quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Lutador do UFC, Charles do Bronx visita garotos na Fundação Casa

Enquanto não há data definida para próxima luta, peso-pena do Ultimate Fighting Championship ministra palestra para internos da antiga Febem, em Guarujá

Atleta peso-pena do UFC e especialista em jiu-jitsu, Charles do Bronx não vive somente de treinos e competições no MMA. Nesta quarta-feira, ele registrou sua visita à Fundação Casa, em Guarujá, cidade onde nasceu. Na ocasião, o atleta conversou com alguns internos e revelou histórias de superação que passou antes de sua ascensão no esporte.
- É difícil saber que tem o lado bom e o ruim. Principalmente ver que tem uma molecada aí que poderia muito bem estudar, trabalhar ou até fazer esporte. Sei lá... poderiam produzir algo pelo lado do bem. Infelizmente não os culpo (por estarem encarcerados), muitas vezes o pai e a mãe não estão nem aí. Outros casos tem a muito a ver com a realidade em que vivem, na comunidade, ao lado do tráfico. Espero que parte deles tenha absorvido algumas das minhas histórias e tomar como exemplo. Sem dúvida quero voltar lá mais vezes. E a experiência (da palestra) também passo adiante para a minha esposa, minha família e meus alunos da academia - diz o lutador de MMA.
O atleta ainda não tem a data definida da próxima luta, entretanto, diz seguir treinando firme no início deste ano em sua academia. Sua última luta aconteceu no dia 12 de dezembro de 2014, quando venceu o norte-americano Jeremy Stephens por decisão unânime dos juízes laterais na co-luta principal do TUF 20 Final.
Charles do Bronx ministra palestra na Fundação Casa, em Guarujá (Foto: Reprodução/ Instagram)Charles do Bronx ministra palestra na Fundação Casa, em Guarujá (Foto: Reprodução/ Instagram)
 
http://globoesporte.globo.com/sp/santos-e-regiao/noticia/2015/01/lutador-do-ufc-charles-do-bronx-visita-garotos-na-fundacao-casa.html

“Satanás” morre em troca de tiros com militares do Getam.

Um adolescente conhecido no mundo do crime como “Satanás”, morreu na manhã desta terça-feira após trocar tiros com policiais militares em Nossa Senhora do Socorro.

Confronto envolve o Getam e foi registrado em Socorro. (Foto: WhatSapp)

O jovem que embora muito novo, era conhecido pelas atrocidades que cometia e pelos inúmeros crimes que praticou.

Interno no Cenam, “Satanás” conseguiu fugir pelo menos por três vezes. Ele era investigado pela polícia sob a acusação de ter praticado novos crimes durante o tempo em que esteve foragido do Cenam.

Por volta das 9 horas desta terça-feira (20), “Satanás” acabou trocando tiros com policiais militares do Getam, da guarnição Escorpião 10,  ao ser abordado e acabou sendo baleado no bairro São Brás, no município de Nossa Senhora do Socorro. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital de Urgência de Sergipe, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.(Informações do Fax Aju)

http://boainformacao.com.br/2015/01/satanas-morre-em-troca-de-tiros-com-militares-do-getam/

Trio foge de Centro Socioeducativo pela porta da frente em Juiz de Fora

Investigadores da Polícia Civil procuram pelos adolescentes.
Fuga aconteceu por volta das 18h30 desta segunda-feira (19).

Três adolescentes fugiram do Centro Socioeducativo de Juiz de Fora, na noite da última segunda-feira (19), pela porta da frente. 

Segundo o delegado Rodolfo Rolli, responsável pela Zona Norte de cidade, área onde fica a instituição, a fuga aconteceu por volta das 18h30, quando dois adolescentes de 17 anos e um jovem de 18 anos conseguiram sair pelo portão principal, sem que nenhum agente penitenciário percebesse. A Polícia Militar (PM) fez rastreamento pelo local durante a noite, mas nenhum deles foi encontrado.

A Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) disse que já instaurou procedimento para investigar a fuga dos adolescentes e que já solicitou que o Poder Judiciário seja comunicado, a fim de que tome as providências necessárias. O G1 entrou em contato com a Vara da Infância e da Juventude, que confirmou já ter sido informada da ocorrência pela Seds, mas não vai comentar o caso.
Segundo o delegado Rodolfo Rolli, uma diligência foi aberta e os investigadores da Polícia Civil (PC) já montaram uma equipe de buscas. Até a publicação desta matéria, porém, ninguém havia sido localizado. O delegado também informou que vai enviar um ofício para a Vara da Infância e Juventude informando sobre a fuga.

Em nota, a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) informou que foi instaurado um Procedimento Interno no Centro Socioeducativo para apurar as causas da fuga dos três adolescentes e que a Subsecretaria de Atendimento às Medidas Socioeducativas (Suase) já comunicou o Poder Judiciário para que as devidas providências sejam tomadas.

http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2015/01/trio-foge-de-centro-socioeducativo-pela-porta-da-frente-em-juiz-de-fora.html

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Adolescentes infratores poderão ficar mais tempo internados

Adolescentes infratores poderão ficar mais tempo internados

(Brasília) - Diversos criminalistas brasileiros têm apresentado estudos, de diversas origens, que demonstram a escalada da violência entre jovens menores de 18 anos em todo o País.

Segundo eles, uma legislação descolada da realidade acaba por dar a estes jovens a sensação de inatingibilidade pela a Lei, pelo Estado ou qualquer outro instrumento de coerção ou repressão. 
Esse sentimento de liberdade para o crime tem feito, também, com que criminosos adultos prefiram aliciar menores para suas quadrilhas no intuito de fazer com que os integrantes maiores escapem de acusações mais graves e de penas mais severas.

Na tentativa de coibir ao menos em parte este problema, foi apresentado na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 5454/13. Segundo seu texto, o tempo máximo de internação de menores de 18 anos que cometeram crimes hediondos poderá ser ampliado de três – conforme determina atualmente o Estatuto da Criança e do Adolescente – para oito anos de reclusão.

Atualmente a proposta está arquivada por conta do fim da Legislatura anterior, mas poderá ser desarquivada por qualquer parlamentar a partir de fevereiro próximo com a reabertura oficial dos trabalhos na Casa. O prazo para solicitar o desarquivamento é de até 180 dias após a posse.

O projeto fazia parte de um grupo de 20 propostas que vinha sendo analisada por uma comissão especial composta por Deputados Federais com a finalidade de reavaliar e modificar a Lei Lei 8.069/90 – o ECA. Não havendo nenhuma conclusão ao final do prazo determinado, a comissão foi extinta e precisará ser recriada.

Mudanças propostas - Entre outras medias, as propostas preveem maior tempo de penalidade para adolescentes que cometerem crimes hediondos, tais como sequestro, latrocínio e estupro, por exemplo. Hoje a pena máxima é de três anos, mas se for aprovada a proposta, o prazo pode ser ampliado para oito anos, fazendo com que o apenado fique preso até os 26 anos de idade.

Outras mudanças previstas pelo PL 5454/13 são: 1. que o menor infrator, ao completar a maioridade, não deve ficar recluso no mesmo ambiente que os demais jovens internados, precisando ser transferido para outra ala, prédio ou instituição específica, e; 2. Modifica o Código Penal na determinação da pena de maiores que coagirem, cooptarem ou de alguma outra forma usarem menores na prática criminosa.


Quem questiona o atual regime de penalidades proposto pelo ECA é o deputado João Campos (PSDB-GO). Em seu estranhamento, ele questiona: “Como é que, para o cidadão que comete um crime de latrocínio aos 18 anos, o tempo máximo de pena é 30 anos, e para o adolescente o tempo de internação é de, no máximo, 3 anos? Não há nenhuma razoabilidade nisso!”.

http://www.cenariomt.com.br/noticia/419446/adolescentes-infratores-poderao-ficar-mais-tempo-internados.html

Sindicato dos Agentes de Medida Sócio Educativa de Sergipe fala sobre prisões de agentes

Presidente do sindicato dos agentes do Cenam concede entrevista coletiva 

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

REVER ENTREVISTA – SIDNEY GUARANY #LIBERDADEPARASIDNEY

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 Revista Reviver entrevista presidente do Sindicato dos Agentes da Fundação Renascer, que estava entre os nove presos sob denúncia de agressão aos internos do CENAM

*por Irlan Simões

Veja também: Roteiro para Entender a Campanha #LIberdadeParaSidney

Protagonista da campanha que estourou em Aracaju nesta quinta-feira, 15, Sidney Guarany começou suas atividades profissionais na Fundação Renascer em março de 2007, quando ingressou como agente socioeducativo no Centro de Atendimento ao Menor (CENAM) de Aracaju.

Em 2011 assumiria a presidência do Sindicato dos Agentes de Segurança da Fundação Renascer (SINDASSE) quando começa a acumular embates com a direção da entidade ao defender os direitos trabalhistas da categoria, como aumento salarial e condições de trabalho. Também pautou e denunciou as péssimas condições estruturais da unidade, que acarretavam em conflitos entre internos e agentes, bem como diversas rebeliões e intervenções judiciais que marcaram os noticiários dos últimos anos.

Após ser libertado nesta quinta-feira, após a expedição de um alvará de soltura que revogou a prisão preventiva dos nove agentes, Sidney Guarani concedeu entrevista à Revista REVER para explicar o que ocorre às unidades socioeducativas de Sergipe.

REVER ENTREVISTA: SIDNEY GUARANY – #LiberdadeParaSidney
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REVER: O que acontecia dentro da unidade com relação aos trabalhadores?

Sidney: As condições de trabalho eram péssimas, porém os principais problemas era em relação às condições dos internos. Condições essas que sempre foram denunciadas pelo SINDASSE, desde quando eu comecei a militar no sindicato. Inclusive, foi a partir dessas denuncias que se chegou até visitas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pedindo até a intervenção da unidade.

REVER: O que vocês, enquanto representantes da categoria fizeram para reverter a situação?

Sidney: A partir da atuação do sindicato, todas essas questões que nunca foram mostradas passaram a ter uma visibilidade, inclusive em nível nacional. As faltas de estrutura, de equipamentos e das condições dos internos evidentemente culminam em conflitos entre os trabalhadores e os internos, já que não existe nenhuma efetiva aplicação de medidas socioeducativas.

Fizemos, enquanto sindicato, inúmeras denúncias junto a diversos órgãos responsáveis pela fiscalização na aplicação dessas medidas. Dentre eles: Ministério Público da Criança e Adolescente, Comissão dos Direitos Humanos da OAB, ONGs, Vara da Infância e da Juventude e a partir dessas denuncias que as medidas socioeducativas entraram na pauta das discussões. Antes da nossa atuação não se falava, infelizmente, em medidas socioeducativas no estado de Sergipe.

REVER: Como o sindicato lidava com as consecutivas denuncias de maus tratos na unidade?

Sidney: O sindicato sempre refutou qualquer tipo de violência que viesse a ser praticada contra os internos. Chegamos inclusive a denunciar um agente de segurança junto ao Ministério Público, junto a Comissão de Direitos Humanos da OAB e junto à Vara da Infância e da Juventude. Cabe frisar que no caso especifico desta denúncia a Fundação Renascer tinha conhecimento e nunca tomou qualquer tipo de atitude.

Enquanto Sindicato nós não admitimos nenhum comportamento desse tipo e sempre que pudemos provar qualquer tipo de ação neste sentido fomos nós primeiro que denunciamos. Esse tipo de comportamento isolado termina por macular toda uma categoria.

REVER: Como a diretoria da Fundação Renascer respondia a tudo isso?

Sidney: Nunca foi interessante para a direção da Fundação Renascer trazer à tona esses tipos de questões, porque elas explicitavam a total falência das medidas socioeducativas nas unidades sergipanas.

REVER: O que vem pela frente?


Sidney: O que vem pela frente é mais luta para que o direito dos adolescentes e dos trabalhadores sejam respeitados e que haja a aplicação efetiva das medidas socioeducativas. Espero que sejam apuradas todas as irregularidades e todas as instituições fiscalizadoras continuem em contato com nossa colaboração.


http://revistarever.com/2015/01/15/rever-entrevista-sidney-guarany-liberdadeparasidney/

Efetivo menor: agentes temem rebelião no Cenam e Usip

SERGIPE   
Agentes dizem que apenas seis trabalham em cada plantão

Os agentes de medidas socioeducativas que atuam no Centro de Atendimento ao Menor (Cenam) e Unidade Socioeducativa de Internação Provisória (Usip) estão inseguros quanto ao trabalho nestas unidades. 

A categoria relata falhas ainda maiores na segurança em virtude do afastamento de 10 agentes, que estão respondendo a processo por agressão de menores. No último fim de semana, foi preciso o reforço da Tropa de Choque para garantir a ordem durante o horário de visitas e conter o princípio de rebelião.

“Com o afastamento das atividades de parte dos agentes, o efetivo que já reduzido está ainda menor. Existe fragilidade ainda maior na segurança, o que dificulta cada vez mais os trabalhos”, explica o presidente do Sindicato dos Agentes de Segurança e de Medidas Socioeducativas, Sidney Guarani.

De acordo com Sidney, os plantões que antes contavam com uma média de 8 agentes, agora têm 5 ou 6 profissionais. “São 5 ou 6 agentes para cuidar de 60 a 80 internos em cada unidade”, destaca.No último fim de semana, segundo Sidney, houve princípio de rebelião na Usip, onde adolescentes provocaram um incêndio em parte de uma Ala.

Os profissionais, segundo Sidney, também estão insatisfeitos com o atraso no pagamento do ticket alimentação. “Todos os meses há atraso no ticket alimentação”, acusa.

Fundação Renascer

A Fundação Renascer informou que até a completa resolução do problema, os sócio-educadores e os agentes restantes estão atuando na segurança das unidades e que nos casos de maior necessidade, há apoio da Polícia Militar. O órgão informou ainda que o problema do baixo efetivo está sendo debatido na esfera do governo.

O órgão confirmou o atraso no ticket alimentação, mas informou que já se reuniu com a Seplag no intuito de tomar providências para a resolução do problema.

A Fundação Renascer confirmou o princípio de rebelião ocorrido na Usip no fim de semana, esclarecendo que um interno tocou fogo no colchão, mas que não houve feridos.

http://www.infonet.com.br/cidade/ler.asp?id=168090

domingo, 18 de janeiro de 2015

Agentes do Cenam saem de presidio militar (PRESMIL) sob emoção

Familiares e colegas acompanham libertação de agentes

Depois de quase uma semana de prisão, os nove agentes de segurança e de medidas socioeducativas do Centro de Atendimento ao Menor (Cenam) foram libertados na tarde desta quinta-feira, 15. Um grupo de colegas de trabalho, sindicalistas e familiares, inclusive filhos, aguardaram com expectativa o momento da libertação dos agentes, que foram beneficiados com o alvará de soltura expedido pela desembargadora substituta Bethzamara Rocha Macedo.


Momento em que os agentes foram libertados
(Fotos: Portal Infonet)
Os alvarás de soltura foram expedidos individualmente e chegaram ao presídio militar por volta das 13h, conduzidos pela oficial de justiça Rosimeire Mesquita. Às 14h30, os agentes alcançaram o portão principal do presídio sob aplausos dos colegas e familiares. Os réus evitaram a imprensa e realizaram uma estratégia para não serem fotografados, misturando-se a outros colegas que os aguardavam na porta do Presmil.


A direção do presídio só permitiu o acesso dos demais agentes à área interna no momento em que os agentes estavam efetivamente saindo.

 primeiro a ser abraçado pelos colegas foi Sidney Guarani, presidente do Sindicato dos Agentes de Segurança e de Medidas Socioeducativas, que está no rol dos réus que foram presos no dia 9 deste mês por determinação do juízo da 6ª Vara Criminal.

Por volta de meio-dia, familiares e agentes começaram a chegar à porta do presídio, aguardando aquele momento. As esposas falaram com jornalistas, mas pediram para não serem identificadas nem fotografadas. “Hoje o sentimento é de alívio, de alegria, sabendo que, em parte, a justiça está sendo feita”, desabafou uma delas, recebendo aplausos das demais. “Os dias que eles estavam presos foram de sufoco: triste, sem comer, sem dormir, perdendo emprego porque ninguém tinha estrutura para ir para o trabalho”, complementou uma outra. “Foi um sentimento de indignação, do filho que nasceu ao filho mais velho, todos revoltados”, resumiu uma terceira esposa de um dos agentes presos.

EMOÇÃO
Nos bastidores, os familiares não queriam que os jornalistas fotografassem os agentes libertados e, antes de serem colocados em liberdade, os agentes se reuniram nas dependências do presídio e decidiram que sairiam misturados aos demais que os aguardavam do lado de fora para não serem identificados.



O diretor do Sindicato dos Agentes, Valteno Marques, informou que o presidente Sidney Guarany concederá entrevista coletiva na próxima segunda-feira, 18. O local e o horário serão divulgados posteriormente.

Oficial de justiça [à direita] deixa o presídio
 após cumprir os alvarás de soltura
Para o sindicalista, o processo movido pelo Ministério Público contra os agentes do Cenam e da Unidade de Internação Provisória (Usip) tem cunho político. Seria, na ótica do representante do sindicato, uma represália contra as denúncias do sindicato que envolve irregularidades na gestão da




Fundação Renascer e fragilidade do sistema de atendimento a adolescentes em conflito com a lei. “Mas não vamos nos calar”, avisa.


Por Cássia Santana

http://www.infonet.com.br/cidade/ler.asp?id=167977

sábado, 17 de janeiro de 2015

Imagens mostram fuga e tumulto na Fundação Casa em Campinas

VEJA O VIDEO:


Assembleia Geral de Campanha Salarial/15 dos trabalhadores da Fundação CASA

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No dia 31 de janeiro, às 9horas, teremos a primeira Assembleia Geral dos Trabalhadores da Fundação CASA para Campanha Salarial de 2015.
Esse ano a direção do SITRAEMFA, pretende inovar e trazer mais dinamismo para que a Assembleia não se torne extensa, cansativa e deixe muitos trabalhadores de fora do debate final.
PROPOSTA
O inicio dos trabalhos se dará com a retrospectiva da Campanha Salarial de 2014, na qual serão esclarecidas as clausulas que estão suspensas pelo Tribunal Superior do Trabalho. 
Logo depois teremos a leitura das propostas de pauta encaminhadas pelos trabalhadores e propostas elaboradas pela direção do SITRAEMFA. Havendo destaques para mudanças de quaisquer clausulas será feito o debate no final.
Num terceiro momento serão lidas as clausulas existes, mas que poderão sofrer alterações. Havendo destaques para mudanças de qualquer das clausulas será feito o debate no final.
E para finalizar as clausulas que já foram contempladas e homologadas em 2014 pelo TRT, não sofrerão alterações, mas constarão na pauta de reivindicação.

http://www.sitraemfa.org.br/justica-e-cidadania/585-assembleia-geral-de-campanha-salarial15-dos-trabalhadores-da-fundacao-casa.html