terça-feira, 26 de agosto de 2014

Justiça determina contratação para unidades de internação em Alagoas

Ajuizamento da ação civil pública se deu após reunião entre a Promotoria da Fazenda Pública Estadual e a Promotoria da Criança e do Adolescente

A pedido da 19ª Promotoria de Justiça Cível da capital – Fazenda Pública Estadual, o juiz Heléstron Silva da Costa, da 17a Vara Cívil da Fazenda Pública estadual, deu prazo de 60 dias para que o Estado conclua a processo seletivo para a contratação emergencial de funcionários para trabalhar no NEAS - Núcleo Estadual Sócio-educativo, mais especificamente nas unidades de internação que, atualmente, abrigam cerca de 180 adolescentes. A decisão foi proferida na tarde dessa sexta-feira (22). A ação foi ajuizada na terça-feira da semana passada pela promotora Cecília Carnaúba.

Promotora Cecília Carnaúba
Promotora cecilia Carnaúba

Na ação, o Ministério Público Estadual pediu a conclusão do processo seletivo e a realização de concurso público. No caso do processo seletivo, o pedido da Promotoria foi para que, no ato da homologação do resultado, o Poder Executivo já estabeleça prazo para o fim dos contratos e a data de realização das provas para o certame.

“Por meio da ação civil pública, que propusemos com pedido de concessão de liminar, solicitamos ao Poder Judiciário que obrigasse o Estado a promover, tanto o processo seletivo, quanto para o concurso público. E, para nossa satisfação, a decisão determina prazo de dois meses para que tudo isso aconteça. Inclusive, caso o Executivo descumpra tal decisão, ele estará sujeito ao pagamento de multa diária de R$ 1 mil”, explicou Cecília Carnaúba.

O ajuizamento da ação civil pública se deu após reunião entre a Promotoria da Fazenda Pública Estadual e a Promotoria da Criança e do Adolescente. “Conversamos e explicamos a gravidade da situação. A exemplo do que fez a promotora Cecília Carnaúba, nossa Promotoria também já ajuizou ações semelhantes na tentativa de reverter a realidade das unidades de internação. Esse tem sido um esforço concentrado dos membros do Ministério Público em busca da ressocialização dos adolescentes infratores”, declarou o promotor de Justiça Rogério Paranhos.

A ação
No texto da ação, a 19ª Promotoria de Justiça Cível da capital pediu para que os selecionados no processo seletivo atuem nas unidades de internação até que os concursados entrem em exercício nos respectivos cargos. O órgão ministerial defendeu também a criação de 923 vagas distribuídas em 27 cargos, como agente socioeducativo, médico, odontólogo, enfermeiro, nutricionista, farmacêutico, advogado, assistente social, psicólogo, professor, pedagogo, motorista, técnico-administrativo, auxiliar de serviços gerais, entre outros.

No procedimento assinado pela promotora de Justiça Maria Cecília Pontes Carnaúba, é solicitado ainda à Justiça uma determinação para que o Estado de Alagoas garanta, imediatamente, o funcionamento das unidades de internação de acordo com os requisitos estabelecidos pelo artigo 94 da Lei Nacional nº 8.069/90. Segundo a legislação, as unidades que desenvolvem programas de internação têm a obrigação de observar os direitos e as garantias de que são titulares os adolescentes; oferecer atendimento personalizado, em pequenas unidades e grupos reduzidos; e preservar a identidade e oferecer ambiente de respeito e dignidade aos jovens.

Ainda segundo a lei, as unidades devem oferecer instalações físicas em condições adequadas de habitação, higiene, salubridade e segurança; vestuário e alimentação suficientes e adequados à faixa etária dos adolescentes atendidos; cuidados médicos, psicológicos, odontológicos e farmacêuticos; além de propiciar escolarização, profissionalização e atividades culturais, esportivas e de lazer. Cabe ao Estado também diligenciar no sentido do restabelecimento e da preservação dos vínculos familiares; e comunicar à autoridade judiciária, periodicamente, os casos em que se mostre inviável ou impossível o reatamento dos vínculos familiares.

Cecília Carnaúba defendeu uma ação célere da Justiça para evitar o agravamento da situação desumana em que se encontram os adolescentes infratores das unidades de internação geridas pela Superintendência de Assistência Socioeducativa do Estado. “Como risco da permanência dessa ameaça à dignidade da pessoa humana, pode ocorrer o aumento da violência interna nas unidades, a insegurança e favorecimento da vulnerabilidade social, além de danos emocionais irrecuperáveis que são produzidos nos adolescentes ali instalados”, disse a promotora de Justiça.

Crise nas unidades de internação
O Ministério Público Estadual recebeu a notícia de que a Superintendência de Assistência Socioeducativa, que integra a Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social do Estado de Alagoas, sofre com a falta de cargos para a execução de suas atividades-fim. A Superintendência, que é responsável pelas unidades de internação de adolescentes, tem enfrentado graves dificuldades para cumprimento de suas funções, justamente pela falta de servidores adequados ao serviço.

“As unidades sofrem com a grande violência entre internos, que convivem com espancamentos sem que a fiscalização dos jovens possa contê-los, em face do pequeno número de agentes. Essas agressões já causaram, inclusive, mortes no interior das unidades e expõem a vida não só dos adolescentes, como também de todos que trabalham no local”, destacou Cecília Carnaúba.

A promotora explicou ainda que grande parte dos trabalhadores das unidades têm baixo nível de instrução para tratar dos internos. Segundo ela, as próprias unidades deixam de desenvolver qualquer atividade destinada à readaptação dos adolescentes ao convívio social. “Os adolescentes são enclausurados nas unidades e não recebem o tratamento exigido pela legislação, sobretudo por falta de pessoal capacitado”, concluiu.

Homenagem a todos agentes sócioeducativos do Brasil


video postado por um servidor do IASES  Espirito Santo


Nova Tentativa de Homicídio no DEGASE.

Na noite do dia (24), aconteceu mais uma tentativa de homicídio entre os internos do Novo DEGASE.
O crime tentado ocorreu no Centro de Socioeducação Dom Bosco (Instituto Padre Severino), unidade de Internação Provisória na Ilha do Governador, situada na Estrada dos Maracajás, s/n, Galeão – Ilha do Governador.

Segundo informações, três internos tentaram assassinar um socioeducando por motivo desconhecido, porém foram impedidos durante o ato pela equipe de plantão, evitando assim que mais uma morte ocorresse .

Todos os internos foram conduzidos pelos Agentes Socioeducativos para a 37º DP - Ilha do Governador, onde foi feito o registro do ato.


http://agentesdegase.blogspot.com.br/2014/08/nova-tentativa-de-homicidio-no-degase.html

domingo, 24 de agosto de 2014

Dois presos são decapitados em rebelião no oeste do PR, diz Depen

Ação começou na manhã de domingo (24), na Penitenciária de Cascavel.
Vários presos estão feridos e dois agentes penitenciários são feitos reféns.

Do G1 PR, em Cascavel
Presos reclamam da estrutura, alimentação e higiene da unidade (Foto: Reprodução RPC TV) 
Presos reclamam da estrutura, alimentação e higiene da
unidade (Foto: Reprodução RPC TV)
O Departamento Penitenciário do Paraná (Depen) informou que dois presos da Penitenciária Estadual de Cascavel (PEC), no oeste do Paraná, foram decapitados durante a rebelião que começou por volta das 6h30 deste domingo (24). Ainda conforme o Depen, vários presos estão feridos e dois agentes penitenciários são feitos reféns. O Depen e a polícia negociam com os presos, mas não há previsão de término da rebelião até a publicação desta reportagem.

De acordo com o advogado dos agentes penitenciários, Jairo Ferreira, os presos reclamam da estrutura, alimentação e higiene da penitenciária.
Conforme o Depen, um dos mortos é o ex-policial civil suspeito de encabeçar um esquema de furto e desvio de peças de veículos apreendidos que ficavam no pátio 15ª Subdivisão Policial, descoberto no dia 2 de julho. O Corpo de Bombeiros também confirmou que atendeu uma vítima com ferimentos graves. O homem, de 23 anos, foi levado para o Hospital Universitário.
O diretor do Depen, Cezinando Paredes, está na peniteciária para negociar com os detentos. A secretária de Justiça, Maria Tereza Uille Gomes, também a caminho de Cascavel para tentar uma negociação com os presos, conforme o Depen. Equipes da Polícia Militar também estão no local.

Rebelião
Presos subiram no telhado da penitenciária com os reféns (Foto: Reprodução RPC TV) 
Presos subiram no telhado da penitenciária com os reféns
(Foto: Reprodução RPC TV)

Segundo Ferreira, a rebelião teve início no momento em que um agente foi entregar o café da manhã aos detentos. O trinco da grade estava serrado, o que permitiu aos presos puxarem o agente para dentro e darem início à rebelião. Ainda segundo o advogado, apenas dez agentes estavam de plantão no presídio que é ocupado por mais de mil presos.

Os detentos invadiram o telhado da penitenciária, queimaram colchões e hastearam bandeira de uma facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios no país. Na confusão, eles chegaram a jogar outros detentos do alto do telhado.

Conforme Ferreira, cerca de 80% da unidade está destruída.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), por volta das 16h familiares dos presos fecharam as duas pistas da BR-277, no Km 579, próximo ao trevo de acesso a penitenciária. Filas de veículos se formaram nos dois sentidos. A PRF está no local.

A Penitenciária Industrial de Cascavel (PIC), que fica próxima a PEC, confirmou que recebeu pelo menos 36 detentos transferidos da PEC. Conforme o Depen, são detentos que estavam sendo ameaçados pelo rebelados. Ainda segundo as informações da PIC, são esperadas mais transferências.

Adolescentes suspeitos de furtar PM no DF postam foto com farda na web

'Quem disse que Preciza estuda Pra Ser Policia !! (sic)', escreveu um deles.
Três garotos foram detidos em Samambaia; arma não era do policial.

Publicações em rede social trazem suspeitos usando farda furtada de policial militar do Distrito Federal (Foto: Facebook/Reprodução)
Publicações em rede social trazem suspeitos usando farda furtada de policial militar do Distrito Federal (Foto: Facebook/Reprodução)

A Polícia Militar do Distrito Federal apreendeu três adolescentes que, suspeitos de furtar o uniforme novo de um membro da corporação, postaram fotos em uma rede social usando farda e ironizando a situação. “Quem disse que Preciza estuda Pra Ser Policia !! (sic)”, escreveu um deles. A ação, feita por uma equipe do Batalhão de Polícia Ambiental, ocorreu em Samambaia na terça-feira (19).

Diretor de Operações e assessor de imprensa do grupamento, o cabo Mário Alberto Vilela disse que apenas dois dos jovens participaram diretamente do  furto. “Um de 15 e um de 17 arrombaram o carro do PM em Taguatinga Centro na última sexta e levaram o uniforme que ele havia acabado de comprar. Estava no banco de trás. Eles disseram que isso chamou a atenção deles e que por isso resolveram pegar”, explica.

Os jovens teriam se encontrado, então, com um adolescente de 16 anos – que aparece na segunda imagem – e entregado a farda. A polícia conseguiu identificar os rapazes após as postagens na web. Nas fotos, também é possível ver uma arma, mas Vilela afirma que ela não pertence ao policial.
“Não é dele, não levaram a arma dele”, disse. O PM criticou o comportamento dos adolescentes. “Eles estavam ‘desafiando’, estavam contando vantagem com a situação.” 
O trio foi encaminhado para a Delegacia da Criança e do Adolescente II, em Taguatinga.

http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2014/08/adolescentes-suspeitos-de-furtar-pm-no-df-postam-foto-com-farda-na-web.html

sábado, 23 de agosto de 2014

Seis adolescentes fogem da Fundação CASA Praia Grande, SP

Polícia investiga fuga de menores da Fundação Casa em Praia Grande, SP

Seis menores fugiram da unidade na tarde deste sábado (23).
Não houve rebelião no local, nem registro de feridos.


Seis menores fugiram da unidade de detenção (Foto: Reprodução / TV Tribuna)
Seis menores fugiram da unidade de detenção
(Foto: Reprodução/TV Tribuna)



Seis menores escaparam da Fundação Casa de Praia Grande, no litoral de São Paulo, na tarde deste sábado (23). Eles fugiram pela lateral da unidade de internação Por meio de um buraco cavado na parede lateral
 A fuga só foi percebida pelos agentes do local após a movimentação nos demais dormitórios.
 Nenhum deles foi encontrado até o momento.

A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da unidade, que afirmou ainda que uma equipe da Corregedoria Geral da Fundação Casa está a caminho da cidade para instaurar sindicância e apurar a fuga.




Não houve rebelião no local, e também não há registro de feridos.

http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/08/policia-investiga-fuga-de-menores-da-fundacao-casa-em-praia-grande-sp.html

http://www.atribuna.com.br/pol%C3%ADcia/menores-fogem-da-funda%C3%A7%C3%A3o-casa-em-praia-grande-pol%C3%ADcia-faz-cerco-na-cidade-1.400171

Grupo de adolescentes invadem semiliberdade em Nilópolis para atacarem internos e agente Socioeducativo sai ferido

Um Agente Socioeducativo , do Centro de Recursos Integrados de Atendimento ao Adolescente (CRIAAD) unidade de semiliberdade do DEGASE, em Nilópolis, foi agredido após uma confusão entre alunos de escola e internos do centro socioeducativo na quarta -feira  (20). 

Segundo relatos os internos arrumaram uma confusão na escola da rede pública de ensino, bateram no aluno da escola e foram para o CRIAAD. Um grupo de jovens da escola se juntaram para pegar os internos na porta da unidade.

Como as unidades de semiliberdade possuem ainda menos segurança do que as de internação, houve invasão do grupo no CRIAAD. O agente foi intervir para impedir a entrada dos invasores e o conflito, quando foi agredido com socos pelos próprios internos do CRIAAD.

Foi feito o Boletim de Ocorrência da agressão na Delegacia da região e os internos foram levados para o CRIAAD Nova Iguaçu.

O agente  recebeu chutes e socos dos internos. Eram quase 30 estudantes para invadir a unidade. Sem conseguir andar direito pois teve distensão muscular, escoriações e lesões. Está em casa, bastante abalado.


FONTE: facebook i9nbox

Adolescente mata colega em unidade da Fasepa na Grande Belém

Discussão teria provocado morte de jovem de 17 anos em alojamento.
Adolescente foi colocado em ala separada para não sofrer ameaças.

Um adolescente de 16 anos matou um colega de 17 anos dentro de um alojamento da unidade de atendimento socioeducativo da Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa) em Benevides, região metropolitana de Belém, na noite da última quinta-feira (21).

De acordo com a Fasepa, os dois adolescentes discutiram e o mais jovem deles provocou a morte do colega, por asfixia, usando uma toalha. Ao ser questionado pela equipe da Fundação sobre o motivo do homicídio, ele disse que vinha sendo alvo de provocações por parte do garoto.

O corpo da vítima foi removido por peritos do Centro de Perícias Científicas (CPC) Renato Chaves às 5h desta sexta-feira (22), e deverá ser submetido a exame necroscópico. Em nota, a assessoria da Fasepa disse que está tomando as medidas legais para apuração das circunstâncias e responsabilização do adolescente, assim como prestando apoio aos familiares da vítima.

Ainda segundo a assessoria, como não há delegacia especializada para atendimento de menores de idade em Benevides, o caso foi registrado na Delegacia de Marituba, onde foi feito o boletim de ocorrência. Nesta sexta-feira, o adolescente agressor está sendo ouvindo pelo Ministério Público de Benevides e, além de cumprir a medida socioeducativa por furto, agora também irá responder por homicídio. O jovem seguirá na unidade da Fundação, mas foi colocado em uma ala separada para evitar que sofre ameaças dos demais internos.

A Unidade de Atendimento Socioeducativo (Uase) de Benevides tem capacidade para 80 adolescentes e atualmente abriga 47 jovens em situação de conflito com a lei.

http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2014/08/adolescente-mata-colega-em-unidade-da-fasepa-na-grande-belem.html

Morte na Fundação Casa provoca protesto

Familiares e amigos do adolescente morto há oito dias se manifestam para buscar respostas sobre óbito suspeito

Sérgio Masson
Mãe e familiares protestam em frente a Fundação Casa onde adolescente foi morto (Foto: Sérgio Masson)

Familiares e amigos do adolescente Fabrício de Souza Araujo, 16 anos, protestaram em frente à unidade Rio Pardo da Fundação Casa no início da tarde de ontem, em Ribeirão Preto.

De acordo com a mãe do jovem, a açougueira Maria do Socorro Marçal da Silva, 36 anos, a manifestação teve como principal objetivo buscar respostas à morte suspeita do adolescente ocorrida no último sábado, dia 16 de agosto.

O protesto pacífico ocorreu uma semana depois da morte do interno da Fundação Casa. Pessoas próximas ao jovem, como a mãe dele, acreditam na hipótese de que o adolescente morreu em decorrência de agressão e não engasgado por uma bolinha de desodorante roll-on, versão apresentada pela entidade.

“Quero saber realmente o que aconteceu com o meu filho. Como uma bolinha de desodorante pode ter matado ele?”, questiona.

Ao todo, cerca de 30 pessoas participaram do protesto. Os manifestantes levaram cartazes com reivindicações de paz e justiça e alguns exibiam fotos feitas pela família do adolescente com ferimentos na cabeça, braço, pescoço e com a mão quebrada, segundo informações transmitidas pela mãe do jovem.

O protesto teve início às 11h e ocorreu de maneira pacífica até por volta das 17h. Algumas mães que esperavam o horário da visita aos internos também participaram da manifestação.

“A única esperança que eu tenho para poder viver em paz é ter essa resposta. Meu filho estava pagando por tráfico, foi preso pela primeira vez, mas era um bom menino, um bom irmão, não era criminoso. Enquanto não me derem essa resposta os protestos vão continuar”, defende a mãe.

Conforme o jornal A Cidade divulgou na edição de terça-feira, dia 19 de agosto, a Polícia Civil de Ribeirão Preto e a Corregedoria da Fundação Casa vão investigar a morte do adolescente.

O jovem, que cumpria internação na unidade Rio Pardo, chegou com parada cardiorrespiratória à UBDS (Unidade Básica Distrital de Saúde) da Vila Virgínia no início da tarde de sábado, 16 de agosto, e morreu logo em seguida.

A família do jovem não acredita na versão preliminar apresentada pela Fundação Casa para explicar a morte. A Prefeitura de Ribeirão Preto também contesta as informações passadas pela instituição em relação ao atendimento prestado a Fabricio e à causa de sua morte.

A reportagem do A Cidade tentou contato com a assessoria de imprensa da Fundação Casa ontem à tarde, mas ninguém atendeu ao telefone na sede da instituição, em São Paulo.