segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Curso dado Pelo governo e curso desenvolvido pelos agentes de segurança

GOVERNO

Escola do governo formará agentes para lidar com jovens em conflito com a lei

Cerca de 20 mil agentes públicos que atuam no Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase) trabalham, diariamente, com jovens em conflito com a lei e, por isso, cumprem medidas socioeducativas de meio aberto, restritivas ou privativas de liberdade. Uma convivência que, muitas vezes, é difícil e enfrenta resistências de ambos os lados.


Crianças e adolescentes em conflito com a lei, menor infrator
Creative Commons - CC BY 3.0 - Crianças e adolescentes em conflito com a lei

Os desafios para a efetivação da socioeducação são diversos, incluindo aos adolescentes a garantia de acesso a políticas como educação, fim das violações e construção de uma cultura de direitos. Em 2014, apenas em Fortaleza ocorreram 15 rebeliões nas unidades do sistema, conforme o Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca – Ce).

Diante desse cenário e com o objetivo de melhorar o serviço nos estados, foi criada a Escola Nacional do Socioeducativo. Ela terá como papel oferecer formação continuada a trabalhadores do Sinase em todo o país, com conteúdos teóricos e práticos padronizados e pautados pela perspectiva dos direitos humanos.

Segundo a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH-PR), em 2012 o sistema comportava 20.532 adolescentes em restrição e privação de liberdade e 88.022 em meio aberto, ou seja, que prestam serviços à comunidade ou estão em liberdade assistida.

“A gente fica na nossa e também não espera nada deles. Só o serviço que eles têm de fazer. Não os olhamos como amigos nem inimigos. É cada um no seu canto”, disse o adolescente D.S.**, que está há um ano e dois meses na Unidade de Internação de Planaltina, cidade satélite do Distrito Federal.

“Respeitamos e somos respeitados. O respeito acaba quando um excede. Uma das partes se altera e aí acaba o respeito. Sobra para nós. Nosso direito acaba quando começa o deles, mas o deles não acaba", afirmou T.L.**, há um ano e dez meses na unidade.

Agente de Reintegração Social há cinco anos, Igor Lopes, 32, conta que o dia a dia da unidade não enfrenta maiores turbulências, mas ressaltou que os problemas acontecem. “A maior parte da rotina é tranquila, mas tem momentos em que há maior tensão aqui. Por alguns fatores, a relação entre a gente e os internos fica mais difícil”. Ele lembrou que, quando assumiu o cargo, teve pouco tempo de preparo.

“Passamos no concurso e não tivemos um curso de capacitação com tempo maior, com maiores técnicas de defesa pessoal ou de aulas teóricas para utilização no Sistema Socioeducativo. Foi um curso de apenas uma semana e entramos no sistema”.

Lucas Jacobina trabalha desde 2010 como agente de Reintegração Social. Ao ingressar no sistema, ele contou com a ajuda de colegas mais experientes. “No começo, tive um pouco de receio, porque quem está de fora não imagina como é o clima aqui dentro. Tive sorte pelos muitos parceiros bons, que já trabalhavam há mais tempo e ensinaram bem o serviço. Depois que aprendemos o serviço, percebemos que não é essa coisa de outro mundo”.

Para José Carlos Amaral e Márcio Saldanha, o preparo realmente é insuficiente. Também agentes do Sistema Socioeducativo do DF, eles criaram um curso para reforçar conhecimentos de segurança protetiva aos colegas de profissão. “A segurança protetiva significa preservar a harmonia social e a integridade física daquele que lhe agride”, salientou Saldanha.

Assistente social, Ludmila Pacheco trabalha há mais de 20 anos com jovens em conflito com a lei. Ela acredita que a formação poderá mudar a situação do sistema. “Quando você trabalha com uma questão como a violência, com a produção da violência, é preciso ter preparo técnico. O preparo tem de começar no ponto de vista filosófico até as técnicas de atuação cotidianas”, informou.

Segundo ela, essa será uma oportunidade de promover entendimentos sobre o sistema e dialogar com a população que acredita na punição como forma de prevenir e controlar o delito. “O Estatuto [da Criança e do Adolescente] traz outro conceito. A forma de reverter o delito é sim pela privação, que é punitiva, porém pelo processo socioeducativo. Pouca gente entende o processo socioeducativo. A escola veio suprir isso”.

Até a criação da escola, cabia aos estados a tarefa de formar trabalhadores. Cada unidade da Federação organizava e ofertava cursos próprios, muitas vezes sem aliar teoria e prática ou estabelecer leituras mais aprofundadas sobre a situação dos adolescentes que cumprem as medidas, acrescentou Ludmila.

A partir de agora, a escola organizará cursos com base em três núcleos de conteúdos. O Núcleo Básico compreende discussões sobre adolescência e juventude, políticas públicas e marco legal da socioeducação no Brasil, metodologia do atendimento socioeducativo e parâmetros de segurança no atendimento, enquanto o Núcleo Específico será focado em discussões teóricas voltadas para demandas de cada localidade. Já o Núcleo de Especialização promoverá o aprofundamento de conhecimentos sobre prática socioeducativa.

Coordenador nacional do Sinase, Cláudio Augusto Vieira da Silva disse que a formação padronizada “é uma proposta antiga dos profissionais, que querem melhor qualificação, mais preparo e entendimento da natureza do atendimento socioeducativo”.

De acordo com Cláudio Augusto, os primeiros cursos serão ofertados em abril, em parceria da Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República com a Universidade de Brasília (UnB). Os sete módulos do Núcleo Básico serão oferecidos a distância e gratuitamente para funcionários do Sistema Socioeducativo. A expectativa é que, em maio, seja aberta a primeira turma de especialização em socioeducação, também voltada aos trabalhadores do Sinase.


"Precisamos de Curso que nos Preparem para realidade que vivemos na área de segurança.
Geralmente estes cursos são dados pelos "direitos humanos" que só observam o lado dos infratores" 

Agentes ensinam a colegas técnicas de trabalho com adolescentes internados

José Carlos Amaral e Márcio Saldanha desenvolveram curso de defesa pessoal paras ensinar colegas que trabalham com menores em conflito com a lei Marcello Casal Jr/Agência Brasil

José Carlos Amaral e Márcio Saldanha são agentes do Sistema Socioeducativo do Distrito Federal. Assim como os demais, passaram por um treinamento básico antes de ingressar em uma unidade de internação para lidar com adolescentes em conflito com a lei.

Praticantes de artes marciais e defesa pessoal, ambos perceberam que teriam dificuldades em determinados momentos se não tivessem conhecimento prévio. Assim, desenvolveram um curso para ensinar técnicas básicas a seus colegas.

“Quando entramos, a capacitação foi muito rasa. O agente entra no sistema carente disso. Então, quando aconteciam certas intervenções, sabíamos como proceder, sem causar lesão nenhuma”, explicou Saldanha. “Apresentamos o projeto para a subsecretária do Sistema Socioeducativo. Ela comprou a ideia, porque acreditou que está em sintonia com o que todos esperam do sistema”, completou.

Desde o início de 2014, Amaral e Saldanha já treinaram aproximadamente 500 servidores do sistema. Além de agentes, o treinamento também inclui outros profissionais que trabalham com adolescentes nas unidades de internação. Psicólogos, assistentes sociais, pedagogos e técnicos administrativos já fizeram o curso.

“Não basta o agente saber. Às vezes, o assistente social olha a situação e não entende o que está ocorrendo. É uma forma de fazer uma integração com a equipe, de modo que eles entendam o trabalho, que deve ser feito em conjunto”, explicou Amaral.

O curso pode ser dividido em módulos ou ministrado integralmente, em 30 horas. Amaral lembrou que o treinamento é dividido em partes teóricas e práticas.

“No curso, falamos sobre legislação, sobre o adolescente e também abordamos as contenções, como fazer isso de forma a preservar o adolescente, o que deve ser feito. A gente prepara o servidor mentalmente e na prática”.

http://noticias.ne10.uol.com.br/brasil/noticia/2015/01/25/escola-do-governo-formara-agentes-para-lidar-com-jovens-em-conflito-com-a-lei-530046.php


http://www.ebc.com.br/cidadania/2015/01/escola-do-governo-formara-agentes-para-lidar-com-jovens-em-conflito-com-lei

http://www.atribunamt.com.br/2015/01/agentes-ensinam-a-colegas-tecnicas-de-trabalho-com-adolescentes-internados-10h33/

sábado, 24 de janeiro de 2015

Dobra autorização de novas armas

Quantidade de unidades com sinal verde concedido pela Polícia Federal para aquisição na cidade tem impulso na comparação entre 2011 e 2014

Dados de registros de novas armas para civis, revelados pela Polícia Federal (PF) de Bauru, apontam que o número legal na cidade dobrou nos últimos anos.

De 89 em 2011, a emissão de novas permissões para compra de armas saltou para 178 até o início de dezembro de 2014, ano que registra o maior acumulado dos últimos períodos.

Somado, o total de autorizações concedidas neste período revela que 483 novas armas foram colocadas em circulação por cidadãos, em sua maioria colecionadores,  na cidade.

A Polícia Civil não descarta que o número possa estar relacionado com o crescimento do índice de roubos em 2014 em todo o Estado.

O fato chama atenção por ocorrer justamente em um momento de fragilidade da Campanha do Desarmamento, que já completou uma década e atinge um de seus piores níveis nos últimos anos em Bauru, com 180 armas recolhidas no ano passado

Busca e reflexo

Sobre o aumento dos registros de novos armamentos, o agente da Polícia Federal, Luiz Miyashiro (responsável pelo controle de armas na sede da delegacia da cidade) aponta que a maioria das autorizações em 2014 foi destinada a agentes de segurança pública, impulsionadas após a sanção da Lei nº. 12.993, de 7 de junho de 2014, que permitiu o porte de arma de fogo fora dos horários de serviço pelos agentes de segurança penitenciária.

“Mas também houve aumento da procura por cidadãos comuns. E este aumento de armas novas adquiridas deve-se principalmente ao aumento da violência e dos roubos às residências”, ressalva Myashiro.

Opinião partilhada também pelo delegado seccional de Bauru, Ricardo Martines.

Para ele, no entanto, o fato de haver mais armamentos em circulação e de a entrega ser menor do que a procura não revela, por exemplo, uma tendência de piora ou reflexo negativo no cenário da segurança pública da cidade.

“As armas registradas não são nosso principal problema. A criminalidade se alimenta de armas que entram de forma ilegal no país”, fecha questão Martines.

O registro de arma é quando o cidadão adquire uma arma e a registra, mas tem de mantê-la em casa.

Já o porte de arma é quando o cidadão comum é autorizado pela PF a portar uma arma em seu corpo, pelas ruas, praças, etc.


Desarmamento: entrega tem recuo

Na contramão do crescimento do número de autorizações para a compra de novos armamentos, a entrega de armas dentro da Campanha do Desarmamento caiu até 30% de 2013 para 2014.

Na região, foram entregues 257 armas de fogo à Polícia Federal em 2013. Já em 2014, o mesmo número caiu para 180. A PF não forneceu dados em relação aos anos anteriores por conta de um problema de sistema, mas garante que as entregas eram maiores nos anos mais próximos ao início da campanha, que foi instituída em 2014, após a criação do Estatuto do Desarmamento.

“Além do fator da violência, o cidadão de bem que possuía uma arma ilegal já realizou a entrega. Atualmente, recebemos mais familiares que encontraram alguma arma de fogo escondida pelo ente falecido ou pessoas que não preenchem os requisitos da renovação do registro”, diz LuizMyashiro, agente federal.

Opinião

O registro de arma de fogo (autorização da Polícia Federal) não dá direito ao seu porte. E, todas as armas de fogo, mesmo mantidas no interior do lar, têm que ser registradas, não o sendo será crime possuí-las.

Especialista em segurança pública e coronel da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Nilson Giraldi defende que a presença de arma de fogo no lar, sítios, chácaras e fazendas, por exemplo, muitas vezes são necessárias, mas aumentam em até 400% a possibilidade de assassinato entre membros da família e, em torno de 600%, a possibilidade de suicídio no local. “Arma de fogo não é sinônimo de segurança, sem o conhecimento técnico dos procedimentos não vale nada. Isto porque os procedimentos, e não os tiros, é que preservam vidas”, elenca Giraldi. “O desafio é que o Brasil tem uma das piores seguranças públicas de todo o mundo.”

Apreensões menores

Delegado seccional, Ricardo Martines diz que o número de apreensões por posse ou porte ilegais realizadas pela corporação também foi menor em 2014. “Mas isso tem haver mais com o foco das nossas operações, que neste ano foi um pouco diferente”.

http://www.jcnet.com.br/Bairros/2015/01/dobra-autorizacao-de-novas-armas.html

Agente Penitencario é esfaqueado durante serviço

Leonardo Ferreira está 
fora de perigo
Leonardo Ferreira está fora de perigo

O agente penitenciário Leonardo Ferreira, de 30 anos de idade, residente em Presidente Venceslau,foi esfaqueado neste sábado, dia 24, durante a jornada de trabalho no Centro de Detenção Provisório – CDP II de Pinheiros. 
De acordo com informações, o venceslauense estava na chamada ‘tranca das celas’ quando recebeu uma facada nas costas. 

A ação foi praticada por um detento que é conhecido como ‘Gibi’. Segundo testemunhas, Leonardo, que conhece artes marciais, conseguiu se defender, mesmo que ferido, e saiu do raio andando e pediu socorro para companheiros de serviço. Ele foi encaminhado para o hospital de Osasco e deve passar por cirurgia. O ferimento quase atingiu o pulmão, mas o venceslauense está fora de perigo. Leonardo Ferreira entrou há cerca de 30 dias para atuar no sistema penitenciário do estado paulista.

Postado por Wagner Bueno

http://joiaribeirinha.com.br/site/?p=10034

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Agente da Fundação Casa ganha ação de reparação por doenças psicológicas

Fundação CASA realiza rodadas do planejamento estratégico em 2015

Instituição utiliza metodologia SWOT para traçar novas metas e plano de ação; apresentações das 11 divisões regionais acontecem em fevereiro

PPP_DRM_1_150313_EL_40_WEBA Fundação CASA elabora o seu planejamento estratégico para 2015, que define anualmente as metas e as diretrizes de atuação. Durante o mês de fevereiro, em todo o Estado de São Paulo, a instituição promove as rodadas de apresentações dos Planos Políticos Pedagógicos (PPP) de suas 11 divisões regionais.

Pelo oitavo ano consecutivo a CASA se utiliza da estratégia, desta vez usufruindo do método de elaboração conhecido como Análise Swot, metodologia de gestão que auxilia na compreensão do cenário enfrentado. O objetivo é verificar se metas propostas em anos anteriores foram alcançadas e qual possível novo cenário a se enfrentar.

De acordo com o método Swot, as equipes das divisões regionais recolherão dados que caracterizem as situações dos ambientes interno e externo dos centros socioeducativos, de forma a verificar, respectivamente, forças (strengths) e fraquezas (weaknesses) e oportunidades (opportunities) e ameaças (threats). O termo Swot tem origem inglesa.

A partir do diagnóstico da realidade, cada centro socioeducativo indica como será o seu modelo de atenção, a forma de execução do trabalho segundo as diretrizes da Fundação, e o referencial teórico utilizado, ou seja, as teses que viabilizam experiências profissionais que obtiveram êxito.

Com base nesses dados e no método Swot, ao longo do mês de janeiro, os profissionais das divisões fizeram discussões locais dos dados e propuseram soluções para o enfrentamento dos desafios apresentados.

Durante as rodadas do PPP, as divisões apresentarão para a executiva da Fundação CASA suas avaliações regionalizadas, com os resultados obtidos em 2014 e os desafios e seu planejamento estratégico regional para 2015.

As análises e propostas serão debatidas entre executiva e as equipes das divisão regional respectiva e representantes dos centros socioeducativos.

“Depois de nove anos de planejamentos estratégicos e execução das ações, precisamos verificar os objetivos alcançados e quais serão os novos desafios a serem enfrentados”, explica a diretora Técnica da Fundação CASA, Maria Eli Colloca Bruno. “Isso tudo é parte de um processo de desenvolvimento institucional.”

A adequação é necessária também para atender aos seis eixos de atuação e às 72 metas estabelecidas no Plano Decenal de Atendimento Socioeducativo do Estado de São Paulo, documento que traz as ações intersetoriais e serem realizadas no atendimento socioeducativo paulista até 2024. O Plano foi aprovado pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Condeca) em novembro de 2014.

http://www.fundacaocasa.sp.gov.br/index.php/noticias-home/3780-fundacao-casa-realiza-rodadas-do-planejamento-estrategico-em-2015

Mãe procura delegacia para denunciar o próprio filho em Mogi

Adolescente de 17 anos teria sido autor de vários furtos na cidade.
Segundo a mãe, jovem furtou a própria casa e levou dinheiro da avó.

Jamile Santana Do G1 Mogi das Cruzes e Suzano
Uma consultora de vendas de 35 anos procurou o 1º Distrito Policial de Mogi das Cruzes (SP), no Parque Monte Líbano, na madrugada desta quarta-feira (21) para denunciar o próprio filho, um adolescente de 17 anos, por furto.

Segundo informações do boletim de ocorrência, o rapaz é usuário de drogas e a mãe acredita que ela seja autor de diversos furtos em Mogi das Cruzes. Entre eles, os de sua própria casa. Na madrugada de quarta, o adolescente teria aproveitado que a mãe estava fora de casa para furtar um notebook, perfumes, jóias e R$ 400 que seriam de sua avó. O caso foi registrado como furto e será investigado pela Polícia Civil.

A mãe do adolescente infrator, que pediu para não ser identificada, conta que já chegou a perder o emprego por causa do problema do filho com as drogas. "Eu faltava vários dias seguidos porque tinha que ir atrás dele retirá-lo de dentro da favela. Ele já passou por tratamento, internação, Fundação Casa e atendimento no CAPs, nada resolveu. É uma questão de falha no caráter, então prefiro que ele fique preso", destacou.
Os problemas com as drogas começaram há três anos. Na época a família passou por várias cidades da Zona Leste de São Paulo. Na última, em São Miguel, a situação saiu do controle. "Eu não tinha mais onde procurar ajuda. Decidi mudar para Mogi para começar uma nova vida, eu e ele. Chegou aqui ele logo procurou cocaína e crack. Quando começou a usar crack, perdeu a noção e o senso de tudo. Passou a vender tudo em casa. Minha casa é vazia, ele vendeu tudo. Se ele faz isso comigo, imagina o perigo para outras pessoas?", desabafou.
A mãe vai fornecer uma foto do adolescente para a Polícia Civil para que possíveis vítimas de roubo possam identificá-lo. "Tenho certeza de que ele pratica crimes por ai. Ele sabe que enquanto for menor, não vai ficar preso por muito tempo. Mas está errado. Não admito falta de caráter, ele tem escolha para ser diferente. De minha parte, já fiz tudo o que podia para ajudá-lo. Quero ele preso".

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Iases cria Serviço de Atendimento Psicossocial para atender servidores

ESPIRITO SANTO

Servidores que vivenciaram rebeliões ou sofrido agressão podem ser encaminhados ao serviço

O Instituto de Atendimento Socioeducativo do Estado (Iases) criou o Serviço de Atendimento Psicossocial destinado a servidores que necessitem de atendimento psicológico.


O serviço vai ser formado por uma equipe de psicólogos e assistentes sociais, podendo ser ampliada com o tempo.


De acordo com a portaria que institui o serviço, podem recorrer ao atendimento servidores que tenham vivenciado episódio de rebelião em unidade socioeducativa, no qual tenham sido feitos reféns ou sofrido agressão física e psicológica; tenham passado por episódio de fuga tentativa de fuga ou resgate de socioeducando; acidente ou doença em decorrência do trabalho; processos de adoecimento diversos, uso abusivo de álcool e outras drogas; e queixas de ordem pessoal ou familiar.

Os familiares de servidores que tenham morrido em razão de acidente de trabalho ou percurso, ou por outras causas, também têm direito a serem atendidos pelos profissionais do serviço.

Os servidores que estiverem precisando da assistência psicológica podem solicitar atendimento de forma instantânea, ou ainda ser encaminhados pela chefia do setor em que atuem.



http://seculodiario.com.br/20968/12/iases-cria-servico-de-atendimento-psicossocial-para-atender-servidores-1

TRANSPORTE SOMENTE PARA ASSOCIADOS

TRANSPORTE SOMENTE PARA ASSOCIADOS
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O SITRAEMFA, visando total transparência com o dinheiro do trabalhador (a), vem apresentar os critérios para transporte dos trabalhadores ASSOCIADOS em eventos a serem realizados pela Entidade Sindical:
O responsável pelo transporte deverá pedir autorização ao SITRAEMFA, com o Gestor Roberto, pelos Telefones: (11) 2090-1850 e (11) 94736-0904, ou por E-mail roberto@sitraemfa.org.br, com pelo menos três dias de antecedência;
- Lista nominal com Nome Completo e Número do RE;
- A Empresa de Transporte deverá ter: Nota Fiscal com número de Inscrição de CNPJ;
- A não autorização do Sindicato implicará o não pagamento do transporte.
- O não associado poderá preencher a ficha de filiação no dia do evento.
ATENÇÃO:
Para ser sócio do SITRAEMFA e usufruir de todos os benefícios que esta Entidade Sindical pode lhe oferecer, sua contribuição mensal se dá no importe de 2% (dois por cento) do seu salário base, portanto ‘’FORTALEÇA A LUTA!!!!”

http://www.sitraemfa.org.br/justica-e-cidadania/586-transporte-somente-para-associados.html

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Zé Maria destaca trabalho realizado na Copa CASA de futebol

O ex-jogador do Corinthians trabalha como assistentes de direção na área de esportes da Fundação CASA.


Agentes socioeducadores realizam campanha de doação de sangue em 5 cidades do Estado do MS

Campanha "Lutamos Por Vidas" será realizada na próxima sexta-feira (23)

A fim de chamar a atenção da sociedade para o trabalho exercido com adolescentes infratores, cerca de 300 agentes socioeducadores lançaram uma campanha de doação de sangue em Campo Grande, Corumbá, Dourados, Ponta Porã e Três Lagoas, as cinco cidades onde estão situadas as Uneis (Unidades Educacionais de Internação) do Estado.



A campanha será realizada na próxima sexta-feira (23) em alusão ao Dia do Agente Socioeducador, celebrado no sábado (24) e conta com apoio de agentes socioeducadores das Unidades: Novo Caminho, Semiliberdade Tuiuiú e Estrela da Manhã, em Campo Grande; Pantanal, em Corumbá; Laranja Doce e Esperança, em Dourados; Mitaí, em Ponta Porã e Tia Aurora, em Três Lagoas.

Segundo o agente socioeducativo, Valdinei Figueiredo, de 40 anos, que atualmente trabalha na Unei Novo Caminho, na Capital, o lema da campanha “Lutamos Por Vidas” tem duplo sentido. “Além de mostrar a luta pela vida dos que necessitam de bolsas de sangue para sobreviver, a o lema também se refere ao trabalhe de resgate dos menores infratores. Eles chegam como vidros quebrados que precisam ter as partes coladas novamente para que possam retornar ao convívio da sociedade”, explicou.

Figueiredo trabalha na Unei Novo Caminho. Ele destacou que existe em torno de 250 menores infratores internados nas unidades educacionais do Estado. “Teríamos de ter muito mais agentes socioeducadores para que os adolescentes pudessem receber o apoio e assistência necessários”, observou.

No dia da campanha, Todos os agentes estarão utilizando camisetas de cor preta. Em Campo Grande as doações terão início às 7 horas no Banco de Sangue da Santa Casa. A concentração será no estacionamento do hospital, na Rua Eduardo Santos Pereira esquina com a Rua 13 de Maio. Nas demais localidades, as coletas serão realizadas no hemocentro de cada um dos municípios.

http://www.midiamax.com.br/noticias/agentes-socioeducadores-realizam-campanha-de-doacao-de-sangue-em-5-cidades-do-estado