segunda-feira, 7 de maio de 2012

Tumulto Fundação casa São Carlos

Segundo agentes de segurança, internos promoveram quebra-quebra na unidade.




Fundação Casa de São Carlos começou a funcionar em São Carlos no começo de 2010.
A unidade foi construida pelo Governo do Estado de São Paulo.
Internos da Fundação Casa de São Carlos teriam provocado um tumulto no final da noite desta terça-feira (1).
Segundo agentes de segurança da unidade que entraram em contato com a redação do São Carlos Agora e não quiseram se identificar, os adolescentes danificaram vários setores do prédio, inclusive privadas e encanamentos dos quartos.
Segundo um dos funcionários, eles quebraram algumas portas e arremessaram objetos contra os mesmos. Também houve ameaças de morte e futuras retaliações, segundo os agentes.
Um dos funcionários disse que foi necessária a intervenção de um grupo especial, conhecido como “choquinho”, da cidade de Ribeirão Preto. Essa informação não foi confirmada pela assessoria de imprensa da fundação.

Segundo o agente, o tumulto só acabou por volta das 5h desta quarta-feira. Com medo de ser identificado e sofrer represálias, ele diz: “A unidade não oferece segurança para os agentes trabalharem, bem como não temos respaldo da instituição e nem do poder judiciário. Pedimos para o poder público ajuda e socorro antes que algum funcionário perca a vida.”

Nós entramos com a assessoria de imprensa da Fundação Casa durante a manhã e fomos informados que apenas privadas foram danificadas e o tumulto foi rapidamente controlado.
Reclamações
Em outras oportunidades o SCA mostrou denúncias de agentes que pedem mais seguranças. Eles relataram tumultos e ameaças parecidos com os que teriam acontecido nesta terça-feira.



A SEGURANÇA PEDE SOCORRO !!!!

http://www.saocarlosagora.com.br/policia/noticia/2012/05/02/29422/fundacao-casa-registra-novo-tumulto/

11 adolescentes fogem da Fundação Casa de Jundiaí

Menores quebraram uma parede e pularam o muro de 6 metros da instituição; dois foram recapturados


Onze adolescentes fugiram na noite de sábado (5) da Fundação Casa de Jundiaí, no bairro do Corrupira. Dois deles foram recapturados pela Polícia Militar logo após a fuga. Até o final da tarde de domingo (6), os outros nove não haviam sido localizados.


Segundo nota da assessoria de imprensa da Fundação Casa, a fuga aconteceu por volta das 22h, quando os adolescentes estavam se dirigindo aos dormitórios, monitorados por agentes sócio-educativos.


Fuga / Em determinado momento, os 11 internos correram pelo local e quebraram uma das janelas do corredor que dá acesso aos quartos. Eles usaram o ferro da janela quebrada para abrir um buraco na parede que dá acesso a área externa da instituição.


Em seguida, os 11 pularam o muro de seis metros de altura que conta ainda com alambrado de cerca de um metro. Os menores fugiram do local e correram em direção ao matagal que fica em volta da unidade. Segundo a assessoria, nenhum agente ficou ferido durante a ação.


A polícia foi avisada e localizou dois menores nas proximidades da rodovia Vereador Geraldo Dias. Ainda de acordo com a assessoria, logo após a fuga a equipe da Corregedoria da Fundação Casa abriu uma sindicância para apurar as circunstâncias.


Últimas rebeliões e fugas
Em setembro do ano passado, 40 dos 54 internos da Fundação Casa de Jundiaí provocaram uma rebelião. Seis funcionários ficaram feridos na ocasião. Em julho de 2011, três menores pularam o muro e um deles ficou preso no arame farpado, sendo recapturado. Três meses antes, outros quatro adolescentes escaparam pulando o muro da instituição, mas todos foram presos em seguida.


56 é a capacidade da unidade, que abrigava 51 adolescentes até a fuga.

sábado, 5 de maio de 2012

Descaso na Fundação Casa em São Paulo torna atendimento socioeducativo inviável

De acordo com sindicato, governo encobriu 41 rebeliões em 2011. Este ano já foram 14 São Paulo – Jovens infratores fumam maconha e atendem seus celulares com a tranquilidade de quem está em casa. Infratores tomam cafezinho livremente e se os ânimos ficam acirrados chegam bolos para acalmar a moçada. A cena não é de filme. Segundo trabalhadores da Fundação Casa (Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente, ex-Febem), esse é o dia a dia nos pátios da entidade, que tem unidades em todo o estado de São Paulo. “Não existe segurança nenhuma nas unidades. Quem controla são os adolescentes”, disse Benedito (os nomes dos entrevistados alterados a pedido dos trabalhadores, assim como os locais onde trabalham), funcionário da entidade . Apesar de haver registro formal das atividades socioeducativas, em diversas unidades elas ficam só no papel. “É para aparentar normalidade”, denuncia Benedito, citando um exemplo de ocorrências corriqueiras no dia a dia da instituição. “Esta semana adolescentes acuaram professores, tomaram materiais e colocaram todos para fora das salas de aula." Além de controlar o acesso de funcionários às dependências da fundação, os jovens - que na teoria cumprem medidas socioeducativas - também controlam quais internos terão atendimento médico e quais receberão remédios. Idas ao pronto-socorro à noite frequentemente são utilizadas para fuga. Principalmente nesses casos os adolescentes escolhem quem será 'atendido'. “O trabalhador é refém dos garotos. Coordenadores de várias unidades pediram afastamento e há locais sem nenhuma mulher, porque abandonaram tudo... elas têm medo”, disparou o funcionário. “Em uma unidade, eles fumam maconha e há poucos dias eles cismaram com as refeições e jogaram leite e pães pela janela. Virou um tapete de pães esparramados. Não tem disciplina, nada”, descreveu Benedito. Em outro episódio recente, o funcionário citou que os menores atearam fogo em uma ala, fizeram um refém que acabou hospitalizado, mas em nenhum momento a polícia foi acionada para conter a violência. "O que aconteceu é que, para acalmar, trouxeram dois bolos enormes para servir a eles.” De acordo com Geraldo, também funcionário da Fundação Casa, além de os trabalhadores estarem sujeitos a “condições penosas de trabalho”, o número é insuficiente. “É muito comum haver afastamento por depressão ou os profissionais prestarem outros concursos e deixarem os cargos.” A falta de funcionários dificulta a organização do trabalho, diz Geraldo. Regras de atendimento aos menores estipuladas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) não são cumpridas. “Há parâmetros para a separação dos adolescentes no artigo 123 do ECA, por critérios de idade, compleição física e gravidade da infração. Mas infelizmente isso não é feito a contento”, alerta. “Nessas condições, sofrem todos: trabalhadores e assistidos.” Meninos com problemas mentais ou “mais simples” são constantemente molestados pelos adolescentes mais velhos, observou o trabalhador. “Há unidades em que quatro funcionários cuidam de 66 adolescentes, quando o ideal seriam 15 funcionários”, estima Benedito. “Tem homicida misturado com menino que cometeu pequenos furtos. Há estupros aqui dentro, e tudo é camuflado. A gente acaba levando adolescente sangrando para ser hospitalizado e tudo é camuflado”, relata. Segundo Julio Alves, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência e Educação à Criança ao Adolescente e à Família do Estado de São Paulo (Sitraemfa), as medidas socioeducativas ficaram de lado. Com o número insuficiente de trabalhadores, o que se consegue “é evitar o pior, que um menor mate o outro”. Em 2011, o Sitraemfa contabilizou e denunciou ao Ministério Público do Trabalho (MPT) e à Corregedoria da Infância e Juventude quarenta e uma rebeliões. Este ano já ocorreram 14 levantes de menores, com 17 trabalhadores agredidos. “Em uma delas um trabalhador levou uma enxadada na cabeça que rendeu-lhe 17 pontos”, conta Benedito. Há registros de servidor com traumatismo craniano provocado por pauladas desferidas por internos; outro que apanhou com cabos de vassoura e um que teve o pescoço furado. Diante dos casos, o MPT deu início a uma ação civil pública para apurar as denúncias. Uma audiência está marcada para 19 de abril. A página da Fundação Casa na internet informa que o objetivo da instituição, vinculada à Secretaria de Estado da Justiça e da Defesa da Cidadania, é “aplicar medidas socioeducativas de acordo com as diretrizes e normas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e no Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase)”. A entidade presta assistência a jovens de 12 a 21 anos incompletos em todo o estado, inseridos em medidas socioeducativas com privação de liberdade (internação) e semiliberdade. De acordo com o Sitraemfa, atualmente há em torno de 8.200 adolescentes internados no estado de São Paulo. O quadro total é de 12 mil trabalhadores. Mas há mais de 1,4 mil trabalhadores afastados devido a questões de saúde física e mental causadas pelas condições de trabalho. O atendimento direto é feito por 6 mil, quando o ideal seria 10 mil – levando-se em conta que há três turnos de trabalho. Traficantes e mediadores Em uma das unidades, Benedito afirmou que traficantes da região foram chamados para negociar o fim de uma rebelião com os internos. “Bandidos descem para tomar café dentro da unidade, porque foi um acordo que o diretor tinha firmado para que eles conseguissem mediar o fim de rebelião com os adolescentes.” Os jovens exigiam liberdade para o consumo de maconha nas unidades da antiga Febem e permissão para visita íntima. “Eles dizem que são homens”, comentou. A insegurança diária a que os trabalhadores são expostos tem levado uma parcela deles ao afastamento das atividades e até à reprodução da violência que presenciam diariamente, acredita Benedito. “Recentemente, um desses pais de família teve um surto e colocou fogo no próprio carro. Ele fica tão sobrecarregado quando sai daqui...”, justifica. Segundo ele, é preocupante o índice de trabalhadores que são usuários de álcool e drogas por conta da sobrecarga, da injustiça, da impossibilidade de fazer algo. “Cada vez que ele passa a porta aqui, ele é refém... Está indo para um matadouro. É uma fábrica de sadismo”, define Benedito.



 Por: Suzana Vier, Rede Brasil Atual Publicado em 21/03/2012, 12:28




Juíza aplica medida socioeducativa para adolescentes que mataram médica

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Jovem agride e cospe no rosto de policial

Ele é foragido da Fundação Casa e cumpre sanção por tráfico de drogas, desacato, motim e danos




Um jovem de 18 anos foi detido na noite desta segunda-feira (30) por policiais militares, no São Camilo, em Jundiaí. Ele disse que voltava de uma festa onde comemorou seu aniversário e teria ingerido bebida alcoólica e consumido cocaína, confirmando ainda ser foragido da Fundação Casa.

Ao conversar com o pai do rapaz, os PMs explicaram que teriam de levar o jovem à delegacia. Neste momento, ele se revoltou, agrediu os PMs, chegou a cuspir no rosto de um dos oficiais. Os PMs conseguiram contê-lo.

No local foi feito contato com um funcionário da Fundação e foi constatado que o jovem cumpria medida em semi-liberdade, mas não voltou à instituição como o determinado. 

O jovem registra três atos infracionais, dois em fevereiro sendo um por tráfico e outro por desacato, motim e danos na Fundação -  e um em março por tráfico e formação de quadrilha.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Sete continuam soltos após fugir da Fundação Casa

Na sexta-feira, a assessoria de imprensa divulgou que 13 adolescentes haviam fugido da unidade, mas dois jovens estavam em outra sala e foram localizados. Dos 11 fugitivos, quatro menores foram encontrados nas proximidades da unidade na noite de sexta-feira.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Menores fogem da Fundação Casa Itaquera






Treze menores infratores fugiram da unidade da Fundação Casa de Itaquera, na zona leste de São Paulo, no fim da tarde desta sexta-feira, dia 6. A Polícia Militar foi acionada para procurar os adolescentes nas imediações da unidade. O helicóptero Águia foi deslocado para a ação. Até o momento, três jovens foram recapturados.
A Fundação Casa informou que os menores fugiram por volta das 17h30.  Após a fuga, os adolescentes que não conseguiram escapar causaram um tumulto na casa, quebraram mesas e cadeiras da instituição mas foram contidos pelos funcionários, deixando sete deles com ferimentos leves.
Ainda não há notícias sobre as circunstâncias da fuga dos menores. A unidade, que tem capacidade para comportar 150 pessoas, abriga 100 atualmente. A Corregedoria da Fundação Casa vai abrir uma sindicância para apurar como ocorreu a fuga.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Menores se rebelam e 14 escapam de unidade da Fundação Casa em Arujá


Um grupo formado por 14 adolescentes fugiu, na noite do último domingo, da Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente (Casa) de Arujá. O bando utilizou a porta de um banheiro para fazer um buraco em uma parede da instituição. O caso, que foi registrado na Delegacia de Polícia da cidade como dano e ato infracional, também será apurado pela corregedoria da instituição.
De acordo com o registro policial, por volta das 21 horas, diversos adolescentes iniciaram um tumulto no interior da Fundação Casa de Arujá - localizada na Rua Valdomiro Luiz Coutinho, no Jardim São Bento. O grupo começou a quebrar diversos objetos e arrancou a porta de um dos banheiros do local.
Em depoimento à polícia, Dorival Cardoso de Lima, de 58 anos, diretor da instituição, relatou que o grupo - formado por adolescentes com idades de 13 a 18 anos - utilizou o objeto para abrir um buraco em uma das paredes da fundação.
Em seguida, eles utilizaram o orifício para acessar uma quadra de esportes, escalaram um alambrado e fugiram, após pular os muros da instituição.
Dos 14 menores que escaparam do local, quatro já completaram 18 anos.
NÚMEROS Ao todo, 14 dos 56 adolescentes infratores que estão apreendidos no local conseguiram escapar.
O DS apurou que membros da corregedoria da instituição não descartam a possibilidade de que a fuga tenha sido facilitada por funcionários.
A suspeita surgiu depois da constatação de que, durante a ação dos menores, ninguém ficou ferido. O que, aparentemente, comprovaria a ausência de confronto de funcionários responsáveis pela segurança do local.
BUSCAS Após o incidente, a Polícia Militar (PM) fez buscas, nas imediações do bairro. Entretanto, nenhum menor foi recapturado até o fechamento dessa edição.



Confusão na Fundação Casa de Mongaguá termina com funcionários feridos


Uma confusão na Fundação Casa de Mongaguá ocorreu na manhã desta sexta-feira e terminou com cinco funcionários feridos. De acordo com a assessoria de imprensa da Fundação, nenhum eles se feriu gravemente.
Ainda segundo o órgão, um interno agrediu um funcionário ao jogar uma cadeira em cima dele. Durante a ação, outros menores aproveitaram a situação para iniciar uma confusão e outros funcionários acabaram sendo agredidos. Os internos foram contidos logo depois.
Segundo a assessoria, não houve necessidade de acionar a Polícia Militar. Os funcionários sofreram escoriações leves e foram encaminhados ao Centro de Saúde de Mongaguá. Posteriormente, foram levados ao Hospital Frei Galvão, em Santos.

http://www.washington.blog.br/2012/04/27/confusao-na-fundacao-casa-de-mongagua-termina-com-funcionarios-feridos/

Adolescente ataca promotora com tesoura durante audiência


Jovem aproveitou momento sem algemas para fazer o ataque.Juiz, agente socioeducativo e advogado evitaram que a mulher fosse atingida.


Adolescente tentou matar promotora com uma tesoura (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
 Tesoura usada por menor no ataque à promotora em Soledade (Foto: Divulgação/Polícia Civil)





Ele tem 17 anos, mas sua ficha na polícia causa inveja a muito criminoso destemido pelo país. São 120 passagens em pouco mais de cinco anos de ilegalidade, a maioria por furtos e roubos para o sustento do vício em crack. Na tarde desta segunda-feira (02), ele voltou a ser fichado. O adolescente revoltado atacou uma promotora com uma tesoura durante uma audiência. A violência aconteceu no Fórum de Soledade, a 220 quilômetros de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Na pequena cidade de 30 mil habitantes, ninguém se surpreendeu com o comportamento do rapaz que era morador de rua.

O menor vive na rua. Até pouco tempo era criado pela avó, porém, teria se desentendido e até a ameaçado. procurado, o defensor público que acompanhou o rapaz na audiência não foi encontrado

Conhecido pela polícia e por grande parte dos cerca de 30 mil habitantes da cidade, o rapaz iniciou na delinquência antes dos 12 anos de idade. De lá pra cá, acumula diversas passagens pela polícia, principalmente por furtos e roubos.


Nessa segunda-feira, ele estava presente à segunda audiência que avalia seus atos infracionais quando, no momento em que o juiz autorizou a retirada de suas algemas, avançou sobre uma mesa, pegou uma tesoura e se lançou em direção ao pescoço da promotora Camila Santos da Cunha. A mulher teve que ser protegida por um agente socioeducativo, pelo advogado do menor e pelo próprio juiz, até o rapaz ser contido.

Segundo o delegado Sander Ribas Cajal, da Polícia Civil do município, o jovem ficou irritado com as argumentações da promotora, pegou uma tesoura que estava sobre a mesa e tentou atingir Camila Santos da Cunha no pescoço.

"Ele foi para matar a promotora. Estava enfurecido", disse o delegado ao G1.
A promotora conseguiu se esquivar do primeiro golpe e foi salva graças à ação do juiz, de um agente socioeducativo e do advogado do menor, que não permitiram que ela fosse atingida. Segundo o delegado Cajal, o menor foi autuado em flagrante. Ele será autuado por tentativa de homicídio, encaminhado ao Ministério Público e depois voltará para o Centro de Atendimento Sócio Educativo (Case) de Passo Fundo. Procurada pelo G1, Camila Santos da Cunha não quis falar com a imprensa sobre o caso.



Depois do incidente, foi feito na delegacia de Soledade um PAAI (Procedimento de Apuração de Ato Infracional), e o agressor, levado de volta para o Centro de Atendimento Sócio Educativo da cidade de Passo Fundo, onde ele está recolhido. Muito abalada, a promotora prestou depoimento, mas está evitando comentar o caso com a imprensa.


“Instauramos esse PAAI, mas em dezembro, depois que o menor completar 18 anos, ele terá todos seus antecedentes zerados, conforme estipula o ECA [Estatuto da Criança e do Adolescente]”, disse o delegado de Soledade, Sander Ribas Cajal.


Segundo ele, o menor e um comparsa, já maior de idade, são responsáveis por grande parte dos pequenos furtos na cidade. Tudo para manter seu vício no crack. “Quando ele foi recolhido, registramos queda de mais de 60% nos furtos. São pequenos, mas que incomodam muito as pessoas.”

http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2012/04/adolescente-ataca-promotora-com-tesoura-durante-audiencia-no-rs.html


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