Os dois funcionários rendidos da unidade não se feriram.
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terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Internos fazem reféns na Fundação Casa de Mogi-Mirim, em São Paulo
Três adolescentes conseguiram fugir, sendo que um foi recapturado.
Os dois funcionários rendidos da unidade não se feriram.

Os dois funcionários rendidos da unidade não se feriram.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Após fuga de adolescentes, internos fazem motim na Fundação Casa de Mogi-Mirim
"casa laranjeiras"
Jovens atearam fogo em móveis e fizeram cinco funcionários reféns; rebelião durou quatro horas
Os internos da Fundação Casa de Mogi-Mirim, cidade a 151 km de São Paulo, fizeram um motim na noite de domingo (22) após a fuga de sete adolescentes. Os jovens atearam fogo em móveis, queimaram colchões e quebraram carteiras e portas e fizeram cinco funcionários reféns.
Segundo informações da assessoria de imprensa, a rebelião começou por volta das 20h30 e terminou quatro horas depois, no início da madrugada desta segunda-feira (23), após negociação dos menores com funcionários da instituição. Ninguém ficou ferido.
Os sete fugitivos ainda não foram localizados. A corregedoria da instituição abriu sindicância para apurar o caso. A unidade tinha 59 internos antes da fuga. A Fundação Casa de Mogi-Mirim fica às margens da rodovia Wilson Finardi (SP-191), no trecho que liga a cidade a Conchal (SP).
A FUGA
Os internos que conseguiram escapar renderam os funcionários, quebraram uma parede, pularam o muro com alambrados e fugiram por um pomar na parte dos fundos do prédio. Até a manhã desta segunda-feira, nenhum deles havia sido recapturado. O restante dos adolescentes continuou no local e iniciou o motim. Equipes da Polícia Militar (PM) e do Corpo de Bombeiros foram acionadas, mas não precisaram entrar na unidade.
Segundo o corregedor da Fundação Casa, Jadir de Borba, o objetivo dos outros menores também era fugir. "Como eles não tinham mais perspectiva de desinternação esse ano, eles resolveram, com a possibilidade das festas, fugir", explica. A unidade da Fundação Casa de Mogi Mirim tem capacidade para 64 internos. Antes da fuga, eram 59 adolescentes. Após o fim da rebelião, os menores passaram pela enfermaria para ver se houve lesão e depois foram levados para as celas.
A instituição abriu uma sindicância para verificar as circunstâncias da fuga. "Aparentemente todos os servidores tomaram os procedimentos que deveriam ter sido tomados, mas a sindicância vai analisar todas as medidas adotadas, completa Jadir de Borba. A unidade da Fundação Casa fica às margens da Rodovia Wilson Finardi (SP-191), no trecho que liga a cidade a Conchal (SP).
Jovens atearam fogo em móveis e fizeram cinco funcionários reféns; rebelião durou quatro horas
Os internos da Fundação Casa de Mogi-Mirim, cidade a 151 km de São Paulo, fizeram um motim na noite de domingo (22) após a fuga de sete adolescentes. Os jovens atearam fogo em móveis, queimaram colchões e quebraram carteiras e portas e fizeram cinco funcionários reféns.
Segundo informações da assessoria de imprensa, a rebelião começou por volta das 20h30 e terminou quatro horas depois, no início da madrugada desta segunda-feira (23), após negociação dos menores com funcionários da instituição. Ninguém ficou ferido.
Os sete fugitivos ainda não foram localizados. A corregedoria da instituição abriu sindicância para apurar o caso. A unidade tinha 59 internos antes da fuga. A Fundação Casa de Mogi-Mirim fica às margens da rodovia Wilson Finardi (SP-191), no trecho que liga a cidade a Conchal (SP).
A FUGA
Os internos que conseguiram escapar renderam os funcionários, quebraram uma parede, pularam o muro com alambrados e fugiram por um pomar na parte dos fundos do prédio. Até a manhã desta segunda-feira, nenhum deles havia sido recapturado. O restante dos adolescentes continuou no local e iniciou o motim. Equipes da Polícia Militar (PM) e do Corpo de Bombeiros foram acionadas, mas não precisaram entrar na unidade.
Segundo o corregedor da Fundação Casa, Jadir de Borba, o objetivo dos outros menores também era fugir. "Como eles não tinham mais perspectiva de desinternação esse ano, eles resolveram, com a possibilidade das festas, fugir", explica. A unidade da Fundação Casa de Mogi Mirim tem capacidade para 64 internos. Antes da fuga, eram 59 adolescentes. Após o fim da rebelião, os menores passaram pela enfermaria para ver se houve lesão e depois foram levados para as celas.
A instituição abriu uma sindicância para verificar as circunstâncias da fuga. "Aparentemente todos os servidores tomaram os procedimentos que deveriam ter sido tomados, mas a sindicância vai analisar todas as medidas adotadas, completa Jadir de Borba. A unidade da Fundação Casa fica às margens da Rodovia Wilson Finardi (SP-191), no trecho que liga a cidade a Conchal (SP).
| Internos fazem rebelião na Fundação Casa de Mogi Mirim após fuga de menores (Foto: Carlos Velardi/EPTV) |
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