quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Fundação Casa de Ribeirão Preto investiga agressão à agente de apoio

Funcionário foi separar confusão entre 3 adolescentes quando foi agredido.
Corregedoria quer apurar os motivos da violência e punir os responsáveis.

A Corregedoria da Fundação Casa Candido Portinari está investigando os motivos que levaram três internos a agredirem um agente de apoio em Ribeirão Preto (SP), e não em Franca (SP) como publicado pelo G1 Ribeirão e Franca na terça-feira (2).  O homem de 26 anos foi atacado pelos adolescentes ao tentar separar uma briga no último domingo (31). Segundo informações da Polícia Civil, os menores aproveitaram o tumulto para bater no agente, que terminou com lesões no tórax.
Na segunda-feira (1º), a assessoria de imprensa da instituição havia informado que a ocorrência se passou em Franca (SP). Já nesta quarta-feira (3), a assessoria enviou nota afirmando que o caso ocorreu na unidade em Ribeirão Preto.

Dois adolescentes de 16 anos e um de 17 anos começaram a brigar por volta das 21h. Ao ver a situação, o agente tentou intervir e separar os envolvidos, que aproveitaram para agredir o funcionário. Outras pessoas da administração da Fundação Casa precisaram agir para acabar com a violência e controlar os adolescentes.
Após o ocorrido, o agente passou por exame de corpo de delito. Apesar de ter sofrido lesões no tórax, ele passa bem. Os internos não se feriram.
A assessoria de imprensa da Fundação Casa informou que a Corregedoria da instituição instaurou uma sindicância para investigar o caso e o Judiciário, assim como os familiares dos adolescentes, foram informados sobre a ocorrência.
Os três jovens passarão pela Comissão de Avaliação Disciplinar (CAD) do centro socioeducativo e sofrerão sanções disciplinares cabíveis, como a redução do tempo das atividades de lazer.


Fundação Casa confirmou morte de adolescente em Ribeirão Preto (Foto: Ronaldo Oliveira/EPTV)
Agente foi agredido por três internos dentro da Fundação Casa de Ribeirão (Foto: Ronaldo Oliveira/EPTV)


http://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2014/09/fundacao-casa-de-ribeirao-preto-investiga-agressao-agente-de-apoio.html

SITRAEMFA REALIZARÁ 1º SEMINÁRIO DA SOCIOEDUCAÇÃO

Seminário 09DATA: 20/09/2014  (sábado)

Local: Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo – ALESP
 Av. Pedro Álvares Cabral, 201. São Paulo - SP
SALA ;Paulo Kobayashi
Horário: 08:00 às 19:00

Objetivo Geral: Discutir a Socioeducação no Estado de São Paulo.

Objetivo Especifico: I° Seminário de Reconhecimento dos Trabalhadores (as) que executam a socioeducação no Estado de São Paulo. Compreensão e desmistificação da socioeducação, aproximação dos trabalhadores das equipes multiprofissionais das medidas socioeducativas de internação/semiliberdade e Liberdade Assistida,  e a interface com a sociedade.


08:00 - Recepção e Acolhimento, café de boas vindas, com a DIREÇÃO DO SITRAEMFA;
Coordenação da mesa:  Angela Aparecida dos Santos, Psicóloga na Fundação CASA/SP, Especialista em Coordenação de Grupo Pichon Rivieri;
09:00 - Abertura:  Aldo Damião Antonio,  Presidente do SITRAEMFA e Maria Aparecida Nery, Vice Presidente  do SITRAEMFA, com apresentação da Direção
09:20 - “ Trajetoria do GT - Grupo Trabalho de Pedagogia/SITRAEMFA”
Enivaldo Silva de Lima, jornalista, sociólogo, agente educacional da Fundação CASA;
09:50 - “Trabalho na área sociojuridica: entre o desgaste que leva ao adoecimento e a conquista de direitos”
Dra. Elisabete Borgianni, Mestre e Doutora em Serviço Social pela PUC-SP, Assistente Social - Tribunal de Justiça/SP, Presidenta – CEFSS - Conselho Federal de Serviço Social, (gestão 2005 – 2008), Presidenta da AASPTJ - Associação de Assistentes Sociais e Psicólogos do Tribunal de Justiça/SP, (gestão 2013-2017)
10:20 - “O papel do judiciário na fiscalização e execução das medidas socioeducativas”


Dr. Antonio Carlos Malheiros, desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, professor de Direito Humanos da PUC/SP, Conselheiro do IASP, Presidente da Comissão Justiça e Paz de São Paulo, Vice-diretor Comunitário da FEA e Direito da PUC/SP, Voluntário na área da saúde, foi advogado por 20 anos, além de ter exercido o cargo de Conselheiro da OAB e da AASP.

10:50 - “Fundação CASA, Psicologia e Socioeducação, retratos da contradição, como superá-los no cotidiano?”

Fernanda Lou Sans Magano, Psicóloga da Secretaria de Administração Penitenciária, Conselheira do Conselho Nacional de Saúde - CNS, Presidenta da FENAPSI – Federação Nacional de Psicologia, Dirigente Sindical do SinPsi – Sindicato dos Psicólogos do Estado de São Paulo;


11:20 - “Amor e Ódio na Fundação CASA, a partir de seus diferentes atores”

Professor Dr. Roberto da Silva, Pedagogo (UFMT, 1993), Mestre (USP, 1998), Doutor (USP, 2001) em Educação e Livre Docente em Pedagogia Social (USP, 2009). Atualmente é professor Livre Docente do Departamento de Administração Escolar e Economia  da Faculdade de Educação na Universidade de São Paulo. Leciona no Programa de Pós-Graduação em Educação e orienta mestrado e doutorado na Linha de Pesquisa Estado, Sociedade e Educação. É o editor da Coleção Pedagogia Social junto à Editora Expressão e Arte e participa do Conselho Editorial da Revista de Ciências da Educação (UNISAL) e de Cadernos de Pedagogia Social (Portugal). Organiza o Mestrado em Educação (MINTER Internacional em Angola) e convênios com Angola, Argentina e Alemanha. Organizou os Congressos Internacionais de Pedagogia Social (2006, 2008, 2010 e 2012) e as Jornadas Brasileiras de Pedagogia Social (16ª edição). Orientou 25 trabalho de Iniciação Científica, 2 Trabalhos de Conclusão de Curso e 10 dissertações de Mestrado na Faculdade de Educação da USP. Recebeu 9 prêmios e 2 homenagens.Atua na área de Educação, com ênfase em Administração de Sistemas Educacionais e Educação em espaços não escolares, especialmente, abrigos, unidades de internação de adolescentes e estabelecimentos penitenciários. Coordena o GEPÊ Privação (Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Educação em Regimes de Privação da Liberdade. Em Abril de 2010 foi eleito o primeiro presidente da Associação Brasileira de Pedagogia Social (ABRAPSocial).

11:50  - Mesa de debates

13:30  - Almoço

Coordenação da Mesa:Regislaine Katia da Silva Formada em  Educação Física e Pedagogia,  Agente Educacional da Fundação CASA.


14:30 - “A Seguridade na Socioeducação e Reinserção Social”:

Hélcio Aparecido Marcelino, Dirigente Sindical SindSAÚDE - SP Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo, Presidente da FTSS - Federação de Trabalhadores da Seguridade Social do Estado de São Paulo;
15:00 - “Sistema Nacional de Atendiemento Socioeducativo – SINASE”
Claudio Augusto Vieira da Silva, Coordenador Nacional do SINASE - Presidência da República
15:50 - “O agente de apoio socioeducativo da Fundação CASA, frente aos desafios do SINASE”:
Dr. Edson Brito, Advogado, Especialista em Direito Civil, Pôs Graduando em Direito do Trabalho, 19 anos como socioeducador na Fundação CASA/SP, Autor da Tese: “Tatuagem de Cadeia em Criança e Adolescente do Estado de São Paulo: A marca da exclusão social”, Diretor Jurídico do SITRAEMFA.
16:30 - “Conselho Gestor, experiência de atuação no Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente – CASA Novo Horizonte – Guaianazes/SP”

Geraldo de Sá, Membro titular do Conselho Gestor da Casa Novo Horizonte, Presidente da Associação de Moradores do Jardim São Paulo II e Adjacências, Membro do Conselho Participativo Municipal de Guaianazes, Membro do Diretório Municipal do PartidodosTrabalhadores em Guaianazes, Metalúrtgico aposentado.

17:00 - “Famílias, comunidades e medidas socioeducativas: a construção dos espaços compartilhados”


Dr.Celso Takashi Yokomiso, Doutor  em Psicologia Social pelo Iinstituto de Psicologia da USP. Mestre em Psicologia Social pelo IP-USP (2007). Graduado pelo Instituto e Psicologia da USP (2000). Membro do Laboratório de Pesquisas em Psicanálise e Psicologia Social (Lapso) do IP-USP. Pesquisa medidas socioeducativas desde 2002, psicólogo na Fundação CASA;

17:40 -  “Mesa de Debates”
18:40 - “Encerramento pelo Presidente do SITRAEMFA, Aldo Damião e pela Vice-Presidente do SITRAEMFA, Maria Aparecida Nery”
19:00 -  “Café de Encerramento”

Aluno crava lápis na cabeça de colega durante briga em escola do AC

Vítima foi levada à UPA e liberada no mesmo dia, em Rio Branco.Mãe de aluno que agrediu colega diz que ele está 'arrependido'.

Veriana Ribeiro Do G1 AC

Um garoto de 12 anos teve um lápis cravado em sua cabeça durante uma discussão com o colega de 13 anos, nesta terça-feira (2). O fato ocorreu na escola Tancredo de Almeida Neves, no bairro Sobral, em Rio Branco. A vítima foi atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde teve o objeto removido.



Jovem de 13 anos foi parar no hospital com lápis na cabeça (Foto: Arquivo Pessoal)
Lápis ficou cravado na cabeça de garoto
(Foto: Arquivo Pessoal)
De acordo com a direção da escola, a briga começou porque um dos meninos acusou o outro de 'colar' as atividades em sala de aula. "O professor mandou terminar a discussão e quando virou para escrever no quadro, um dos meninos deu um murro no outro. Na sequência, o que tinha levado o murro e estava com o lápis na mão, revidou", relata o diretor Antônio Ari Araújo de Sousa.

O diretor afirma que todos ficaram chocados, porque nenhum dos alunos tinha histórico de violência. "A gente não esperava, nossa escola não tem esse histórico desse tipo de violência.


Os pais foram comunicados. São dois alunos que nunca nem imaginamos se envolver nesse tipo de problema", afirma Sousa.

Os dois estudantes devem retornar às aulas na próxima semana. Uma reunião com o Conselho Escolar foi marcada para a próxima segunda-feira (8) e irá analisar o caso de acordo com o regimento interno. "Vamos conversar com os pais, com o conselho da escola para depois tomar uma decisão. Temos que lidar com prudência nesses casos", ressalta o diretor.

Procurada pelo G1, a mãe da vítima, a dona de casa Francisca de Oliveira, disse que o filho nunca se envolveu em briga na escola. "O menino estava colando do caderno dele e ele foi reclamar. Começaram a brigar,  o menino deu um murro nele e ele revidou com outro murro na boca do colega que reagiu enfiando o lápis na cabeça dele. Meu filho não é de brigar, nunca mexeu com ninguém na escola", garante.

Francisca diz que chegou a fazer um Boletim de Ocorrência, mas não vai levar o caso adiante, em respeito à outra mãe. Segundo ela, o filho sempre se queixa do colega que põe apelidos nele. "Os policiais conversaram com os meninos e eles se comprometeram a não mexer mais um com o outro", diz.
A mãe do aluno que agrediu o colega, a servidora Marinelda da Silva, disse ao G1, que o filho está arrependido. "Ele não é violento, é tranquilo, está arrependido e chorou muito. Foi um momento de raiva. Ele não é violento em casa, converso muito com ele. É calmo e gosta de fazer amizades", diz a mãe.
De acordo com a direção da UPA do Segundo Distrito, o menino de 13 anos foi atendido pela equipe de trauma e foi identificado que não ocorreu perfuração no crânio. O jovem foi liberado no mesmo dia.
"A princípio ficamos assustados, antes de fazer o procedimento, mas examinamos e vimos que a parte neurológica dele estava integrada. Fizemos uma radiografia e percebemos que o lápis adentrou entre a calota craniana e o músculo do couro cabeludo. Ele ficou em observação por algumas horas, mais foi liberado no mesmo dia", explicou o médico Pedro Pascoal, que atendeu o menino.

Defensoria Pública de SP envia pedido para presidente da Fundação CASA pelo fim de revista vexatória

Após a sanção da Lei Estadual 15.552/2014, que veda a realização de revistas íntimas nos visitantes nos estabelecimentos prisionais do Estado de SP, a Defensoria Pública paulista, por meio do seu Núcleo Especializado de Infância e Juventude, enviou um ofício à Presidente da Fundação Casa, Berenice Giannella, solicitando a não realização do procedimento também nos visitantes e familiares dos adolescentes custodiados nas Fundações Casa.

De acordo com as Defensoras Públicas Mara Renata da Mota Ferreira e Bruna Rigo Leopoldi Ribeiro Nunes, coordenadoras do Núcleo Especializado da Infância e Juventude da Defensoria Pública, o intuito da Lei 15.552/2014 foi garantir a não exposição vexatória dos visitantes e familiares de pessoas presas. "Levando-se em consideração a proibição da revista vexatória em estabelecimentos prisionais, não há qualquer razão para a manutenção destas revistas nas unidades de internação de adolescentes".

As Defensoras também argumentam que a garantia prevista em lei não diz respeito tão somente aos direitos dos visitantes a serem tratados com dignidade, sem exposição a situações vexatórias, mas efetivam os direitos dos adolescentes em relação à plenitude da convivência familiar. "Não se pode aceitar a existência de duas realidades no Estado de São Paulo; se a revista íntima realizada em visitantes e familiares de preso é considerada vexatória, de outra forma não pode ser em relação aos familiares e visitantes na Fundação CASA", apontam as Defensoras.

Dados obtidos pela Defensoria Pública na Região do ABCD, da qual pertencem cinco unidades de internação e uma unidade de semiliberdade da Fundação CASA, apontam que em todo o ano de 2012 e no primeiro semestre de 2013, não foram encontrados celulares ou substâncias ilícitas com visitantes durante o procedimento das revistas vexatórias.


Saiba mais

Em julho, a Defensoria Pública de SP, por meio de seu Núcleo Especializado de Situação Carcerária, enviou ofícios ao Presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, com informações acerca da inefetividade das revistas vexatórias em unidades prisionais paulistas, com intenção de contribuir para a aprovação do projeto de lei nº 7764/2014. O projeto, que já foi aprovado pelo Senado Federal, visa proibir a realização de revistas íntimas em visitantes para o ingresso nos estabelecimentos prisionais.

Somando-se as armas, drogas e aparelhos celulares, o número de apreensões feitas durante o procedimento das revistas íntimas em 2012 corresponde a 0,023% do número de visitas realizadas. Isso demonstra que o procedimento invasivo de revista genital logrou encontrar algum objeto proibido cerca de duas vezes a cada 10 mil visitantes revistados.
Clique aqui para ter acesso ao levantamento completo.

Para auxiliar nas discussões, os dados também foram enviados ao Presidente do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP) e aos Diretores do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,699261,Defensoria_Publica_de_SP_envia_pedido_para_presidente_da_Fundacao_CASA_pelo_fim_de_revista_vexatoria,699261,8.htm

Fundação Casa de Ribeirão Preto investiga agressão à agente de apoio

Funcionário foi separar confusão entre 3 adolescentes quando foi agredido.
Corregedoria quer apurar os motivos da violência e punir os responsáveis.

Do G1 Ribeirão e Franca

A Corregedoria da Fundação Casa Candido Portinari está investigando os motivos que levaram três internos a agredirem um agente de apoio em Ribeirão Preto (SP), e não em Franca (SP) como publicado pelo G1 Ribeirão e Franca na terça-feira (2).  O homem de 26 anos foi atacado pelos adolescentes ao tentar separar uma briga no último domingo (31). Segundo informações da Polícia Civil, os menores aproveitaram o tumulto para bater no agente, que terminou com lesões no tórax.
Na segunda-feira (1º), a assessoria de imprensa da instituição havia informado que a ocorrência se passou em Franca (SP). Já nesta quarta-feira (3), a assessoria enviou nota afirmando que o caso ocorreu na unidade em Ribeirão Preto.

Dois adolescentes de 16 anos e um de 17 anos começaram a brigar por volta das 21h. Ao ver a situação, o agente tentou intervir e separar os envolvidos, que aproveitaram para agredir o funcionário. Outras pessoas da administração da Fundação Casa precisaram agir para acabar com a violência e controlar os adolescentes.
Após o ocorrido, o agente passou por exame de corpo de delito. Apesar de ter sofrido lesões no tórax, ele passa bem. Os internos não se feriram.
A assessoria de imprensa da Fundação Casa informou que a Corregedoria da instituição instaurou uma sindicância para investigar o caso e o Judiciário, assim como os familiares dos adolescentes, foram informados sobre a ocorrência.
Os três jovens passarão pela Comissão de Avaliação Disciplinar (CAD) do centro socioeducativo e sofrerão sanções disciplinares cabíveis, como a redução do tempo das atividades de lazer.
Fundação Casa confirmou morte de adolescente em Ribeirão Preto (Foto: Ronaldo Oliveira/EPTV)Agente foi agredido por três internos dentro da Fundação Casa de Ribeirão (Foto: Ronaldo Oliveira/EPTV)

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Vejam a lista dos onze senadores que votaram contra a maioridade Penal

Dos dezenove senadores presentes onze foram contra  a redução da Maioridade Penal

No dia 19 de fevereiro deste ano a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado rejeitou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que visava diminuir a maioridade penal de 18 para 16 anos para a pratica de  crimes hediondos, tráfico de drogas, tortura e terrorismo. Os reincidentes em lesões corporais ou roubo qualificado também seriam criminalizados caso houvesse parecer favorável de um promotor da Vara da Infância e autorização da justiça.

Pesquisas revelam que mais de 90% é a favor da redução da maioridade penal.


Votaram contra a redução da maioridade penal 

Angela Portela (PT-RR)
Aníbal Diniz (PT-AC)
Antônio Carlos Valadares (PSB-PE)
Eduardo Braga (PMDB-AM)
Eduardo Suplicy (PT-SP)
Gleisi Hofmann (PT-PR)
Inácio Arruda (PCdoB-CE)
José Pimentel (PT-CE)
Lúcia Vânia (PSDB-GO)
Randolfe Rodrigues (Psol-AP) – autor do voto em separado que derrubou o relatório oficial
Roberto Requião (PMDB-PR)


Votaram a favor da redução da maioridade:

Aloysio Nunes (PSDB-SP) – autor da PEC rejeitada
Armando Monteiro (PTB-PE)
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Cyro Miranda (PSDB-GO)
Magno Malta (PR-ES)
Pedro Taques (PDT-MT)
Ricardo Ferraço (PMDB-ES) – relator da PEC rejeitada (não estava presente, mas seu voto foi computado)
Romero Jucá (PMDB-RR)




Fundação Casa de Franca investiga briga que terminou com agente ferido

Funcionário foi separar confusão entre 3 adolescentes quando foi agredido.
Corregedoria quer apurar os motivos da violência e punir os responsáveis.

A Corregedoria da Fundação Casa investiga os motivos que levaram três internos a agredirem um agente de apoio em Franca (SP). O homem de 26 anos foi atacado pelos adolescentes ao tentar separar uma briga no último sábado (30). Segundo informações da Polícia Civil, os menores aproveitaram o tumulto para bater no agente, que terminou com lesões no tórax.

Dois adolescentes de 16 anos e um de 17 anos começaram a brigar por volta das 21h. Ao ver a situação, o agente tentou intervir e separar os envolvidos, que aproveitaram para agredir o funcionário. Outras pessoas da administração da Fundação Casa precisaram agir para acabar com a violência e controlar os adolescentes.

Após o ocorrido, o agente passou por exame de corpo de delito. Apesar de ter sofrido lesões no tórax, ele passa bem. Os internos não se feriram.

A assessoria de imprensa da Fundação Casa informou que a Corregedoria da instituição instaurou uma sindicância para investigar o caso e o Judiciário, assim como os familiares dos adolescentes, foram informados sobre a ocorrência.

Os três jovens passarão pela Comissão de Avaliação Disciplinar (CAD) do centro socioeducativo e sofrerão sanções disciplinares cabíveis, como a redução do tempo das atividades de lazer.

Fundação Casa tem capacidade para 114 internos em Franca (Foto: Márcio Meireles/EPTV)
Fundação Casa tem capacidade para 114 internos em Franca (Foto: Márcio Meireles/EPTV)

Menor é apreendido novamente com drogas após deixar Fundação Casa

Policiais militares da Força Tática apreenderam um adolescente de 16 anos, na noite desta segunda-feira (1º), em Araçatuba, acusado de ato infracional de tráfico de drogas.
O menor foi flagrado com 16 porções de maconha, embaladas para o comércio, um tablete da mesma droga, um microtubo contendo cocaína e a quantia de R$ 45.
A abordagem ocorreu na Travessa Timbiras, no Jardim Alvorada. Os entorpecentes estavam em uma sacola plástica dentro da bermuda do garoto. Com ele, os PMs encontraram, ainda, um rádio HT ligado na frequência da polícia.
Menor é apreendido novamente com drogas após deixar Fundação CasaSegundo informações apuradas junto à Força Tática, há pouco mais de um mês o adolescente foi apreendido por tráfico de drogas pela mesma equipe de policiais e no mesmo local onde foi abordado hoje.
Ele deixou a Fundação Casa há 20 dias, estava em liberdade assistida e, mesmo assim, retornou ao esquema de tráfico. Levado ao plantão policial, o adolescente seria apreendido e encaminhado à cadeia de Penápolis, onde permanecerá à disposição da Justiça em uma cela destina a menores de 18 anos.

DENÚNCIA

Quem tiver alguma informação que possa ajudar à polícia no combate ao tráfico de drogas, pode ligar para os telefones 190 e 197. A ligação é gratuita. Não é preciso se identificar.
Existe também a possibilidade de denúncias por meio da Internet. Para isto, basta CLICAR AQUI. As informações serão repassadas às autoridades e os dados serão mantidos no mais absoluto sigilo.

http://www.aracatubanews.com/index.php/noticias/15196-menor-apreendido-com-drogas-pela-forca-tatica-da-pm-saiu-da-fundacao-casa-ha-20-dias

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Presos poderão votar em outubro

Seções atenderão adultos em situação provisória e adolescentes da Fundação Casa
A presidente Dilma Rousseff sancionou lei que disciplina a exibição dos painéis na urna eletrônica para as eleições

Os presos provisórios e adolescentes internados na Fundação Casa poderão ir às urnas nas eleições do dia 5 de outubro

Os presos provisórios e adolescentes internados na Fundação Casa poderão ir às urnas nas eleições do dia 5 de outubro e participar do processo democrático. Conforme a Constituição Federal, o preso que não tem sentença criminal condenatória definitiva tem direito ao voto. De acordo com a resolução 23.299 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), deverão ser criadas seções eleitorais em estabelecimentos penais e em unidades de internação de adolescentes.
 


A primeira vez que presos provisórios puderam votar para presidente foi em 2010. Segundo a Fundação Casa, até o início da semana 180 internos se alistaram nas unidades de Campinas, 22,4% a mais do que há quatro anos, quando 147 se inscreveram para votar.

Para Dettloff von Simson, presidente em exercício do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Campinas, a oportunidade do adolescente infrator participar do processo eleitoral é importante para devolver a autoestima e fazer com que o jovem se sinta integrado na sociedade. “Acredito que eles exercendo o direito de cidadania ajuda a resgatá-los para sociedade. O voto é importante para preencher esse vácuo que fica de estar isolado do mundo, não ver futuro, e poder estar enquadrado no dia a dia da nação”, afirma Simson.

O crescimento dos adolescentes infratores que optaram pelo voto vai na contramão do total de jovens eleitores em Campinas, que registrou queda. Em 2010, 42.004 adolescentes de 16 a 20 anos estavam aptos ao voto, enquanto nas eleições deste ano são 40.797. Simson avalia que o aumento no número de inscritos em relação a 2010 demonstra que os jovens infratores têm sido incentivados a participar.


“A ideia é que eles saiam mais cidadãos do que entraram. Não é um número significativo de eleitores, mas o incentivo está sendo grande para participar”, destaca o presidente.

Nas unidades prisionais, a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) informou que 107 presos provisórios se interessaram pelo direito ao voto, mas a quantidade de alistamento nas unidades da região de Campinas não atendeu o mínimo de eleitores estipulado pela Justiça Eleitoral para a abertura de seção eleitoral (que são 50). Nas eleições de 2010, votaram 169 presos da Coordenadoria da Região Central, da qual Campinas faz parte.

http://correio.rac.com.br/_conteudo/2014/09/eleicoes_2014/202503-presos-poderao-votar-em-outubro.html

Agente é agredido dentro da Fundação Casa de Ribeirão Preto

Um agente sócio educativo da Fundação Casa de Ribeirão Preto foi agredido na noite deste domingo (31), depois de tentar separar a briga de três internos, dois de 16 e um de 17 anos. 

Outros agentes da fundação perceberam as agressões e intervieram, colocando os adolescentes nos respectivos quartos. O agente agredido, que tem 26 anos, sofreu uma lesão no tórax.

F. L. Piton / Jornal A Cidade
Agente sócio educativo foi agredido por três adolescentes
na noite de domingo (Foto: F. L. Piton/ Jornal A Cidade)


Em nota, a Fundação Casa informou que vai "instaurar uma sindicância para apurar a agressão", com prazo de 90 dias para finalização. Os adolescentes passarão pela Comissão de Avaliação Disciplinar.

A Fundação Casa unidade Cândido Portinari fica na Rodovia Geovana Aparecida Deliberto.