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quinta-feira, 20 de março de 2014

Aluno joga cadeira em professora e agride vice-diretora de escola, diz PM

Caso ocorreu em sala da 5ª série na terça-feira (18) em Rio Claro, SP.
Responsável foi chamada para reunião, segundo a Diretoria de Ensino.

Uma professora e uma vice-diretora foram agredidas por um aluno da 5ª série, na tarde de terça-feira (18), na Escola Estadual Joaquim Salles, no Centro de Rio Claro (SP). A Diretoria Regional de Ensino de Limeira convocou uma reunião com a mãe da criança para falar sobre o caso.

foto extraída do Google (meramente ilustrativa
Segundo a Polícia Militar, durante uma confusão na sala de aula, o menino, que não teve a idade divulgada, jogou uma cadeira e outros objetos na professora, mas ela não foi atingida. Quando a vice-diretora entrou no local, também foi agredida com socos e pontapés. O motivo das agressões não foi informado.

O aluno foi liberado para a mãe e vai passar por medida socioeducativa.
Em nota, a Diretoria Regional de Ensino de Limeira informou que uma reunião com o responsável pela criança foi feita e os professores vão intensificar o trabalho de conscientização dos alunos.



Veja a íntegra da nota:
A Diretoria Regional de Ensino de Limeira esclarece que a direção da Escola Estadual Joaquim Salles após tomar conhecimento do caso acionou o responsável pelo estudante para uma reunião a fim de ressaltar a importância do respeito mútuo e da participação das famílias na vida escolar dos filhos. O corpo docente vai intensificar o trabalho de conscientização com os estudantes, já realizado na unidade.

http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2014/03/aluno-joga-cadeira-em-professora-e-agride-vice-diretora-de-escola-diz-pm-rio-claro.html

domingo, 16 de junho de 2013

professor é atacado por aluno dentro de escola no PA

Aluno disfere facadas em professor dentro de sala de aula




Imagens de circuito interno registraram a briga entre o aluno e o professor. Eles discutem e pouco tempo depois o aluno tira uma faca da cintura e ataca o professor

sábado, 11 de maio de 2013

44% dos professores de SP já sofreram violência nas escolas, aponta pesquisa

A cada 10 docentes, 8 já ouviram falar de ao menos um caso de agressão onde lecionam

Foto do google

Entre os professores da rede estadual de São Paulo, 44% já sofreram algum tipo de violência nas escolas em que lecionam, segundo uma pesquisa do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) divulgada nesta quinta-feira, dia 9. As agressões verbais são mais frequentes que as agressões físicas: 39% contra 5%.

A pesquisa foi feita pelo Data Popular, de 18 de janeiro a 5 de março de 2013, com 1.400 professores da rede estadual, de 167 cidades de São Paulo. Ela mostra que é alto o ppercentual de professores que ao menos já ouviram sobre algum caso de violência nas escolas em que dão aula: 84%. Entre as agressões mais comuns, estão agressão verbal (74%), bullying (60%), vandalismo (53%) e agressão física (52%).

foto google
Para 95% dos professores, os alunos são os principais autores dessa violência e os veem constantemente sob o efeito de drogas (42%), portando armas brancas (15%) e até mesmo armas de fogo (3%). Três a cada 10 professores já presenciaram tráfico de drogas ou alunos embriagados.

As ameaças e os bens danificados pelos alunos são tão frequentes que 39% dos docentes acham comum vivenciar essas situações. Para eles, a falta de educação e de respeito dos alunos é a principal causa da violência nas escolas e os pais são quem melhor podem colaborar na redução dessa violência.

A pesquisa chegou à conclusão de que as escolas com campanha contra a violência têm percentual menor de agressões: 41% contra 51% as em que nunca promoveram campanhas. A cada 10 escolas, quatro não possuem projetos contra a violência. O estudo revela ainda que a ronda escolar é mais frequente no entorno das escolas do centro das cidades (61%) que nas periferias (45%).

Uma das medidas anunciadas na quarta-feira, dia 8, pela gestão Geraldo Alckmin (PSDB), para coibir ações violentas nas escolas não é aceita pela maioria dos professores como uma decisão eficaz. Atualmente, 1.577 unidades de ensino e 20 sedes de diretorias da Região Metropolitana já têm vigilância. O sistema será expandido para mais 597 escolas e 8 regionais até o fim deste ano, segundo o governo. Mas, para apenas 4% dos docentes esse sistema de monitoramento reduz de fato a violência.

http://estadao.br.msn.com/educacao/44percent-dos-professores-de-sp-j%C3%A1-sofreram-viol%C3%AAncia-nas-escolas-aponta-pesquisa

quinta-feira, 28 de março de 2013

Professora quase fica cega após ser agredida por aluno em Franco da Rocha, na região metropolitana de SP

Estudantes cortaram a energia elétrica para fazer arrastões nas salas de aula





ma professora quase ficou cega depois de ser agredida por um aluno em Franco da Rocha, na região metropolitana de São Paulo. A confusão começou durante um apagão na escola. Os alunos cortaram a energia elétrica para fazer arrastões nas salas de aula.

Os olhos dela ficaram roxos, inchados e dormentes. Por pouco, a professora de filosofia não ficou cega. Maria de Fátima Costa dos Santos foi agredida por um aluno que arremessou uma lixeira no rosto dela.

— Dá medo, porque nós temos famílias. Eu, por exemplo, sou casada e tenho três filhos. A primeira preocupação que vem é dos meus filhos que estavam em casa


Essa agressão aconteceu durante um apagão de energia na escola. Esses apagões são provocados pelos próprios alunos. Eles desligam a chave geral e, com a escola no escuro, agridem e furtam alunos e professores.

Os funcionários e alunos da escola estão com medo. Por causa da agressão, as aulas do período noturno foram suspensas por dois dias. O estudante que provocou o apagão foi identificado e, nos próximos dias, um conselho deve definir o futuro dele.

— As normas regimentais geralmente são a suspensão do aluno ou uma transferência compulsória para este aluno.

Ainda não se sabe quem é o aluno que arremessou a lixeira. Daqui a uma semana, a professora vai fazer novos exames. Maria de Fátima é professora há sete anos. Depois desse episódio, ela ainda não sabe se irá voltar ao trabalho.

— Eu escolhi ser professora, então tenho que pensar se vale a pena ou não.


ASSISTA O VIDEO:


http://noticias.r7.com/sao-paulo/professora-quase-fica-cega-apos-ser-agredida-por-aluno-em-franco-da-rocha-na-regiao-metropolitana-de-sp-28032013

quinta-feira, 7 de março de 2013

As coisas estão difíceis nas escolas e nos centros socioeducativos nem se fala




A violência nas escolas tem se tornado um absurdo, agredir professores que estão ali para ensinar , para ajudar, educar e são agredidos por adolescentes.

Tirem suas próprias conclusões, se eles agem assim com quem está ali exercendo o seu trabalho docente, educando, ensinando, com amor dedicação.


E nos centros socioeducativos ? 




banheiros incendiados, paredes destruídas e armas apreendidas se misturam a hematomas, fratura e depressão. Só na capital paulista mais de 70 mil servidores da educação estão afastados em consequência de estresse. Mas este não é um problema exclusivo da rede pública. Marcados pela violência, muitos dos que sonharam dedicar a vida ao ensino abandonam a carreira.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Professor relata violência de alunos em escola da Zona Oeste de Manaus

O professor da Escola Municipal Lírio do Vale, localizada na Zona Oeste de Manaus, relata casos de agressões dentro das salas de aulas. Sansão Castro afirma ter tido o vidro do carro quebrado por um aluno. De acordo com a Delegacia do Adolescente Infrator, a queixa contra o aluno foi registrada pela vítima.

Segundo o professor de Matemática, o caso ocorreu depois que ele pediu para o estudante guardar o celular, mas o jovem não aceitou ser disciplinado e se vingou quebrando o vidro do carro. Esta é a segunda vez que ele tem o veículo danificado por alunos.

Ainda segundo relatos do educador, o jovem pagou R$ 40 para que outros colegas de sala de aula participassem do ato de vandalismo. "O problema foi resolvido internamente e os pais vão pagar a pintura", disse ele.
saiba mais
O professor afirmou ainda que a diretora da escola também convive com o problema. Segundo ele, a coordenadora da unidade evita utilizar o carro para ir à escola. "O professor antigamente era visto como um modelo, um espelho, um pai, e hoje em dia é visto como inimigo", disse ele.

De acordo com a Secretaria Municipal de Educação (Semed) não há registros na Semed de agressão contra professores. Ainda conforme a secretaria, muitos educadores resolvem a situação internamente, outros por medo preferem ficar calados.

http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2012/10/professor-relata-violencia-de-alunos-em-escola-da-zona-oeste-de-manaus.html

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Professores estão sendo agredidos pelos alunos em escolas Publicas

O Video foi publicado na última sexta-feira, 21, mostra um aluno de 15 anos agredindo uma professora na cidade de Santos, em São Paulo. O aluno não ficou satisfeito com a nota aplicada pela professora de inglês e tomou a caderneta onde as notas foram lançadas da mão da educadora. Ao tentar recuperar o documento, a docente foi jogada no chão pelo aluno, conforme imagens do vídeo. A confusão só teve fim com a chegada do inspetor de classe, que conteve o jovem. O garoto foi encaminhado ao conselho tutelar da cidade, que deve definir qual a medida será aplicada a ele.


 
Professor de 70 anos é agredido por aluno em ponto de ônibus



Docente teria retirado o aluno da sala de aula por mau comportamento.
Ação aconteceu no bairro da Caixa D'Água, em Salvador.


Um professor de 70 anos do Centro Educacional Carneiro Ribeiro, localizado no bairro da Caixa D'Água, em Salvador, foi agredido por um aluno na manhã da terça-feira (25) em um ponto de ônibus próximo à escola. De acordo com informações da Delegacia do Adolescente Infrator (DAI), a queixa contra o aluno foi registrada pela vítima nesta quarta-feira (26).


Segundo as primeiras informações da delegacia, o professor teria retirado o aluno da sala de aula por mau comportamento e o jovem esperou o professor ao lado de fora da escola. Ao chegar no ponto de ônibus, o aluno teria agredido o professor com murros e pontapés. A vítima foi atendida pela Ronda Escolar, da Polícia Militar, e encaminhada para um hospital, onde foi medicado e liberado. O suspeito fugiu.
Em nota, a Secretaria Estadual de Educação informou que "já foi resolvido o incidente ocorrido entre o estudante e o professor, ontem [terça-feira], em um ponto de ônibus". Disse ainda que a direção geral do Centro Educacional Carneiro Ribeiro está fortalecendo as orientações pedagógicas para garantir a convivência pacífica entre estudantes e professores. A Secretaria informou ainda que casos como esses são encaminhados e solucionados por uma equipe multidisciplinar formada por Assistente Social, Psicólogo, Pedagogo e Advogado. O aluno receberá acompanhamento pedagógico especial.