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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Mais Informações sobre rebelião em Franca

veja o vídeo:




Informações sobre está rebelião estão desencontradas: 

sete internos e quatro agentes feridos no Jornal Cidade LINK

Internos da ‘FUNDAÇÃO Casa’ ferem 15 agentes durante tumulto GCNNETt LINK

cinco funcionários foram feridos LINK

OUVE UMA FUGA NA MADRUGADA DA SEGUNDA FEIRA COM DOIS INTERNOS E A REBELIÃO NA MANHÃ DA TERÇA A ULTIMA INFORMAÇÕES DÃO CONTA DE 15 AGENTES FERIDOS, DOZE COM PEQUENAS ESCORIAÇÕESE TRÊS SAÍRAM BEM MACHUCADOS

São 4, não, são 5, não, são 7 , não, são 15



Internos da ‘Fundação Casa’ ferem 15 agentes durante tumulto (segundo GCNnet)

Três funcionários da Fundação Casa de Franca precisaram de atendimento médico em um hospital da cidade após serem atacados com mesas e cadeiras durante uma briga generalizada iniciada na sala de aula na manhã de ontem. Outros 12 trabalhadores sofreram pequenas escoriações e foram medicados na enfermaria da unidade. Pelo menos 20 internos foram identificados como participantes do tumulto. Nenhum deles teria ficado ferido. Os motivos da “subversão da ordem”, como classificou em nota a direção da Fundação Casa, não foram revelados.

Internos da ‘Casa’ ferem 15 agentes durante tumulto
Com suspeita de fratura no braço, agente recebe
primeiros socorros na porta da instituição
A instituição confirmou o problema e disse que vai “instaurar uma sindicância para apurar o motivo da subversão da ordem causada por um grupo de adolescentes que estavam em sala de aula”. Ainda de acordo com a nota oficial, a “situação começou por volta das 11h20 e terminou às 11h29”. Três funcionários “ficaram feridos e foram atendidos em um hospital”.

O Comércio apurou, no entanto, que a “situação” teve início por volta das 10h30. Durante as aulas, vários internos atacaram funcionários com mesas e cadeiras. Equipes de outros pavilhões saíram de seus postos para ajudar no controle e também foram agredidos. Entre os feridos estava um agente de apoio que completou 34 anos ontem. Ele foi atingido por uma cadeira na cabeça, sofrendo lesões também no rosto. Um coordenador de equipe também precisou de atendimento por suspeita de fratura no braço esquerdo.

A diretora da unidade Eloaine Aparecida de Souza solicitou apoio da Polícia Militar, mas não autorizou a entrada dos PMs no local. As guarnições prestaram apoio somente na área externa e deixaram a unidade após a chegada de um grupo de operação especializada da Fundação Casa, vindo de Ribeirão Preto. O tumulto teria sido controlado por volta das 13 horas. No entanto, as revistas só se encerraram no final da tarde.

Alguns parentes de internos tomaram conhecimento da confusão e se juntaram em frente ao prédio em buscas de informações. O grupo deixou o local após ser divulgado que não haveria feridos entre os internos.

Internos fogem
Em circunstâncias ainda não reveladas, dois internos da unidade francana fugiram do local no início da noite de segunda-feira. A direção da Fundação Casa não confirmou as fugas, mas viaturas da PM passaram a noite e madrugada de ontem em buscas aos fugitivos. Um deles, de 15 anos, foi localizado na casa dos pais, na Vila Guilherme, em Franca, na mesma noite quando estava reunido com a família na sala, assistindo novela. Ele não ofereceu resistência e foi reconduzido à unidade. O outro interno não foi localizado até o início da madrugada de hoje.

Funcionários da unidade, que pediram para não serem identificados, descartaram ligação entre os fatos. “As fugas foram atos isolados. A situação de hoje (ontem) foi um movimento gerado por um grupo de internos que tenta se impor e dominar a unidade pela força”, disse um deles em condição de anonimato.

A Polícia Civil, através do 5º DP, tomou conhecimento do tumulto no final da tarde após solicitação de registro do fato por parte da direção. O delegado Hélder Rodrigues não tinha autorização para falar sobre o caso. “Este é um procedimento de praxe. A Fundação nos comunica, a ocorrência é registrada e, imediatamente, encaminhada para Vara da Infância e Juventude. Não é instaurado inquérito, a não ser por determinação da Justiça”, limitou-se a informar o delegado do Distrito Policial.

http://gcn.net.br/noticia/270265/franca/2014/11/internos-da-casa-ferem-15-agentes-durante-tumulto

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Cinco funcionários foram feridos na Fundação Casa de Franca

Confusão na Fundação Casa de Franca deixa funcionários feridos



A Fundação Casa de Franca registra confusão desde a manhã desta terça-feira. O tumulto teria começado por volta das 10h30.

A Polícia Militar chegou a ser acionada, mas não pode entrar na unidade por causa de procedimentos da própria Fundação Casa. Segundo informações preliminares, cinco funcionários foram feridos e atendidos pela equipe do Samu. Três deles deixaram a unidade com o braço, cabeça e mão enfaixados.

Uma equipe de Ribeirão Preto, da fundação, foi chamada para ajudar a controlar a situação. Na confusão os internos teriam quebrado o laboratório de informática e refeitório.


O clima ficou tenso no final da manhã desta terça-feira (11), na Fundação Casa em Franca, alguns menores recolhidos na unidade se rebelaram e chegaram a agredir funcionários. A confusão aconteceu no momento em que os menores deixavam a sala de aula e retornariam as celas.

Cinco funcionários ficaram feridos, três necessitaram de atendimento médico. Uma unidade do SAMU esteve na portaria de entrada da unidade e realização os curativos nos feridos.

Segundo informações, aproximadamente 30 menores estavam no interior da sala de aula e com o termino das instruções, eles deveriam retornar as celas, momento em que os menores se rebelaram contra os funcionários e passaram a agredi-los.

Um funcionário foi agredido violentamente e sofreu um corte na cabeça, ele necessitou ser atendido por um médico do SAMU, outros dois agentes sofreram ferimentos nas pernas e nos braços. A Polícia Militar chegou a ser acionada mas entrou na unidade, somente registrou o boletim de ocorrência de agressão contra os agentes.

Uma equipe de apoio foi acionada e veio de Ribeirão Preto. Com cassetetes e escudos, os agentes entraram na unidade de Franca e realizaram uma vistoria no interior do prédio e nos menores recolhidos.


Os funcionários feridos foram atendidos na portaria de entrada do prédio.
Danos

Informações passadas a polícia militar que estava na porta da Fundação Casa foram de que os menores danificaram a sala de aula, quebrando computadores e móveis. A confusão teria se alastrado para outros setores da unidade, chegando até a cozinha, onde vários alimentos foram espalhados pelo chão.

Não há informação de que algum menor tenha ficado ferido na confusão. No inicio da tarde, alguns familiares que ficaram sabendo do tumulto foram até a porta da unidade a procura de informações sobre parentes recolhidos.


Fuga

O clima de tensão na Fundação Casa de Franca começou na verdade no final da tarde de segunda-feira, quando dois internos decidiram fugir. Os menores escalaram o muro da quadra e conseguiram chegar até ao pátio externo.
Um agente de muralha do Centro de Detenção Provisória (CDP), que fica ao lado, viu o garoto e acionou a segurança da Fundação. O menor, que mora no bairro City Petrópolis foi capturado e voltou ao interior do prédio.

Já um amigo dele, morador no Jardim Santa Bárbara na zona sul, conseguiu escapar.

A administração da Fundação Casa de Franca não informou se os menores que causaram o tumulto sofreram alguma punição.


http://gcn.net.br/mobile/noticia/270198/franca/2014/11/confusao-na-fundacao-casa-de-franca-deixa-funcionarios-feridos

http://www.francanoticias.com.br/

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Trio agride professor e vinte jovens tentam 'tomar' a Fundação Casa

A unidade da Fundação Casa de Franca foi palco de mais dois atos de violência. 

Um professor foi atacado por três internos no último dia 16. Quatro dias depois, cerca de 20 jovens, de acordo com fontes da unidade ouvidas pela reportagem, tentaram agredir funcionários para assumir o controle interno do local.

Foto de arquivo da fachada da Fundação Casa de Franca (Comércio da Franca)A direção da instituição, em nota emitida através da assessoria de imprensa, confirmou os dois episódios. A Fundação Casa só não especificou qual o número de jovens que se rebelou contra os agentes. “A Corregedoria-Geral instaurou sindicância para apurar as circunstâncias de duas situações ocorridas na Casa Franca na última semana”, diz a nota oficial.

O Comércio teve acesso às informações sobre os dois casos através de denúncia anônima recebida na quarta-feira.

A direção da Fundação Casa confirmou que no dia 16, um professor foi agredido por três internos quando ministrava aula no centro. “A situação logo foi contornada pelos servidores que estavam no local”, garante a nota. O profissional atacado foi encaminhado a um hospital de Franca, medicado e liberado. A direção diz que ele passa bem e que o caso foi registrado em um boletim de ocorrência.

O delegado Hélder Rodrigues, titular do 5º Distrito Policial, confirmou que há registro no dia 16 de uma ocorrência envolvendo internos da Fundação Casa que teriam agredido um funcionário. No entanto, por solicitação da vítima, ele não divulgou maiores detalhes do caso. “Não posso falar sobre esta ocorrência. A vítima deixou expresso o desejo de que o caso não fosse divulgado”, disse o delegado.
Fonte do Comércio explicou que o professor teria sido agredido após repreender um dos jovens. Este, então, se levantou, disse que a metodologia de ensino do profissional não estaria lhe agradando, e, junto com outros dois, partiu para a agressão. O tumulto foi logo contido por agentes. Não há informações se o profissional voltou a dar aulas na Fundação.

Princípio de rebelião
Dias depois, na última terça-feira, por motivos a serem apurados, adolescentes promoveram um princípio de rebelião. A direção da ‘Casa’ confirmou que neste dia “um ato de indisciplina envolvendo adolescentes foi registrado”. E acrescentou: “Jovens tentaram agredir funcionários, mas foram impedidos”. A nota só não confirmou o número de internos que participaram da ação. Seriam 20 dos 62 internos.

“Os adolescentes envolvidos passarão pela comissão de avaliação disciplinar e poderão sofrer sanções, que ainda serão definidas”, explicou a nota. A comissão é formada por funcionários das várias áreas da própria unidade de Franca. Os servidores de plantão e os adolescentes serão ouvidos. O prazo para finalizar a investigação é de até 90 dias. “O (Poder) Judiciário e os familiares dos adolescentes foram informados da ocorrência”, garante a direção.

A unidade de Franca tem capacidade para atender 64 adolescentes. O ato infracional mais comum entre os adolescentes assistidos é o tráfico de drogas.

http://www.clicfolha.com.br/noticia/34717/trio-agride-professor-e-vinte-jovens-tentam-039tomar039-a-fundacao-casa

sexta-feira, 21 de março de 2014

Fundação casa Franca: ‘Tumulto generalizado pode acontecer logo’

O diretor de negociações coletivas do Sitraemfa, sindicato responsável por representar os agentes de segurança da Fundação Casa, confirmou em entrevista, na noite de ontem, que a unidade local vive um clima de princípio de rebelião. 

A informação surgiu em denúncia publicada ontem pelo Comércio da Franca. “Os relatos dos funcionários apontam para isso mesmo: um tumulto generalizado que pode acontecer logo, logo.” 

‘Tumulto generalizado pode acontecer logo’
Josimar Oliveir, diretor do
Sindicato da categoria,
Ele também confirmou que 15 agentes locais respondem a processos administrativos instaurados pela Corregedoria, mas nega que o motivo seja o vínculo dos mesmos com qualquer facção criminosa. “O grupo de funcionários com quem conversei na reunião de hoje (quinta-feira), acha inviável o comentário que foi feito a respeito do processo de investigação. O que sabemos é que esses 15 funcionários estão com processos administrativos abertos, mas não há nada declarando que isso seja por envolvimento com facções.”

O principal motivo para o “descontrole” dentro da unidade, segundo o diretor, seria a divergência de diretrizes que ocorre devido a gestão compartilhada. O modelo coloca as decisões do centro sob gerenciamento de seus mantenedores, ou seja, a Fundação Casa e Pastoral do Menor. “O fator que mais incomoda os funcionários daqui é o gerenciamento. Eles acham que a ONG faz uma coisa, a gestão faz outra e não há um direcionamento. Esperamos que isso se resolva para que não acabe em um problema pior, porque um tumulto é um problema bem grave”, disse sem mensurar que divergências seriam essas.

Sobre as denúncias de conflitos e agressões, registradas em Boletins de Ocorrência na Polícia Civil, Josimar afirmou ser um assunto relatado pelos funcionários ao Sindicato na oportunidade desta visita.

Em nota, a assessoria de imprensa da Fundação Casa negou as denúncias publicadas pelo Comércio, afirmando que as agressões e conflitos ocorridos na unidade são “casos pontuais” e que “repudia qualquer tipo de violência”.

O promotor da Infância e Juventude, Augusto Arruda Neto, disse não estar ciente das denúncias, mas que abordará a questão durante uma visita programada para hoje na Fundação Casa.

2 COMENTÁRIOS

  1. 1 pessoa gostouGostei
    O modelo adotado para administrar em Franca a Fundação Casa não é bom. O ideal seria se romper o convênio com a Igreja e tudo ser gerenciado por funcionários da Fundação. A ONG é amiga e protetora dos menores, o que faz com que os infratores fiquem encorajados a enfrentar os agentes.
  2. 1 pessoa gostouGostei
    MEUS CAROS SENHORES QUE TEM O DEVER LEGAL DE INTERFERIREM NESTA FUNDAÇAO, E TENTAR DE UMA FORMA SALUTAR INTERMEDIAR E SOLUCIONAR OS POSSIVEIS FOCO DE DISCORDIAS OU DE MAL ENTENDIMENTOS ENTRE FUNCIONARIOS DA FUNDAÇAO, DA ONG E DOS INTERNOS, AO MEU VER, TUDO ISSO ESTA RELACIONADO DE DESAVENCIAS ENTRE FUNCIONARIOS PUBLICOS DA FUNDAÇAO VERSOS OS DA ONG, UMA VEZ OS DA ONG SE ACHAM NO DIREITO DE MANDAREM, E OS DA FUNDAÇAO NAO CONCORDAM EM SER MANDADOS POR PESSOAS QUE NEM PERTENCE AO SEUS QUADROS, E COM ISSO VIVEM SE PEGANDO, E OS DA ONG VIVEM FAZENDO PICUINHAS DE LEVA E TRAZ , CAGUETANDO QUALQUER COISA, ALGO QUE PODIA SER RESOLVIDOS ENTRES OS FUNCIONARIOS, E ISSO PARA A ADIMINISTRAÇAO E BOM, POIS O LOCAL ESTA CHEIO DE FALSOS CHEFES (CAGUETAS), TIRA ESTA ONG, E PASSA O SISTEMA DESTA FUNDAÇAO DE FRANCA PARA PLENA, OU SEJA, NOS MESMOS MOLDES DAS DEAMAIS EXISTENTES NO ESTADO QUE NAO TEM ESTE TIPO DE POBLEMAS, PELO AO MENOS ESTES QUE ESTAO ACONTECENDO EM FRANCA, E PRONTO.

http://www.gcn.net.br/noticia/245047/franca/2014/03/tumulto-generalizado-pode-acontecer-logo

quinta-feira, 20 de março de 2014

Quebra-quebra, ameaças e agressões: violência explode na Fundação Casa de Franca.

20/03/2014 Autor(a): Tarissa Esteves Função: Repórter

Facção criminosa atuando dentro de seus muros; funcionários ameaçados de morte; investigação da Corregedoria que pode culminar no afastamento de 15 funcionários; transferência de um suposto líder criminoso juvenil para outra unidade; quebra-quebra, agressões e ameaças. 

Esses são alguns dos relatos de violência e abuso enfrentados por funcionários e adolescentes da Fundação Casa de Franca (Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente “Arcebispo Dom Hélder Câmara”) que o Comércio vem recebendo nos últimos dias de fontes de dentro da unidade, que pedem anonimato e sigilo por medo, até, de serem mortas. A insegurança é justificável. Apenas nos últimos 15 dias, cinco Boletins de Ocorrência foram registrados na Polícia Civil denunciando atos de violência na Fundação.
As acusações chegaram à reportagem por mais de uma fonte, que apontam responsáveis distintos para uma mesma situação: a qualquer momento, uma rebelião pode explodir na Fundação Casa de Franca.

 O sindicato dos funcionários, inclusive, preferiu não se pronunciar oficialmente, mas informou que uma diligência virá à cidade nesta sexta-feira para avaliar a situação. “Essas denúncias são sérias”, disse o diretor de imprensa, João Flausino. “Tenho 20 anos de Fundação Casa e não acredito no envolvimento dos trabalhadores com a facção, mas tudo é possível. Tem um diretor indo a Franca na próxima sexta-feira e ele vai apurar tudo isso”, completou.
Segundo uma das fontes, agentes da Fundação seriam responsáveis por monitorar e exercer castigos sobre os internos a mando de uma facção criminosa. Após serem subjugados, os jovens não teriam chance de regeneração, já que o caminho de volta ao crime seria “certo”, devido ao suposto monitoramento sobre suas rotinas. 
Por outro lado, uma terceira fonte afirma que os internos provocam situações violentas a mando da tal facção. “Na última semana, um dos internos ameaçou furar os olhos de um agente após xingar um professor e a coordenadora pedagógica durante a aula”, disse. “O fato é que ninguém denuncia. A diretora não diz nada por medo e por saber que, se a unidade for mal avaliada, ela acaba sendo transferida para outra cidade.”

Quebra-quebra, ameaças e agressões: violência explode na Fundação CasaA diretora da unidade de internação, Eloaine de Souza, se disse impedida de falar sem o aval da assessoria de imprensa, que impediu a entrevista.
Ainda segundo uma das fontes, haveria pessoas ligadas à unidade de Franca, ameaçadas de morte, sendo monitoradas 24 horas por dia.
Nos registros feitos na Polícia Civil, há denúncias de quebra-quebra, ameaças e agressão (leia texto nesta página).

A polícia registra as ocorrências e as encaminha à Justiça, a quem cabe tomar as providências envolvendo adolescentes.
‘Situações pontuais’
A assessoria de imprensa da Fundação Casa negou, via e-mail, que a situação na unidade de Franca esteja a ponto de explodir. Classificou os casos de violência como “situações pontuais” causados por “atos de indisciplina de alguns jovens”. “Todos os atos estão sendo investigados pela Corregedoria em sindicância. Como a investigação está em andamento, não é possível divulgar nenhuma informação.” Negou também a atuação de facção criminosa dentro da unidade.
Ainda na nota, a assessoria ressalta que a Fundação “repudia qualquer tipo de violência”.

CAOS NA FUNDAÇÃO CASA DE FRANCA


Em 15 dias, a Polícia Civil registrou cinco Boletins de Ocorrência sobre casos de violência dentro da Fundação Casa de Franca. Veja o que consta dos BOs:

• 03/02/2014, 18h30  Ao separar uma briga entre um adolescente e outro funcionário da Fundação Casa, um agente de segurança teve a mão torcida pelo menor que também golpeou o seu pé. BO registrado no dia 5 de março.

• 03/02/2014, 18h30 Quatro internos “faltam com a disciplina”, rabiscam paredes de quartos e chutam portas, quebrando a do banheiro. BO registrado no dia 5 de março.

• 03/03/2014, 18h30  Solicitado durante uma agressão a outro funcionário, um agente de apoio sofreu ameaças contra si e familiares. Três internos teriam dito: “Somos do PCC, quando te encontrarmos na rua, vamos resolver essa situação. Se a gente não conseguir encontrar você, vamos atrás da sua família.” BO registrado no dia 10.

• 05/03/2014, 15h30  Durante uma oficina de corte de cabelo, um agente de apoio foi agredido por um interno com um objeto utilizado na aula, tendo o punho e a perna direita lesionados. O funcionário ainda teria sido ameado pelos internos que presenciaram a agressão. BO registrado no dia 6.

• 14/03/2014, manhã  Interno xinga coordenadora pedagógica, professor e ameaça agente que tentou detê-lo: “Vou furar seu olho com um lápis e depois matá-lo”. BO registrado no mesmo dia.

sábado, 8 de março de 2014

Interno da Fundação Casa ataca e fere agente com máquina de cortar cabelo

A unidade da Fundação Casa de Franca vive momentos de turbulência. Na segunda-feira, internos quase deram início a uma rebelião. Dois dias depois, um jovem de 16 anos ameaçou um dos coordenadores de morte com uma máquina de cortar cabelos. 
Ele ainda feriu um agente no braço e na perna usando o aparelho. 

Ontem, em nota oficial, a instituição informou que “a Corregedoria Geral instaurou uma sindicância para apurar ambos os casos”. O 5º Distrito Policial, onde os agentes registraram as duas ocorrências, instaurou inquérito para apurar as denúncias.

O ataque de quarta-feira, que deixou um agente ferido, teve início após um interno de 16 anos ofender verbalmente a professora do curso de corte de cabelo. Um dos coordenadores, ainda no interior da oficina, anunciou que o jovem seria punido com uma semana a mais de internação. Revoltado, o menor pegou uma máquina de cortar cabelo e o ameaçou de morte. Agentes que estavam de plantão foram chamados. Outros internos tentaram chegar a alas diferentes, foram contidos e trancados na oficina. O menor, retirado do local, só foi “desarmado” após ferir um agente de apoio.  Ele passa bem e continua no trabalho.

Os ataques não seriam gratuitos. Os internos, segundo agentes, “criam problemas” para conseguir que funcionários mais rígidos sejam transferidos da unidade. A Fundação Casa, segundo um dos denunciantes, é uma “bomba relógio”. “Tudo pode explodir a qualquer momento”, afirmou o funcionário à reportagem após solicitar anonimato.

A “explosão” quase ocorreu dias antes, na segunda-feira de Carnaval. Dois garotos foram avaliados como indisciplinados por “estarem ligados a desordens”. Eles passaram a proferir ameaças a funcionários. No momento do banho, quatro tentaram pegar um dos agentes como refém. Ele conseguiu escapar. Os internos, então, começaram a se reunir para uma rebelião. A equipe de choque, formada por funcionários, chegou a se preparar para entrar em ação, mas por volta da meia noite, a situação foi normalizada.

A instituição informou que os envolvidos passarão pelo CAD (Conselho de Avaliação Disciplinar) do Centro Socioeducativo de Franca. “Após análise do CAD, os jovens receberão uma sanção disciplinar que ainda será definida”, afirmou a nota enviada à redação.  Sobre o clima dentro da Casa de Franca, a direção afirmou que as atividades estão sendo desenvolvidas normalmente.

http://www.gcn.net.br/noticia/243647/franca/2014/03/interno-da-fundacao-casa-ataca-e-fere-agente-com-maquina-de-cortar-cabelo

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

De novo: Agente da Unidade Semiliberdade da Fundação Casa é ameaçada por menor

O menor,  assistido pela instituição, proferiu ameaças por dois dias seguidos 

Mais um caso de ameaça envolvendo um menor da Unidade Semiliberdade da Fundação Casa foi registrado pela Polícia Militar em Araraquara.  Desta vez, um jovem ameaçou uma agente de apoio sócioeducativo por dois dias, afirmando que “qualquer coisa que ele fizer à vítima não vai dar em nada porque ele é menor”.  A agente decidiu, então, registrar a ameaça em Boletim de Ocorrência.

Na quarta-feira (26), outro caso de ameaça na Unidade  Semiliberdade da Fundação Casa foi registrado. Uma professora da unidade foi ameaçada de morte por não autorizar um adolescente a sair da unidade. Diante da recusa, o jovem disse que a mataria ela a facadas, e que iria seguí-la e dar um tiro em sua cabeça. O caso também foi registrado em B.O.

http://www.simnews.com.br/index.jsf?noticia=55511&page=noticias.xhtml

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Adolescente ameaça professora de morte na Unidade de Semiliberdade da Fundação Casa

Jovem se recusou a assistir aulas religiosas e pediu autorização para deixar a unidade. Diante da recusa, ameaçou a professora de morte

Uma professora da Unidade de Semiliberdade da Fundação Casa, de 32 anos, foi ameaçada por um adolescente nesta quarta-feira (26). Segundo depoimento, o adolescente queria sair e pediu a professora que assinasse uma autorização, o que foi negado por ela. Diante da recusa, pois era dia de atividades religiosas e o jovem não poderia se ausentar, o mesmo tentou agredi-la mas foi impedido por seguranças. Posteriormente, o adolescente afirmou que iria matá-la com uma facada. Disse também que possuía um revólver, iria segui-la e dar um tiro em sua cabeça. A professora registrou as ameaças em boletim de ocorrência.

Segundo caso em uma semana
Na tarde de segunda-feira (24), um professor e a diretora de uma escola localizado no CECAP foram ameaçados por um aluno, de 14 anos. Segundo informações da Polícia, o professor pediu que o aluno melhorasse o comportamento em sala de aula e fizesse a lição escolar. O adolescente teria se recusado a cumprir as ordens do professor e, em seguida, teria o ameaçado, dizendo que o aguardaria na saída da escola para mata-lo. As agressões verbais e as ameaças foram repetidas também na presença da diretora, convocada para intermediar o conflito. Ambos acionaram a PM e registraram um Boletim de Ocorrência.

http://www.simnews.com.br/index.jsf?noticia=55462&page=noticias.xhtml

domingo, 22 de setembro de 2013

Interno da Fundação Casa Franca é agredido por ‘olhar’ mãe de colega


As dependências da Fundação Casa de Franca foi palco de uma violenta agressão. Três internos são acusados de espancar um colega de 15 anos, por que ele teria “olhado” para a mãe de um dos envolvidos. 

O fato ocorreu na quinta-feira, mas só foi denunciado no sábado.

O boletim de ocorrência foi registrado por uma assistente social que não teve o nome revelado pela polícia. A mulher procurou a polícia para evitar que a culpa pelas lesões no jovem, natural de Orlândia (SP), fossem imputadas à funcionários da instituição.

No depoimento que prestou, a assistente social disse que ficou sabendo da violência na sexta-feira. A princípio, a vítima teria se recusado a dar detalhes do que teria ocorrido, mas depois revelou que outros três internos lhe “pegaram”. No seu relato, o jovem de 15 anos disse que foi agredido por ter “olhado” para a mãe de um outro interno. Ele negou.

Os agressores foram identificados e, assim como o garoto vítima da violência, também serão submetidos a exames de corpo de delito. O caso será apurado pelos agentes do 5º Distrito Policial.

http://www.gcn.net.br/jornal/index.php?codigo=225124&codigo_categoria=21

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Menores se rebelam e 14 escapam de unidade da Fundação Casa em Arujá


Um grupo formado por 14 adolescentes fugiu, na noite do último domingo, da Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente (Casa) de Arujá. O bando utilizou a porta de um banheiro para fazer um buraco em uma parede da instituição. O caso, que foi registrado na Delegacia de Polícia da cidade como dano e ato infracional, também será apurado pela corregedoria da instituição.
De acordo com o registro policial, por volta das 21 horas, diversos adolescentes iniciaram um tumulto no interior da Fundação Casa de Arujá - localizada na Rua Valdomiro Luiz Coutinho, no Jardim São Bento. O grupo começou a quebrar diversos objetos e arrancou a porta de um dos banheiros do local.
Em depoimento à polícia, Dorival Cardoso de Lima, de 58 anos, diretor da instituição, relatou que o grupo - formado por adolescentes com idades de 13 a 18 anos - utilizou o objeto para abrir um buraco em uma das paredes da fundação.
Em seguida, eles utilizaram o orifício para acessar uma quadra de esportes, escalaram um alambrado e fugiram, após pular os muros da instituição.
Dos 14 menores que escaparam do local, quatro já completaram 18 anos.
NÚMEROS Ao todo, 14 dos 56 adolescentes infratores que estão apreendidos no local conseguiram escapar.
O DS apurou que membros da corregedoria da instituição não descartam a possibilidade de que a fuga tenha sido facilitada por funcionários.
A suspeita surgiu depois da constatação de que, durante a ação dos menores, ninguém ficou ferido. O que, aparentemente, comprovaria a ausência de confronto de funcionários responsáveis pela segurança do local.
BUSCAS Após o incidente, a Polícia Militar (PM) fez buscas, nas imediações do bairro. Entretanto, nenhum menor foi recapturado até o fechamento dessa edição.