seguida de morte", quando a morte é em confronto, será trocado por "morte decorrente de intervenção policial".

A troca segue recomendação do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana.

Para o sociólogo Santos Filho a mudança no registro "acaba com prejulgamentos".

"Antes o registro era de que a pessoa morreu porque resistiu e reagiu a uma abordagem policial. Agora, ficará claro que a vítima morreu por causa da ação do policial e caberá só à Justiça decidir."

A outra mudança é que todas as vítimas e testemunhas de crimes devem ser levadas imediatamente para delegacias. Hoje, em alguns casos, elas são antes encaminhadas a um batalhão da PM.


Folha On Line

Adolescente furta residência do próprio pai


Um adolescente foi apreendido no final de semana, em Mineiros do Tietê (65 quilômetros de Bauru), após furtar, junto com um conhecido, uma TV e um aparelho de DVD da residência do próprio pai.

De acordo com informações da Polícia Militar (PM), ao chegar de viagem no sábado, A.P.S., 60 anos, encontrou a residência arrombada e notou a falta de um televisor de 21 polegadas e um aparelho de DVD.

Durante conversa com vizinhos, ele descobriu que morador do bairro havia adquirido o DVD em um bar próximo por R$ 20,00 e acionou a PM. Os policiais foram até a casa do suposto comprador e localizaram o aparelho.

O homem indicou quem havia lhe oferecido o produto e, ao ser questionado pelos policiais, o suposto vendedor acabou confessando que havia participado do furto junto com o filho da vítima, que é adolescente.

O acusado também revelou o nome e endereço da pessoa que havia comprado o televisor por R$ 50,00. O aparelho também foi recuperado. Os dois autores do furto foram autuados em flagrante.

O maior foi recolhido à cadeia de Barra Bonita e o adolescente foi apreendido e encaminhado à Fundação Casa, já que havia um mandado de busca e apreensão em seu desfavor desde o último dia 20 de dezembro.

Os dois homens que adquiriram os produtos furtados foram autuados por receptação e permaneceram à disposição da Justiça.


http://www.jcnet.com.br/Regional/2013/01/adolescente-furta-residencia-do-proprio-pai.html

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013


Internos do Iases fazem rebelião e mantêm 5 reféns em Linhares, ES


Entre os reféns estavam agentes socioeducativos e educador social.
Não foi identificada motivação para a rebelião, diz direção do Iases.

Cinco pessoas foram feitas reféns durante uma rebelião promovida por internos do Instituto de Atendimento Sócio Educativo do Espírito Santo (Iases), na Unidade de Internação Provisória, em Linhares, Norte do estado, nesta segunda-feira (7). Entre os reféns, estavam quatro agentes socioeducativos e um educador social. Após sete horas de negociação com o Batalhão de Missões Especiais (BME), os internos se entregaram e desistiram da ação. De acordo com a direção do Iases, não foi identificada motivação para a rebelião.


“Bateram, me deram uma 'ripada' aqui, uma barrada de ferro nas costas, chute. Mas, depois eu comecei a conversar e a situação foi controlada e eles pararam de bater na gente. A gente permaneceu o tempo todo algemado ou, então, com os braços amarrados, apertados. Passou pela minha cabeça que eles poderiam começar a nos torturar e eu tenho mais medo de tortura do que da morte”, relatou um agente feito refém, que preferiu não se identificar.
Segundo o diretor presidente do Iases, Leonardo Grobberio, durante a rebelião, os internos quebraram telhas, eletrodomésticos, mesas de jogos e cadeiras. “Eles quebraram muita coisa. Mas foi tudo no chamado espaço de conviência, nada nas moradias. Lá, foram só algumas telhas, mas nada de mais”, contou.
No momento em que a polícia chegou ao local para realizar a perícia, os últimos participantes se entregaram e o tumulto cessou. Segundo os policiais, foram apreendidos objetos cortantes, como tesouras e estiletes, além de rádios.

Internos do Iases fazem cinco reféns em rebelião (Foto: Reprodução/TV Gazeta)
Internos do Iases fazem cinco reféns em rebelião (Foto: Reprodução/TV Gazeta)


“A negociação é, na maioria das vezes, muito delongada, muito longa. Nós não temos prazo, não temos limite. A gente insiste realmente na negociação, porque ela é menos traumática e, como aconteceu, nós conseguimos libertar todos os reféns, conseguimos a rendição de todos eles, sem que ninguém saísse ferido ou lesionado”, disse o comandante da operação, Capitão Carvalho, do BME.
De acordo com o presidente do Iases, não foi identificada a motivação que levou à rebelião. “Eles não falavam o que queriam. A gente perguntava o que eles queriam em troca, mas não era nada. Foi conclusão unânime de que não teve motivação”, falou.
A direção do Iases informou que vai analisar as imagens feitas no momento da rebelião e, caso conclua que houve ameaça à vida de pessoas no local, jovens maiores de idade envolvidos na ação podem ser conduzidos a presídios comuns.

G1





Adolescentes são detidos com meio quilo de crack em Americana, SP


Adolescentes são detidos com meio quilo de crack em Americana, SP
Segundo a Guarda Municipal, material geraria cerca de 1,5 mil porções.
Corporação informou que os jovens, de 16 anos, são reincidentes no crime.

Cão farejador durante busca por entorpecentes (Foto: Cristiani Azanha / Divulgação Guarda Municipal)

Dois adolescentes, de 16 anos, foram detidos na manhã desta segunda-feira (7) com meio quilo de crack e R$185 em dinheiro, no Jardim Boer, em Americana (SP). Eles estavam em uma moto e foram encontrados durante patrulha da Guarda Municipal.

Segundo a Guarda, a droga seria separada para venda, o que geraria cerca de 1,5 mil porções de crack. Ambos já foram apreendidos por tráfico de drogas e passaram por reabilitação no Núcleo de Atendimento Integrado (NAI).
Ainda segundo a Guarda, os menores relataram que tinham mais meio quilo da droga e já haviam comercializado. Cães farejadores tentaram encontrar mais entorpecentes, mas nada foi localizado. Os infratores foram levados para o 3º Distrito Policial de Americana.

http://www.jornalfloripa.com.br